Stringhini Varejo Inteligente https://stringhini.com.br Thu, 14 May 2026 17:31:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/07/favicon_str-150x150.png Stringhini Varejo Inteligente https://stringhini.com.br 32 32 Conhecimento registrado é vantagem competitiva https://stringhini.com.br/conhecimento-registrado-e-vantagem-competitiva/ https://stringhini.com.br/conhecimento-registrado-e-vantagem-competitiva/#respond Thu, 14 May 2026 17:25:51 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90969

Algumas empresas acreditam possuir vantagem competitiva porque têm profissionais brilhantes quando, na verdade, possuem dependência operacional sofisticada. Enquanto o conhecimento estiver nas pessoas e não registrado na organização, a empresa não controla sua própria vantagem competitiva.

O tão desejado “time dos sonhos”, o “Dream Team”, formado por profissionais capazes de alcançar resultados extraordinários pode esconder um risco silencioso: o conhecimento que gera os resultados não pertencer à empresa, mas às pessoas que hoje ocupam determinados cargos.

O fenômeno do time que faz a diferença ocorre isoladamente na empresa, em apenas um time, ou em todos os times, o que é mais incomum. Nestes grupos é permanente o sentimento de vitória e um estado de positividade de líderes e liderados. Tudo funciona, há cadência, há alinhamento e, principalmente, resultados. Os ganhos são reais e concretos. Prazos são cumpridos ou antecipados, as vendas crescem, os custos caem etc.

Vivenciei contextos como estes. Um dos mais marcantes foi a Ipiranga à época de Jerônimo Santos. Havia ali um propósito claro, liderança forte e uma capacidade rara de atrair profissionais excepcionais. O resultado era uma operação com enorme energia, alinhamento e velocidade de execução.

Temos de verdade uma boa empresa com um time dos sonhos? Estas situações de sucesso da reunião de profissionais pode durar anos. Às vezes 3, 5, 10 anos. Mas isto é apenas um flash, apenas um momento na história de uma empresa. O time dos sonhos com bons resultados pode ser apenas uma ilusão se não estiver gerando conhecimento para a empresa. Resultados e ganhos atuais podem nos impedir de identificar o que é resultado verdadeiro. O bom funcionamento atual, os resultados crescentes e a satisfação  do grupo de profissionais podem impedí-los de verificar se o conhecimento que gera estes benefícios realmente existem.

Não há como gerar resultado empresarial sem conhecimento, isto é fato. Não falaremos de casos de sorte pois tratam-se de sorte. Ocorre que sempre há um conhecimento por trás do resultado. Agora, resultado verdadeiro para a empresa não depende apenas de conhecimento. Precisa de conhecimento registrado. Conhecimento na empresa e não apenas nas pessoas que estão na empresa em determinado momento. Conhecimento registrado é documentado e acessível. Só é uma boa empresa se todas as boas práticas, estiverem sendo registradas, documentadas, validadas e compartilhadas.  O conhecimento presente nas pessoas, líderes e liderados, gera dependência operacional. A operação da empresa depende da presença de determinadas pessoas.

Por incrível que pareça este fenômeno de ficar ludibriado com os resultados presentes e esquecer de transformar em conhecimento registrado, prático e útil acomete a todas as empresas, mesmo as grandes. Já presenciei a materialização de grandes estratégias com resultados impressionantes que geraram vendas, lucro e reconhecimento de mercado sem nenhum registro formal.

Os profissionais da época estão em outras empresas e levaram consigo o conhecimento. O problema não é levarem o conhecimento. O problema é a empresa não tê-lo registrado. São perdas grandes de valor inestimável.

Hoje vejo, a mesma empresa, sem o mesmo glamour, retomando atividades de um patamar infinitamente inferior ao que já esteve. Recentemente, nos reunimos com os atuais profissionais desta empresa e tivemos a oportunidade de compartilhar nossos arquivos de serviços prestados comprovando aos novos executivos o patamar que já estiveram. É lamentável ver um time partindo, praticamente, do zero para coisas que a empresa já foi referência de mercado.

Então, não podemos nos enganar com aquelas situações de times e ou profissionais que resolvem tudo. Possuem qualidades excepcionais para a solução de problemas, são ágeis, dinâmicos e sempre disponíveis. O conforto no curto prazo pode esconder um perigo para a operação no longo prazo. Aquilo que é percebido como valor pode ser uma lacuna no negócio. Habilidades pessoais ou de um time podem estar funcionando como substitutos de processos. Enfim, os profissionais e os times que deveriam estar organizando e multiplicando os processos estão fazendo as vezes deles. O conhecimento existe, está operando, gerando resultados a curto prazo, mas não é da empresa.

O que muda quando o conhecimento é registrado

As principais mudanças são que a empresa passa a existir e tomar forma e dominar de forma verdadeira as suas vantagens competitivas. A empresa deixa de ser o reflexo de um profissional ou de um conjunto de profissionais para ser uma organização que perdura no tempo com sua própria identidade. E se apropria das suas vantagens competitivas de maneira a ampliá-las ou corrigi-las. Além deste ganho fundamentais conhecimento registrado traz outros benefícios:

Idioma da empresa

O correto seria falarmos da língua da empresa, mas creio que idioma nos ajuda a entender melhor do que estamos tratando.

Não nos damos conta, mas cada empresa, os seus colaboradores, tem um modo particular de nomear e dar sentidos às coisas e palavras. No dia a dia isto passa desapercebido. Todos acreditam que, por falarem a mesma língua, entendem-se perfeitamente. É o início da Torre de Babel que todos conhecemos, a origem dos tais problemas de comunicação.

O registro formal de processos e padrões de execução contribui para a empresa se apropriar do seu, vamos dizer assim, idioma. Haverá, naturalmente, a seleção e o reforço das expressões mais empregadas na empresa fortalecendo sua identidade, reduzindo o risco de problemas de comunicação e, o que é melhor, facilitará a entrada e incorporação de novos colaboradores.

Por exemplo, qualidade. O que é qualidade? Cada pessoa tem seus padrões e referenciais de qualidade, uns mais severos do que outros. Agora, para a empresa o que é qualidade? O conceito de qualidade deve estar pacificado e, mais do que isto, registrado e comunicado. E não trata-se de certo errado ou errado de cada expressão, trata-se de alinhamento sobre como são entendidos e aplicados os conceitos dentro da empresa.

Combate aos feudos

Muito se ouve falar de feudos dentro das empresas, de grupos restritos e assim por diante. Deming, pai da qualidade moderna, dizia para olharmos para os processos e não para as pessoas. Aqui passa-se o mesmo. Quando falamos em feudos já começamos errado, pois estamos falando de pessoas e não de processos.

O benefício do registro do conhecimento é que começamos, naturalmente, a deixar de olhar para as pessoas para olhar para os processos. O domínio do conhecimento sobre o que a empresa faz, como faz e por que faz leva a eliminação das paredes invisíveis que separam as pessoas dentro das organizações.

O registro das regras de execução e padrões abre a possibilidade das pessoas compartilharem o seu trabalho, os seus desafios, os seus resultados. E o que antes era motivo de dúvida, que sempre gera desconfiança, passa a ser motivo de troca e reconhecimento.

O que muda quando o conhecimento é registrado

As principais mudanças são que a empresa passa a existir e tomar forma e dominar de forma verdadeira as suas vantagens competitivas. A empresa deixa de ser o reflexo de um profissional ou de um conjunto de profissionais para ser uma organização que perdura no tempo com sua própria identidade. E se apropria das suas vantagens competitivas de maneira a ampliá-las ou corrigi-las. Além deste ganho fundamentais conhecimento registrado traz outros benefícios:

Idioma da empresa

O correto seria falarmos da língua da empresa, mas creio que idioma nos ajuda a entender melhor do que estamos tratando.

Não nos damos conta, mas cada empresa, os seus colaboradores, tem um modo particular de nomear e dar sentidos às coisas e palavras. No dia a dia isto passa desapercebido. Todos acreditam que, por falarem a mesma língua, entendem-se perfeitamente. É o início da Torre de Babel que todos conhecemos, a origem dos tais problemas de comunicação.

O registro formal de processos e padrões de execução contribui para a empresa se apropriar do seu, vamos dizer assim, idioma. Haverá, naturalmente, a seleção e o reforço das expressões mais empregadas na empresa fortalecendo sua identidade, reduzindo o risco de problemas de comunicação e, o que é melhor, facilitará a entrada e incorporação de novos colaboradores.

Por exemplo, qualidade. O que é qualidade? Cada pessoa tem seus padrões e referenciais de qualidade, uns mais severos do que outros. Agora, para a empresa o que é qualidade? O conceito de qualidade deve estar pacificado e, mais do que isto, registrado e comunicado. E não trata-se de certo errado ou errado de cada expressão, trata-se de alinhamento sobre como são entendidos e aplicados os conceitos dentro da empresa.

Combate aos feudos

Muito se ouve falar de feudos dentro das empresas, de grupos restritos e assim por diante. Deming, pai da qualidade moderna, dizia para olharmos para os processos e não para as pessoas. Aqui passa-se o mesmo. Quando falamos em feudos já começamos errado, pois estamos falando de pessoas e não de processos.

O benefício do registro do conhecimento é que começamos, naturalmente, a deixar de olhar para as pessoas para olhar para os processos. O domínio do conhecimento sobre o que a empresa faz, como faz e por que faz leva a eliminação das paredes invisíveis que separam as pessoas dentro das organizações.

 

O registro das regras de execução e padrões abre a possibilidade das pessoas compartilharem o seu trabalho, os seus desafios, os seus resultados. E o que antes era motivo de dúvida, que sempre gera desconfiança, passa a ser motivo de troca e reconhecimento.

Validação das estratégias

Quando registramos o que deve acontecer na ponta, estamos fazendo, literalmente, a estratégia aterrissar. Estamos fazendo a estratégia chegar onde deve chegar. É na ponta que a estratégia mostra o seu valor. Se a operação estiver registrada, mais do que isso, a forma como deve ser feita e cumprida, teremos plenas condições de validar a estratégia. E mais importante do que muitos acreditam, validar a estratégia é até mais importante que os resultados. Uma estratégia validada, ou seja, que temos controle das variáveis e conhecemos os resultados, nos dá o poder de melhorar ou direcionar os resultados futuros. Uma estratégia com resultados mas sem o registro é energia desperdiçada, na próxima vez não saberemos o que melhorar.

Quanto a isto, e fala um pouco de tudo o que discutimos aqui, tem um caso que o sigilo profissional me impede de declarar o nome da empresa, mas posso descrever o que aconteceu. Anos atrás, cinco anos para ser mais exato, em uma rede de lojas com mais de 300 unidades, fomos contratados para realizar um projeto de execução de loja. Definir, registrar e monitorar as regras de execução em 40 de suas lojas.

Foram definidas e registradas as regras de execução da rede para entrada da loja, checkout, aplicação de materiais de comunicação, abastecimento de equipamentos, planogramas, mesas de exposição, pontos extras etc. A queixa era de que havia padrões estabelecidos, eles eram apresentados, mas as equipes não os cumpriam. Incorporamos o conhecimento da empresa em sistemas adequados e iniciamos o trabalho.

Houve um esforço importante dos supervisores de campo, dos gerentes de loja, dos times para registrar e executar tudo perfeitamente como definido pela área de desenvolvimento. Alcançamos, depois de três meses, o índice médio de execução de 92% (noventa e dois por cento) para as 40 unidades. O que é um resultado incrível. A energia e o sentimento de vitória do time estava estampado no rosto dos gerentes a cada reunião de avaliação dos resultados.

Agora, mais incrível do que os resultados alcançados, foi a decisão do diretor da área. Mesmo com os elevados resultados de execução das suas equipes de loja ele suspendeu o projeto. O motivo declarado era porque as vendas não estavam crescendo com o projeto de execução.

Temos aqui a materialização de uma corrente de pensamento que reluta em registrar o conhecimento, única forma de garantir ajustes e melhorias da empresa. Neste caso, o instrumento que registrava o conhecimento do padrão de execução das lojas e permitia, de forma inequívoca,  provar que a estratégia era ruim e precisava ser revista foi descartado.

Se a febre está alta, a culpa é do termômetro.

E na sua empresa o conhecimento é registrado?

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Pelo direito de executar! https://stringhini.com.br/pelo-direito-de-executar/ https://stringhini.com.br/pelo-direito-de-executar/#respond Wed, 06 May 2026 15:00:38 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90953

Imagine um colaborador da sua equipe, alguém com interesse genuíno em fazer um bom trabalho. Pergunta-se, se este colaborador quisesse, hoje, por conta própria, fazer uma execução perfeita, ele encontraria tudo que precisa para fazê-la? Terá, de forma plena, acesso imediato às informações sobre os recursos necessários, aos processos documentados e a critérios claros?

Se suas respostas foram sim, parabéns, você está em uma empresa fadada ao sucesso e pode parar de ler este artigo agora mesmo.

Se suas respostas foram não, aproveite, você encontrará aqui contribuições para, talvez, melhorar sua execução.

Em muitos anos trabalhando com líderes do varejo e da indústria, estas respostas separam dois tipos de empresa: as que cobram execução e as que a constroem. Nos encontros o assunto execução está sempre presente, seja pela sua importância, o desafio de fazê-la com qualidade e, o que é bastante comum, a queixa quanto a dificuldade de fazer com que as equipes façam o que precisa ser feito.

Neste tópico quero me deter. É comum responsabilizar as pessoas pela não execução. Óbvio, se elas são responsáveis por executar, nada mais natural que atribuir a elas o insucesso da execução. Agora, na minha experiência nunca encontrei em nossos clientes colaboradores dizendo que estão lá para não executar ou para não cumprir com o que precisa ser feito. (por favor, não vamos falar sobre índole que não diz respeito a gestão, mas a casos de polícia). O que encontro é o contrário disto. Encontro pessoas com interesse em fazer as coisas acontecerem. Presencio dedicação, esmero, entrega etc. Inclusive percebo o desconforto e uma indignação genuína com resultados que não acontecem e com a execução inadequada.

Ué? Mas o que acontece então? Se há empenho das pessoas, por que a execução e o resultado não acontecem? Por que os ambientes das lojas não espelham as estratégias definidas? Simples, não basta esforço e tampouco dedicação, precisa-se de método.

Qualquer empresa de varejo ou indústria deve dar condições para qualquer um de seus colaboradores a chance de encontrar tudo o que precisa saber para fazer uma execução perfeita se desejar. Isto é o direito de executar. Varejo e indústria devem promover de forma irrestrita este direito. Muito se fala do dever dos times na execução, mas pouco se fala do direito de executar. Assim, cada gestor, gerente, líder deve tomar consciência deste direito e trabalhar para que ninguém fique sem este direito garantido.

Mas, e na prática, por onde começar? Deve-se começar pela mudança da mentalidade das lideranças. É comum líderes com foco no dever das pessoas de executar. Olham para os times e se perguntam: por que eles não fazem, se sabem o que deve ser feito? A pergunta certa não é esta. A pergunta deve ser algo como: Garanto a todos o direito de executar? Qualquer um, por iniciativa própria, conseguiria executar se quisesse? Pensando assim, no direito de executar, começamos a virar o jogo.

O líder concluindo que todos têm o direito de fazer um bom trabalho, inicia uma nova jornada. Uma jornada mais simples, humana e prazerosa. Simples, porque já se coloca onde sempre deveria estar, do lado do colaborador. Já pratica a tão falada empatia. Humana, porque saímos das racionalizações e entramos em conexão com as pessoas. Prazerosa, pois a falha de execução deixa de ser uma maldição para ser algo plenamente factível.

Claro, não estou propondo nenhuma ideia estapafúrdia de que qualquer um pode fazer qualquer coisa ou de que as pessoas possam fazer coisas para as quais não estão devidamente qualificadas. Preocupações e discussões rasas como estas eu nem gostaria de trazê-las aqui.

Quando o direito de executar não existe, os impactos nos resultados e nos custos raramente aparecem nos relatórios. Está na loja que não executou a campanha, o material chegou, mas ninguém sabia como aplicar. Está na equipe que repete os mesmos erros em campo, o processo certo existe, mas está na cabeça do supervisor que nem sempre pode acompanhar o time ou está na sua merecida folga. Está no colaborador que desiste de fazer o melhor porque nunca encontra o caminho para saber se está fazendo direito ou não a execução.

E claro, há um custo maior ainda: o conhecimento perdido quando uma pessoa vai embora. Vejo empresas de varejo e da indústria com profissionais que carregam em suas mentes partes inteiras da execução. Executam com qualidade, são confiáveis, são insubstituíveis até que um dia saem e levam consigo o que nunca foi documentado. A operação trava. O processo regride. E todos descobrem, da pior maneira possível, que o que achavam que era da empresa era, na verdade, de uma pessoa.

No dia a dia não faltam exemplos dos impactos danosos da falta do direito de executar entre clientes varejistas e indústrias de médio e grande porte que atendemos:

  • Materiais ótimos entregues em reuniões de lançamento. O lançamento deve ter, mas não basta como fonte de informação para execução em campo. Mais importante do que os materiais é o registro de como utilizá-los. A utilização não pode depender do entendimento dos colaboradores.

  • Envio de informações via whatsapp. As informações da execução são enviadas para o campo no whatsapp. O whats é uma ótima ferramenta, mas não para isto. Os usuários têm que estar navegando entre dezenas de mensagens para encontrar a orientação que precisam.

  • Envio de imagens para orientar o padrão de execução. Imagem é um ótimo recurso de apoio e sustentação de uma orientação, mas isolada requer tradução pelo indivíduo e, cada uma com sua forma pessoal de entendimento, leva a execuções fora de padrão.

  • Envio de informações em PDF. O PDF só não pesa, mas detém as mesmas limitações que os materiais impressos. Não tem como navegar, é estático, fica desatualizado, requer que o colaborador seja organizado para armazená-lo etc.

Na Stringhini, no nosso ecossistema de execução, que reúne mais de 15.000 lojas, o padrão é consistente: as operações com maior índice de execução são aquelas onde qualquer colaborador consegue acessar o que precisa, quando precisa, sem depender de ninguém. Não é coincidência, é fato.

Como um varejo ou indústria garante o direito de executar?

Te ajudará a lembrar do direito de executar o acrônimo FADA de:

  • Facilidade

Tudo deve ser fácil. Fácil de encontrar, de entender, de compartilhar e de distribuir. Não é ser simplista, trata-se de clareza. O colaborador que busca a informação sobre a execução não pode despender energia para obtê-la. Se tiver que dar três cliques, usar outra senha ou mais de uma senha, acessar caixa de e-mail, pedir a um colega etc., o problema não é ele — é o sistema.

Pergunte-se: um colaborador novo conseguiria encontrar sozinho toda a informação necessária fazer a execução desejada?

  • Abrangência

A documentação deve cobrir todas as dimensões da execução. O colaborador precisa ter uma visão completa da execução: o objetivo e o motivo daquela execução, os critérios que a validam, como executá-la, a identificação e descrição dos recursos necessários, imagens etc. O que não está documentado não existe operacionalmente. Se houver lacuna nos registros das informações haverá lacuna na execução.

Pergunte-se: existe alguma parte do processo de execução que dependa de uma consulta para alguma pessoa específica?

  • Disponibilidade

Tudo disponível para todos — sem grupos, sem feudos, sem hierarquia de acesso ao conhecimento operacional. Informação retida é poder mal administrado. Se alguém da equipe precisa de autorização para acessar qualquer coisa que precisa para fazer o próprio trabalho, a execução já estará comprometida mesmo antes de começar.

Pergunte-se: falta algum acesso a informação da execução para alguém?

  • Acessibilidade

A informação precisa estar acessível onde e quando a execução acontece. As informações necessárias para a execução devem estar disponíveis a qualquer tempo e em qualquer lugar. Não pode ser “depois”, obrigatoriamente com preparação prévia, apenas no escritório, apenas no computador ou no smartphone etc. É em tempo real, no momento da dúvida. Uma orientação que não pode ser consultada no momento necessário de pouco serve.

Pergunte-se: meu time consegue acessar o que precisa no momento exato em que precisa?

Os benefícios do exercício do direito de executar

  • Apropriação do conhecimento empresarial

Toda empresa detém um volume muito expressivo de conhecimento que garante o seu funcionamento e está depositado em certas pessoas. O que, a princípio não há problema. Os profissionais que detêm o conhecimento executam com qualidade, são referência para os colegas e resolvem os problemas com agilidade.

O problema não é o conhecimento existir neles. O problema é o conhecimento existir somente neles. Estes profissionais executam com qualidade suas atividades sem que o conhecimento que possuem sobre o como fazer esteja registrado em lugar algum. Este conhecimento é intrínseco, está em algumas pessoas, mas não está dentro da organização.

Quando o direito de executar é garantido, esse conhecimento migra. Deixa de pertencer a indivíduos e passa a pertencer à empresa. Fica disponível para quem precisa, quando precisa. A organização deixa de depender de que certas pessoas estejam disponíveis em certos momentos.

  • Incentivo ao autodesenvolvimento

Quando o acesso ao conhecimento é universal, o desenvolvimento profissional deixa de depender de iniciativas externas e passa a ser uma escolha pessoal. O colaborador que quer crescer encontra o caminho sem precisar esperar um treinamento ser oferecido, uma vaga ser aberta ou um gestor perceber seu potencial. Isto contribui para mudança de uma cultura passiva para uma cultura de protagonismo, dos indivíduos e da própria empresa.

Todos passam a ter a oportunidade de dominar os conhecimentos necessários para a boa execução. Cada colaborador pode determinar sua jornada de desenvolvimento dentro da empresa. Tem a liberdade de decidir sobre o seu crescimento profissional.

  • Aceleração da inovação

Se o acesso é universal aceleramos as possibilidades de novas conexões e reflexões sobre os processos, incrementando o potencial de melhorias.

Quando o conhecimento fica restrito, as conexões entre áreas e processos também ficam. Quem não sabe o que acontece na operação não consegue enxergar onde pode melhorar. A abertura do conhecimento cria um ambiente onde mais pessoas identificam pontos fracos, oportunidades, gargalos, podem propor soluções e cruzar informações que antes ficavam restritas. A inovação pode vir de dentro, basta criar o contexto.                               

  • Incorporação de tecnologia

O registro de processos e a, natural, padronização das atividades favorece a incorporação de novas tecnologias. Não há tecnologia onde não houver padrão.

Empresas que investem em sistemas antes de identificar, descrever e registrar seus processos amplificam o caos. Por exemplo, um ERP implementado sobre processos ambíguos gera ambiguidade em escala maior. A sequência correta é padrão, registro e, então, tecnologia.

Quem garante o direito de executar constrói, naturalmente, a base sobre a qual qualquer sistema pode ser implementado com resultado real.                                                                                        

O varejo ou a indústria que exerce o direito de executar é uma empresa mais aberta, mais leve e mais inteligente. Execução não é esforço. É condição. E condição se constrói. Nada disto acontece por acaso, exige domínio do assunto, método e tecnologia. Três fatores que precisam ser construídos de forma intencional, estruturada e consistente. É exatamente esse o trabalho que desenvolvemos há mais de 30 anos.

Se este tema fizer sentido para você, vale a pena continuarmos esta conversa.

Você garante, hoje, o direito de executar na sua empresa?

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📅🚀Datas sazonais no varejo: 7 passos para vender mais https://stringhini.com.br/vender-mais-nas-datas-sazonais-no-varejo/ https://stringhini.com.br/vender-mais-nas-datas-sazonais-no-varejo/#respond Wed, 29 Apr 2026 15:46:06 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90940

Aprenda como usar datas sazonais no varejo para aumentar vendas, melhorar a execução e evitar perdas com um checklist prático e estratégico. 

Datas sazonais no varejo: 7 estratégias para não perder vendas (e aumentar seu resultado)

Datas como Dia das Mães, Natal, Black Friday e Páscoa representam alguns dos maiores picos de consumo do ano. Mas aqui vai um ponto crítico que muitos varejistas ignoram:

Não basta ter produto — é preciso executar bem.

Todos os anos, lojas deixam dinheiro na mesa não por falta de demanda, mas por falhas operacionais como:

❌ exposição errada
❌ ruptura
❌ falta de comunicação clara
❌ execução inconsistente entre lojas

Neste artigo, você vai entender como usar datas sazonais no varejo de forma estratégica, com um checklist prático e um passo a passo aplicável, focado em resultado real.

🧠 Por que datas sazonais são decisivas para o varejo? 

Datas sazonais não são apenas “momentos de venda”. Elas são:

– Aceleradores de faturamento
– Oportunidades de aumentar ticket médio
– Momentos de aquisição de novos clientes
– Testes reais da sua operação

👉 E aqui está o ponto-chave:
Se sua loja não está preparada, você não só deixa de vender — você perde cliente.

⚠ Onde o varejo mais erra nas datas sazonais 

Antes de falar de estratégia, vamos direto aos erros mais comuns:

 
❌ Falta de planejamento antecipado
Muitas lojas começam a pensar na data quando ela já está próxima.
❌ Mix sem estratégia
Compram produtos “óbvios”, mas não pensam em combinação, exposição e giro.
❌ Gôndola desorganizada
Produtos certos no lugar errado = baixa conversão.
❌ Falta de padronização
Cada loja executa de um jeito → perda de consistência.
❌ Comunicação fraca
Cliente não entende a oferta → não compra.

📊 Datas sazonais no varejo: 7 passos para vender mais 
Agora sim, o que realmente importa: execução. 

1. Comece antes — planejamento é margem

Datas sazonais exigem antecipação. O ideal:

➡ Planejar com 30 a 60 dias de antecedência
➡ Analisar dados de anos anteriores
➡ Definir metas claras por categoria

👉 Quem se antecipa, compra melhor e vende mais.

2. Defina o sortimento certo (não o maior)

Mais produto não significa mais venda.

Você precisa:
➡ Escolher itens com maior potencial de giro
➡ Trabalhar kits e combinações
➡ Pensar na jornada do cliente

👉 Sortimento certo aumenta o ticket, não o estoque parado.

3. Organize a gôndola com lógica de compra

Esse é um dos pontos mais críticos.

➡ Produtos complementares próximos
➡ Itens de maior margem em destaque
➡ Facilidade de leitura e decisão

Cliente não pode “pensar demais” — ele precisa entender rápido.

4. Crie pontos extras de venda

Não dependa só da gôndola principal.

Use:
➡ Pontas de gôndola
➡ Ilhas promocionais
➡ Checkouts

👉 Exposição estratégica aumenta conversão sem aumentar tráfego.

5. Padronize a execução entre lojas

Se você tem mais de uma unidade:
➡ Defina um padrão visual
➡ Crie diretrizes claras
➡ Garanta consistência

👉 Sem padrão, você perde escala e previsibilidade.

6. Treine sua equipe (isso muda tudo)

Equipe despreparada = venda perdida.

Treine para:
➡ Indicação de produtos
➡ Venda consultiva
➡ Abordagem ativa

👉 Vendedor preparado aumenta ticket e conversão.

7. Monitore e ajuste em tempo real

Datas sazonais não são estáticas.

Você precisa acompanhar:
➡ Giro de produtos
➡ Rupturas
➡ Performance por categoria

👉 Quem ajusta rápido, vende mais até o último dia.


📈 O impacto direto na sua venda

Quando você executa bem datas sazonais, você:
✅ Aumenta o ticket médio
✅ Gira estoque mais rápido
✅ Reduz ruptura
✅ Melhora experiência do cliente
✅ Aumenta fidelização

E o mais importante:

Você deixa de depender só de fluxo e começa a vender melhor com o que já tem.

🚨 O maior erro: achar que o problema é o produto

A maioria dos varejistas pensa: “Preciso comprar mais”

Mas na prática, o problema é outro:

❌ execução falha
❌ exposição errada
❌ falta de controle

👉 Não é falta de produto — é falta de estratégia na execução.

🔗 Como não repetir os mesmos erros em toda data sazonal

Se você quer consistência de resultado:

👉 Padronize sua execução
👉 Tenha visibilidade do que acontece na loja
👉 Crie processos replicáveis

⚠ Resultado previsível vem de execução controlada.

📣 Conclusão: datas sazonais não são sorte — são estratégia


Datas como o
Dia das Mães vão continuar existindo todos os anos.

A diferença está em quem:
Improvisa
E quem executa com estratégia

Se você quer parar de perder venda nessas datas, o caminho é claro:

Controle, padrão e execução bem feita.

SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE
 

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

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🌍📈 5 Fatores Externos que Impactam as Vendas No Varejo! https://stringhini.com.br/fatores-externos-impactam-vendas-no-varejo/ https://stringhini.com.br/fatores-externos-impactam-vendas-no-varejo/#respond Thu, 23 Apr 2026 18:32:00 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90924

Entenda como fatores externos afetam o varejo e descubra estratégias práticas para adaptar sua loja e manter vendas consistentes o ano todo. 🚀

💸 Como fatores externos impactam suas vendas — e o que fazer para não perder dinheiro no varejo

Você já teve a sensação de que suas vendas simplesmente caem “do nada”?
– Sem mudar preço.
– Sem mudar produto.
– Sem mudar equipe.

👉 A verdade é que, muitas vezes, o problema não está dentro da sua loja.
Ele está fora dela.

Mudanças econômicas, clima, datas sazonais, comportamento do consumidor e até decisões políticas impactam diretamente o varejo — e quem não está preparado acaba ficando para trás.

🚨 O problema real: você toma decisões olhando só para dentro da loja

A maioria dos varejistas ainda opera assim:
– Analisa vendas passadas
– Repete pedidos
– Mantém o mesmo mix
– Ajusta preço quando necessário

👉 Parece lógico, mas tem um erro crítico aqui:
Você está reagindo ao que já aconteceu — e não se antecipando ao que vai acontecer.

E no varejo, quem só reage:
❌ Perde venda
❌ Fica com estoque parado
❌ Compra errado
❌ Não acompanha o comportamento do cliente

🌎 O que são fatores externos no varejo? 

fatores externos

Fatores externos são todos os elementos fora do seu controle direto, mas que influenciam:
– O comportamento do consumidor
– O volume de vendas
– A escolha de produtos
– O ticket médio

👉 Em resumo:
eles definem se o cliente vai comprar — e o quê ele vai comprar.

🔍 Principais fatores externos que impactam o varejo 

📊 Economia (inflação, renda e crédito)
– Inflação alta → cliente compra menos ou troca marcas
– Juros altos → menos parcelamento
– Renda apertada → foco no essencial
👉 Impacto direto: queda no ticket e mudança no mix

🌦 Clima e sazonalidade
– Calor → bebidas, itens leves
– Frio → produtos mais calóricos
– Chuva → menor fluxo
👉 Impacto: perda de vendas ou excesso de estoque

📅 Datas comerciais
– Natal, Páscoa, datas sazonais
👉 Mudam completamente o comportamento de compra

🧠 Comportamento do consumidor
– Mais exigente
– Mais racional
– Mais rápido na decisão
👉 Exige execução impecável na loja

🏛 Fatores políticos e regulatórios
– Impostos
– Regras
– Mudanças legais
👉 Impactam preço, margem e disponibilidade

⚠ O impacto real disso tudo na sua loja

fatores externos

Quando você ignora fatores externos:
– Compra produtos errados
– Deixa faltar produtos certos
– Perde vendas silenciosamente
– Não entende por que o faturamento caiu
👉 E o pior: acha que o problema é preço ou concorrência — quando não é.

🚀 Estratégias práticas para se adaptar aos fatores externos e vender mais 

📊 Use dados — não achismo
– Analise histórico
– Identifique padrões
– Antecipe comportamento

🛒 Ajuste o sortimento constantemente
👉 Pare de comprar sempre igual.
– Produto certo no momento certo
– Menos excesso
– Mais giro

🧩 Trabalhe a planogramação
– Destaque produtos estratégicos
– Melhore visibilidade
– Estimule compra
👉 Execução gera venda

🔄 Seja ágil
– Ajuste rápido
– Reaja antes do problema

🧠 Entenda o cliente
👉 Não é só o que ele compra — é por que ele compra

📈 O que muda quando você aplica isso na prática

Quando você começa a considerar fatores externos:
📈  Aumento nas vendas
💰  Aumenta o ticket
🔄 Ganha giro de estoque
🧠 Entende melhor seu cliente
📊 Toma decisões mais inteligentes 

🧩 Onde entra a Stringhini nisso tudo?

fatores externos

👉 Se adaptar ao mercado sozinho é difícil. A Stringhini Varejo Inteligente ajuda você a:

– Ajustar seu sortimento com base em dados
Aplicar planogramação estratégica
– Melhorar execução no ponto de venda

👉 Ou seja:
independente de como o mercado esteja, sua loja continua performando.

Se você quer parar de reagir e começar a antecipar o mercado: 📲 Fale com um especialista
da Stringhini. Vamos te mostrar:
☑ Onde você está perdendo vendas
☑ O que ajustar
☑ Como melhorar seus resultados

Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

 reduzir o mix

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💸 Como Aumentar Vendas Sem Investir Mais no Varejo? https://stringhini.com.br/aumentar-vendas-sem-investir-mais-no-varejo/ https://stringhini.com.br/aumentar-vendas-sem-investir-mais-no-varejo/#respond Thu, 16 Apr 2026 17:03:59 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90839

💡 Descubra como aumentar vendas no varejo sem investir mais, usando planogramação e execução estratégica no PDV para melhorar resultados.

Você sente que sua loja poderia vender muito mais… mas não sabe exatamente o que mudar?

👉 A verdade é que, na maioria dos casos, o problema não está na falta de clientes.
E também não está, necessariamente, no preço.

O problema está na execução no ponto de venda.

Sim — na forma como seus produtos estão organizados, expostos e apresentados dentro da loja.

E é exatamente aqui que entra a planogramação.✔

🚨 O erro que está travando suas vendas (e você pode não perceber)

Muitos varejistas acreditam que, para vender mais, precisam:
– Investir em tráfego
– Fazer promoções constantes
– Aumentar o mix de produtos

Mas ignoram um ponto crítico:
👉 Se o cliente entra na loja e não encontra, não entende ou não é estimulado — ele não compra.

Isso acontece todos os dias por causa de:
– Gôndolas desorganizadas
– Produtos mal posicionados
– Falta de lógica na exposição
– Ausência de estratégia por categoria

Resultado?
❌ Perda de vendas
❌ Estoque parado
❌ Baixo giro
❌ Experiência ruim para o cliente

vendas

A planogramação é a organização estratégica dos produtos dentro da loja, baseada em:
Comportamento do consumidor
– Giro de produtos
– Categorias e subcategorias
– Margem e rentabilidade
– Missão de compra

👉 Em termos simples:
É definir o produto certo, no lugar certo, da forma certa.

📊 Por que a planogramação funciona?

Porque ela atua diretamente nos gatilhos de decisão de compra do cliente.

Veja o que muda na prática:

👀 1. Aumenta a visibilidade dos produtos

Produtos bem posicionados vendem mais.
Simples assim.

– Altura dos olhos = maior conversão
– Pontos quentes = mais giro
– Organização lógica = mais facilidade

🧠 2. Facilita a decisão de compra

Quando a loja está organizada:
– O cliente encontra rápido
– Compara melhor
– Decide mais fácil

👉 Isso reduz o esforço mental (conforto cognitivo).

🛒 3. Estimula compras por impulso

Com técnicas como:
– Cross merchandising
– Pontos extras
– Combinação de produtos

👉 Você aumenta o ticket médio sem precisar de mais clientes.

🔄 4. Melhora o giro e reduz estoque parado

A planogramação elimina:
– Produtos que não performam
– Excesso de variedade sem estratégia
– Espaço mal aproveitado

vendas✅ Checklist prático: sua loja está perdendo vendas?

 

Responda com sinceridade:
Seus produtos estão organizados por lógica de compra?
– Os itens mais vendidos estão bem posicionados?
– Você sabe quais produtos giram mais?
– Existe padrão de organização na loja?
– Sua equipe segue alguma estratégia?
– Você utiliza dados para decidir o mix?
– Existe estímulo para compra por impulso?

👉 Se você marcou 3 ou mais “não”, sua loja está perdendo dinheiro todos os dias.

O impacto real na prática

Quando a planogramação é aplicada corretamente, você percebe:
📈 Aumento nas vendas
💰 Crescimento no ticket médio
🔄 Maior giro de estoque
🧠 Cliente mais satisfeito
📊 Mais controle sobre a operação

vendas

🔥 Conclusão

Se você quer aumentar suas vendas, entenda isso:
➡ Você não precisa de mais produtos.
➡ Você não precisa de mais clientes.

Você precisa: Dos produtos certos, no lugar certo, da forma certa.

E isso só acontece com estratégia.

Se você quer entender como aplicar isso na sua loja, de forma prática e com resultado real:
📲 Fale com um especialista no  whatsapp da Stringhini Varejo Inteligente agora mesmo!

Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

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⚠️Crescer a qualquer custo? Os perigos da expansão sem rentabilidade no varejo. https://stringhini.com.br/rentabilidade-no-varejo-sortimento-certo/ https://stringhini.com.br/rentabilidade-no-varejo-sortimento-certo/#respond Wed, 08 Apr 2026 20:25:08 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90703

👉 Descubra os perigos da expansão sem rentabilidade no varejo e como o Sortimento Certo elimina erros para aumentar seu ticket médio e escalar com segurança.

Sua loja está crescendo… ou só aumentando o problema?

Expandir lojas, abrir novas unidades, testar novos formatos.
Na teoria, isso significa crescimento.

Mas na prática, muitos varejistas enfrentam um cenário diferente:
👉 quanto mais crescem, mais difícil fica controlar a operação.
👉 os problemas se multiplicam junto com as lojas.

E o motivo quase nunca está onde o gestor imagina.

🚨 O verdadeiro gargalo: baixa governança de execução e sortimento

Quando falamos de crescimento no varejo, dois pilares são decisivos:
– Execução no ponto de venda (PDV)
– Gestão estratégica do sortimento

Sem isso, o que acontece é simples:
– Cada loja opera de um jeito
– O mix de produtos perde consistência
– Decisões são tomadas no “achismo”
– A operação depende de pessoas-chave

👉 Resultado: o crescimento deixa de ser saudável e passa a ser um risco.

rentabilidade no varejo, crescer, lojas, expansão

📉 O efeito invisível: crescer crescer sem rentabilidade

Sem governança clara, a expansão tende a:
🔹 Espalhar erros operacionais
🔹 Aumentar desperdício de espaço e estoque
🔹 Reduzir o giro de produtos
🔹 Dificultar o controle do desempenho

E o mais crítico:
👉 cada nova loja amplifica o problema existente

💸 O custo real disso tudo

Esse cenário gera três impactos diretos:

1. Crescimento mais caro
Mais estoque, mais ruptura, mais retrabalho.

2. Crescimento mais arriscado
Decisões sem base aumentam a margem de erro.

3. Crescimento menos previsível
Sem padrão, não há controle.

rentabilidade no varejo, crescer, lojas, expansão

🧠 Onde entra o Sortimento Certo da Stringhini?

O Sortimento Certo atua exatamente nesse ponto crítico: organizar, padronizar e tornar inteligente o mix de produtos da loja.

Ele utiliza o conceito de Gerenciamento por Categorias (GC) para transformar o sortimento em uma estrutura estratégica.

🔍 Como o Sortimento Certo funciona na prática

O processo envolve:

1. Análise estatística do mix
🔸 Identificação dos produtos que realmente vendem
🔸 Análise de curva ABC
🔸 Concentração de faturamento

2. Definição do papel das categorias

Cada categoria passa a ter um objetivo claro:
🔹 Destino
🔹 Conveniência
🔹 Impulso
🔹 Rotina
👉 Isso direciona decisão e exposição

3. Otimização do sortimento
🔸 Retirada de produtos com baixa performance
🔸 Redução de excesso
🔸 Foco nos itens que geram resultado

4. Estruturação do mix por loja
👉 não é “um mix padrão para todos”
👉 é um mix alinhado ao perfil de cada operação

5. Direcionamento para execução (PDV)
🔹 Organização da gôndola
🔹 Definição de exposição
🔹 Melhoria da jornada de compra

rentabilidade no varejo, crescer, lojas, expansão

Por que isso resolve o problema de crescimento?

Porque o Sortimento Certo cria o que faltava:

✔ PADRÃO
Todas as lojas passam a operar com uma lógica estruturada.

✔ ESCALABILIDADE
Você consegue crescer sem perder controle.

✔ PREVISIBILIDADE
Decisões passam a ser baseadas em dados, não percepção.

✔ EFICIÊNCIA
Menos produtos errados, mais produtos certos vendendo.

📊 O que varejistas começam a enxergar

Após a aplicação:
🔹 até 70% do faturamento concentrado em poucos produtos
🔹 redução significativa de itens sem giro
🔹 melhoria no ticket médio
🔹 maior clareza na gestão

Checklist: sua loja está pronta para crescer?

Responda com sinceridade:

1) Você sabe quais produtos geram a maior parte do faturamento?
2) Seu mix é padronizado entre lojas?
3) As categorias têm papéis definidos?
4) Você consegue replicar sua operação com consistência?
5) Sua decisão é baseada em dados ou percepção?

👉 Se respondeu “não” para 2 ou mais:
seu crescimento pode estar limitado.

rentabilidade no varejo, crescer, lojas, expansão

⏱ Quando aplicar o Sortimento Certo?

Esse é o ponto estratégico.

👉 O momento ideal é quando:
➡ você quer expandir (novas lojas ou formatos)
➡ sua operação está desorganizada
➡ o mix está grande, mas pouco eficiente
➡ existe dificuldade em manter padrão
➡ o resultado varia muito entre lojas

🚀 Crescer sem controle não é crescer

Muitos varejistas acreditam que estão evoluindo, mas na prática: estão apenas aumentando a complexidade

Crescimento saudável exige:
– Controle
– Padrão
– Estratégia

E isso começa pelo básico: 👉 ter o produto certo, no lugar certo, vendendo.

📌 Conclusão

– Se sua operação depende de esforço constante para funcionar, se cada loja parece um negócio diferente, se o crescimento vem acompanhado de mais problemas…

👉 o que falta não é mais venda.
👉 é estrutura.

🤔 Quer entender onde sua loja está perdendo eficiência hoje?

Fale com a Stringhini e descubra como organizar o seu sortimento pode organizar  e acelerar o crescimento da sua empresa. 📳 Clique nesse whatsapp

 

Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

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🏪 Loja do futuro ainda depende do básico bem executado, aponta especialista https://stringhini.com.br/loja-do-futuro-depende-do-basico-executado/ https://stringhini.com.br/loja-do-futuro-depende-do-basico-executado/#respond Wed, 01 Apr 2026 19:36:17 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90692

No cenário onde a loja do futuro acelera investimentos em I.A, digitalização e experiências imersivas, estudos mostram que o cliente ainda valoriza a execução básica.

🚀 O varejo está evoluindo — mas será que está executando bem o básico?

O varejo vive um momento de transformação acelerada.

Inteligência artificial, automação, experiências digitais e jornadas cada vez mais integradas estão no centro das estratégias das empresas. Mas existe um ponto crítico que muitos varejistas ainda ignoram:

👉 A loja do futuro continua dependendo do básico bem executado.

Estudos recentes mostram que, mesmo com toda a evolução tecnológica, o consumidor ainda valoriza aspectos fundamentais:
– encontrar o produto com facilidade
– ter uma experiência fluida na loja

– não enfrentar ruptura
– perceber organização e lógica na exposição

Ou seja:
❗ o problema não é falta de tecnologia — é falta de execução.

loja do futuro, básico e loja
⚠ O erro do varejo moderno: investir no futuro sem corrigir o presente

Muitos varejistas estão investindo em:
🤖 inteligência artificial
📊 dashboards avançados
🛒 soluções digitais

👉Mas continuam enfrentando problemas básicos na operação:
– produtos mal posicionados
– categorias sem lógica
– excesso de itens de baixo giro
– falhas no abastecimento da loja
– cadastro inconsistente

 Resultado:
📉 perda de vendas
💸 redução do ticket médio
🛒 experiência frustrante para o cliente

🧠 Por que o básico ainda define o resultado da loja?

A tecnologia pode apoiar decisões, mas:
👉 quem executa é a operação

E no varejo, execução significa:
– produto certo
– no lugar certo
– na quantidade certa
– no momento certo

Se esses quatro pontos falham, nenhuma tecnologia resolve.

loja do futuro, básico e loja

📊 Onde a execução impacta diretamente o resultado

A matéria destaca pontos críticos onde tecnologia e operação se conectam:
👉 decisões mais precisas de mix
👉 redução de rupturas
👉 planogramas mais eficientes
👉 jornadas mais fluidas

Mas para isso funcionar, é preciso estrutura.

🔧 Os 3 pilares operacionais que sustentam a loja do futuro

1⃣ Sortimento certo: vender o que realmente gira
Um dos maiores erros do varejo é trabalhar com um mix baseado em percepção.

👉 Isso gera:
– produtos parados
– falta de itens importantes
– ocupação ineficiente de espaço

Com o Sortimento Certo, a loja passa a:
✔ selecionar produtos com base em dados
✔ aumentar o giro
✔ melhorar o ticket médio
✔ atender melhor o perfil do cliente

2⃣ Planogramação: transformar estratégia em exposição
Não basta ter o produto certo.
👉 Ele precisa estar bem posicionado.

A planogramação organiza a loja com base em:
– fluxo de clientes
– categorias complementares
– visibilidade
– comportamento de compra

👉 Resultado:
✔ mais conversão
✔ mais venda por impulso
✔ melhor experiência

loja do futuro, básico e loja

3⃣ Gestão de cadastro de produtos: a base invisível do varejo

Poucos varejistas percebem, mas:
👉 o cadastro de produtos impacta diretamente a execução

Problemas comuns:
– descrições inconsistentes
– categorias erradas
– falta de padronização

👉 Isso compromete:
📊 análise de dados
📦 gestão de estoque

🛒 exposição na loja

Com uma gestão estruturada de cadastro:
✔ decisões ficam mais precisas
✔ operações ganham consistência
✔ a execução melhora na ponta

📋 Checklist: sua loja está pronta para o futuro?

Antes de investir em tecnologia, avalie:
✔ sua loja tem um sortimento baseado em dados?
✔ existe padronização na exposição dos produtos?
✔ você utiliza planogramas de forma estratégica?
✔ o cadastro de produtos é confiável e estruturado?
✔ você consegue medir a execução da loja?

Se a resposta for “não” para vários pontos:
❗ o problema não está no futuro
❗ está no básico

loja do futuro, básico e loja

🧠 Como aplicar isso na prática (passo a passo)

1. Diagnosticar a operação atual
Mapear falhas de execução e gargalos

2. Ajustar o sortimento
Eliminar excessos e incluir produtos estratégicos

3. Implementar planogramas
Padronizar a exposição por categoria

4. Organizar o cadastro de produtos
Garantir consistência e qualidade dos dados

5. Monitorar continuamente
Criar rotina de acompanhamento da execução

👉 Execução não é evento. É processo contínuo.

 O papel da Stringhini na transformação do varejo

A Stringhini Varejo Inteligente  atua exatamente nesse ponto crítico:

👉 transformar estratégia em execução real

Com soluções como:
📊 Sortimento Certo
📦 Planogramas estratégicos
📋 Gestão de cadastro de produtos
🏪 Monitoramento da execução

A empresa ajuda varejistas a:
✔ aumentar o ticket
✔ abastecer melhor a loja
✔ melhorar a experiência do cliente
✔ crescer com consistência

loja do futuro, básico e loja📌 Conclusão

A loja do futuro não será definida apenas por tecnologia.
👉 Ela será definida por quem executa melhor o básico.

Empresas que ignoram isso:
❗ investem mais
❗ entendem menos
❗ e vendem abaixo do potencial

Já aquelas que estruturam a execução:
✔ vendem mais
✔ operam melhor
✔ crescem com consistência

👉 Quer entender onde sua loja pode estar perdendo resultado?

Fale com um especialista da Stringhini e receba uma avaliação prática da sua operação. 📳 Clique aqui e fale no  whatsapp

Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

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🤖📉IA no varejo: Pesquisa revela discordância entre empresas e clientes +3 Pilares Fundamentais! https://stringhini.com.br/pesquisa-ia-no-varejo-percepcao-clientes/ https://stringhini.com.br/pesquisa-ia-no-varejo-percepcao-clientes/#respond Thu, 26 Mar 2026 17:54:12 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90678

Pesquisa mostra diferença entre percepção de empresas e clientes sobre uso da IA no varejo. Entenda o impacto no varejo e como corrigir na execução.

A Inteligência Artificial está cada vez mais presente no varejo.

Empresas investem em tecnologia para:
📊 melhorar decisões
📈 aumentar vendas
🛒 entender o comportamento do consumidor 

Mas uma pesquisa recente trouxe um alerta importante:
👉 96% das empresas acreditam oferecer boa experiência
👉 Por outro lado, apenas 66% dos dos clientes concordam.

Ou seja:
❗ existe um gap claro entre o que a empresa faz… e o que o cliente sente.

 IA no varejo, avrejo inteligente, execução

⚠ Um problema estrutural — não pontual

Esse desalinhamento não é um erro isolado. Ele já virou um padrão no mercado.

Como reforça um dos especialistas da área:

“Esse avanço é excelente, porém ele ainda guarda um descompasso que já virou estrutural na adoção de novas tecnologias e ferramentas: o que as empresas acham que entregam não é exatamente o que o cliente percebe no seu lado da interação, e isso gera ruído, diminui a satisfação e pode levar à rejeição, no futuro.”

👉 Essa análise mostra que o problema vai além da tecnologia.

Ele está na forma como ela é aplicada.

📊 O problema não é a IA — é a execução

Outro dado da pesquisa reforça isso:
56% dos consumidores tiveram problemas resolvidos por IA sem intervenção humana
Mas apenas 16% relataram continuidade da experiência sem precisar repetir informações

O que isso significa na prática?
👉 a tecnologia funciona…
👉 mas a experiência ainda falha

E no varejo, isso é crítico. Porque experiência ruim não gera venda.

Isso acontece porque:
🔹 dados não viram ação
🔹 decisões não chegam na loja
🔹 processos não são padronizados
🔹 a operação ainda depende do improviso

A tecnologia evoluiu, mas a execução não acompanhou.

 IA no varejo, avrejo inteligente, execução

🏪 Onde isso impacta de verdade

No varejo, o resultado não acontece no sistema.

👉 Ele acontece na loja.
👉 Ele acontece na prateleira.
👉 Ele acontece no comportamento do cliente.

E é exatamente aí que o problema aparece.

Mesmo com tecnologia disponível, muitas lojas ainda enfrentam:
➡ produtos mal posicionados
➡ categorias sem lógica estratégica
➡ falhas no abastecimento da loja
➡ excesso de produtos de baixo giro
➡ ausência de itens importantes

Tudo isso impacta diretamente a decisão de compra.

💸 O custo invisível da má execução

Esse desalinhamento gera perdas que muitas vezes não são visíveis nos relatórios. Mas estão acontecendo diariamente:
📉 perda de margem
🛒 queda na conversão de vendas
📦 baixo giro de produtos
💸 desperdício de espaço na loja

E o mais perigoso:  muitas empresas não conseguem medir essas perdas.

 IA no varejo, avrejo inteligente, execução

🧠 Como fazer a IA funcionar de verdade no varejo

A pesquisa deixa claro:
👉 não basta investir em tecnologia
👉 é preciso estruturar a execução

Para que a IA gere resultado real, três pilares são fundamentais:

📊 1. Dados organizados

Sem dados confiáveis:
– análises ficam distorcidas
– decisões perdem precisão
– oportunidades são perdidas

📋 2. Processos estruturados

A loja precisa operar com padrão.

Isso inclui:
planogramas definidos
– regras claras de exposição
– critérios de sortimento
– padrões de abastecimento da loja

Sem isso:
👉 cada loja vira uma operação diferente

🏪 3. Execução na ponta

Sem execução, nada acontece.

A equipe precisa:
– aplicar padrões
– manter consistência
– corrigir desvios rapidamente

👉 Execução não é esforço. Execução é sistema.

 IA no varejo, avrejo inteligente, execução

📋 Checklist: sua loja está pronta?

Antes de investir mais em tecnologia, responda:
☑ sua loja possui padrão de execução?
☑ categorias estão organizadas estrategicamente?
☑ o sortimento é baseado em dados?
☑ existe controle do abastecimento da loja?
☑ decisões são baseadas em indicadores?

👉 Se a resposta for “não” para vários pontos:

O problema não é tecnologia
❗ é execução

🚀 O papel da Stringhini

A Stringhini Varejo Inteligente atua exatamente nesse ponto crítico: transformar estratégia em execução real.

Com soluções como:
📊 Sortimento Certo — define o mix ideal com base em dados
📦 Planogramas estratégicos — organizam a exposição para vender mais
🛒 Gestão de categorias — melhora performance e experiência
📋 Monitoramento da execução — garante padrão e consistência

👉 Isso permite que qualquer tecnologia — inclusive IA — funcione de verdade.

 IA no varejo, avrejo inteligente, execução


📌 Conclusão

A pesquisa deixa um ponto claro:
👉 o problema não é falta de tecnologia
👉 é falta de execução

Empresas que ignoram isso:
❗ investem mais
❗ entendem menos
❗ e performam abaixo do potencial

Já aquelas que estruturam a operação conseguem:
 aumentar o ticket
☑ melhorar a experiência do cliente
☑ transformar dados em resultado
☑ crescer com consistência

👉 Quer entender onde sua loja pode estar perdendo resultado?

Fale com a Stringhini e solicite uma avaliação gratuita da sua operação.
📳 Clique aqui e fale no  whatsapp

Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

 reduzir o mix

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🏪 Execução no varejo: o erro silencioso que impede supermercados de crescer 📉 https://stringhini.com.br/execucao-no-varejo-supermercados/ https://stringhini.com.br/execucao-no-varejo-supermercados/#respond Thu, 19 Mar 2026 14:20:12 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90658

👉 Descubra por que a execução no varejo impacta diretamente as vendas e como estruturar processos para aumentar o ticket e melhorar resultados.📊

Todo supermercadista quer crescer 📈

Todo supermercadista que se preze sonha em crescer.

⚠Expandir a rede, abrir novas lojas, adotar novas tecnologias, aumentar participação de mercado e melhorar a experiência do cliente fazem parte da visão de qualquer gestor de varejo.

Mas existe uma pergunta essencial que poucas empresas fazem:

🤔 O que realmente sustenta o crescimento de um supermercado?

A resposta não está apenas em marketing, tecnologia ou promoções.

O fator que sustenta o crescimento de qualquer operação varejista é a execução no varejo.✅

E esse é justamente um dos pontos mais negligenciados na gestão de supermercados.

Enquanto muitas empresas investem em campanhas, sistemas e expansão, esquecem que crescer sem execução estruturada é a forma mais rápida de escalar erros.

Execução no varejo

👀 O problema invisível da execução no varejo

Em reuniões estratégicas é comum ver análises detalhadas sobre vendas.

Executivos dominam números como:
🔸 quem vende mais
🔸 quem vende menos
🔸 quais lojas estão crescendo
🔸 quais categorias estão performando melhor

Os dashboards são cada vez mais completos.
ERPs e sistemas de gestão oferecem relatórios extremamente detalhados.

Mas quando surge outra pergunta importante:
👉 Como está a execução na loja?

Muitas empresas ainda não têm uma resposta clara. Nesse momento surgem comentários como:
🔹 “A loja está mais ou menos organizada”
🔹 “A equipe está fazendo o possível”
🔹 “Cada loja executa de um jeito”

Ou seja:
❗ Opiniões substituem dados.

E quando execução vira opinião, a gestão perde controle sobre uma das áreas mais críticas da operação.❌

Execução no varejo💸 Quanto custa uma execução ruim no varejo?

Uma execução ineficiente pode consumir uma parcela significativa da margem de uma rede varejista.

Em supermercados, perdas entre 3% e 5% da margem relacionadas à execução não são raras.

Essas perdas podem surgir de problemas aparentemente simples:
👉 produtos mal posicionados na gôndola
👉 falta de abastecimento da loja em itens importantes
👉 excesso de produtos de baixo giro
👉 sortimento desalinhado com o perfil do consumidor
👉 categorias mal organizadas
👉 promoções mal executadas

O mais perigoso é que essas perdas raramente aparecem de forma clara nos relatórios. Elas ficam diluídas no resultado geral da operação.

E muitas empresas sequer sabem quanto estão perdendo com falhas de execução.

🚫 Execução não é improviso

Existe um erro comum no varejo: Acreditar que execução significa apenas trabalhar mais ou fazer melhor.

“Mas execução não é apenas esforço.
Execução também não é improviso.
👉 Execução é sistema.

Um sistema de execução eficiente possui quatro pilares fundamentais.

Execução no varejo

📋 1. Regras claras e padronização

Uma operação varejista precisa ter padrões bem definidos.

Isso inclui:
🔹 planogramas por categoria
🔹 regras de exposição de produtos
🔹 critérios claros de sortimento
🔹 padrões de abastecimento da loja
🔹 layout estratégico

Quando essas regras não existem ou não são respeitadas, cada loja começa a operar de forma diferente.

E isso gera inconsistência na experiência do cliente.

Padronizar a execução permite que o consumidor encontre o que procura com facilidade.

📊 2. Monitoramento contínuo da execução

Outro erro comum é monitorar a execução apenas de forma pontual.

Algumas redes fazem auditorias mensais ou avaliações esporádicas.

Mas execução não pode ser analisada apenas de vez em quando.

Ela precisa de monitoramento constante.

Indicadores de execução devem ser acompanhados com frequência para identificar rapidamente problemas como:
👉 falta de abastecimento da loja
👉 exposição incorreta de produtos
👉 quebra de planogramas
👉 desorganização de categorias

Sem esse monitoramento, padrões deixam de ser seguidos e a operação volta ao improviso.

Execução no varejo

🔎 3. Indicadores conectados às vendas

Uma pergunta estratégica que poucos varejistas conseguem responder é:

Qual execução explica minhas vendas?

Muitas empresas acompanham resultados comerciais, mas não conseguem conectar esses resultados com a execução da loja.

Sem indicadores de execução, decisões acabam sendo tomadas com base em percepções.

Quando execução não é medida:
❗ Ela vira opinião.

👥 4. Treinamento constante da equipe

Treinamento no varejo não deve ser um evento isolado.

Cursos realizados em salas de reunião raramente mudam o comportamento da operação. Treinamento real acontece no dia a dia da loja.

Quando a execução é monitorada e acompanhada com frequência, o próprio processo se torna uma ferramenta de aprendizagem.

Execução no varejo

🛒 Execução e sortimento: um ponto crítico no varejo

Um dos pilares da execução no varejo é a gestão do sortimento.

Muitas lojas trabalham com um mix definido mais por percepção do que por dados.

Isso gera dois problemas clássicos:
🔸 produtos parados ocupando espaço
🔸 ausência de itens importantes para o consumidor

A gestão estratégica de sortimento ajuda a resolver esse problema.

Quando o mix é definido com base em dados de vendas e perfil do cliente, a loja consegue:
✅ aumentar o giro de produtos

✅ melhorar a experiência de compra
✅ aumentar o ticket
✅ utilizar melhor o espaço da loja

📦 O papel do planograma na execução

Outro elemento fundamental para a execução eficiente é o planograma. É ele quem define como os produtos devem ser organizados na loja.

Ele considera fatores como:
➡ fluxo de clientes
➡ visibilidade de produtos
➡ categorias complementares
➡ exposição estratégica

Sem planogramas bem definidos, cada colaborador organiza a prateleira de forma diferente.

📌 Conclusão

Execução no varejo

Crescimento sustentável depende de estrutura operacional.

Sem execução estruturada, o crescimento apenas amplia os erros existentes.

Por outro lado, empresas que tratam execução como sistema conseguem:
☑padronizar operações
☑ melhorar a experiência do cliente
☑ abastecer melhor a loja
☑ aumentar o ticket

E no final, o resultado aparece exatamente onde deveria aparecer:
🏪 na loja
💰 e no caixa

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Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

 reduzir o mix

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⚠️Como Preparar Sua Loja para a Semana do Consumidor e Vender Mais (Sem Depender de Desconto) https://stringhini.com.br/como-preparar-sua-loja-semana-do-consumidor/ https://stringhini.com.br/como-preparar-sua-loja-semana-do-consumidor/#respond Fri, 13 Mar 2026 17:47:25 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90640

🧐 Descubra como preparar sua loja para vender mais na Semana do Consumidor

A Semana do Consumidor se tornou uma das datas promocionais mais importantes do varejo brasileiro. Durante esse período, milhares de lojas apostam em campanhas agressivas de desconto para atrair clientes e aumentar o volume de vendas.

❌ Mas existe um erro estratégico muito comum: acreditar que mais desconto automaticamente gera mais resultado. Na prática, isso nem sempre acontece.

Quando a loja não está estruturada para converter fluxo em vendas, a promoção pode até aumentar o movimento, mas não necessariamente melhora o faturamento ou a rentabilidade do negócio.

Antes de preparar suas ofertas para a Semana do Consumidor, vale entender um ponto fundamental: Promoção não substitui estratégia de loja. 🧠

Desconto é uma ferramenta poderosa, mas quando ele vira a principal estratégia de vendas, pode indicar problemas na estrutura da operação.

Preparar sua loja

Durante datas promocionais, muitos varejistas focam quase exclusivamente em três fatores:
🔹 Aumentar o percentual de desconto 💸
🔹 Divulgar ofertas agressivas 📢
🔹 Gerar o máximo de tráfego possível 🚶‍♂️🚶‍♀️

Esse movimento realmente pode aumentar o fluxo de clientes na loja ou no e-commerce. O problema surge quando o cliente entra, compra apenas o produto em promoção e vai embora.

Nesse cenário:
🔹
O ticket médio não cresce
🔹 As vendas complementares não acontecem
🔹 A margem diminui
🔹 E o resultado final fica abaixo do esperado

👉 Ou seja, o varejista vende mais unidades, mas não necessariamente ganha mais dinheiro.

Esse fenômeno cria o que especialistas chamam de “ilusão de crescimento”: o volume aumenta, mas a lucratividade não acompanha.

👉 E quando isso se repete várias vezes, a loja passa a depender de promoções cada vez maiores para manter o mesmo nível de vendas.

Volume alto nem sempre significa lucro 📉

É importante entender uma diferença fundamental no varejo: faturamento não é resultado!⚠

Quando os descontos são muito agressivos, a margem por produto diminui significativamente.

Se a operação não estiver preparada para estimular compras adicionais, o aumento de volume pode não compensar a redução da margem.

Na prática, o que acontece é o seguinte:
👉 O cliente entra na loja atraído por uma oferta
👉 Compra o item promocional
👉 Não encontra estímulos para explorar outras categorias
👉 Finaliza a compra com um carrinho pequeno 🛒

Esse comportamento reduz o potencial de faturamento da loja justamente no momento em que o fluxo está maior. Por isso, antes de pensar no percentual de desconto, é essencial olhar para a estrutura da loja.

Preparar sua loja

Para transformar fluxo em vendas de verdade, três pilares precisam estar bem estruturados no ponto de venda:

1. 📋 Sortimento adequado – O sortimento é o conjunto de produtos disponíveis na loja.

Quando o mix não é bem definido, surgem dois problemas comuns:
🔸 Excesso de produtos com baixa saída
🔸 Falta de itens que o consumidor realmente procura

Um sortimento bem planejado garante que a loja tenha os produtos certos para atender às necessidades do cliente e estimular compras adicionais.

2. 🛒 Layout estratégico – O layout da loja influencia diretamente no comportamento de compra.

Quando os produtos estão organizados de forma estratégica, o cliente percorre mais áreas da loja e encontra itens complementares ao que já pretendia comprar.

Isso aumenta naturalmente o ticket médio. Por exemplo:
🔸 Massas próximas a molhos
🔸 Café próximo a biscoitos
🔸 Produtos para churrasco organizados na mesma área

Essa organização facilita a compra e estimula o consumo.

3. ✅ Execução padronizada – Mesmo quando a estratégia é bem planejada, o resultado depende da execução.

Gôndolas desorganizadas, produtos fora do lugar, rupturas de estoque e comunicação confusa prejudicam a experiência do consumidor.

Por isso, a padronização da execução no ponto de venda é fundamental para garantir que a estratégia realmente funcione.

Quando a promoção realmente funciona 🚀

✅ Promoções podem ser extremamente eficientes quando a loja está bem estruturada.

Nesse cenário, o desconto funciona como um acelerador de vendas. Ele aumenta o fluxo de clientes, mas a loja está preparada para converter esse fluxo em compras maiores.

Isso acontece porque:
🔹 O sortimento atende às necessidades do consumidor
🔹 A exposição estimula compras adicionais
🔹 A execução garante que os produtos estejam disponíveis

O resultado é um aumento real de faturamento, e não apenas um crescimento temporário de volume.

A pergunta que todo varejista deveria fazer antes da Semana do Consumidor 🤔

Antes de lançar sua campanha promocional, vale refletir sobre uma pergunta simples: Sua loja está preparada para aumentar o ticket médio… ou apenas para vender barato?

💡 Essa diferença pode determinar o sucesso ou o fracasso da sua estratégia na Semana do Consumidor.

Se a estrutura da loja não estiver alinhada, a promoção pode gerar movimento — mas dificilmente vai gerar resultado sustentável.

Preparar sua loja

Para ajudar varejistas a avaliar rapidamente a estrutura da operação, foi criado o Checklist da Loja Inteligente.

Em poucos minutos, é possível analisar pontos fundamentais como:
🔹 Organização das categorias
🔹 Estratégia de sortimento
🔹 Exposição de produtos
🔹 Execução no ponto de venda

A avaliação é rápida e ajuda a identificar se a loja está realmente preparada para aproveitar todo o potencial da Semana do Consumidor.

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Leva menos de 2 minutos — e pode revelar oportunidades importantes para melhorar seus resultados. 📈

E se houver qualquer dúvida, pode chamar um dos especialistas da Stringuini Varejo, que estaremos prontos para te atender! Basta clicar nesse Whatsapp


Grande abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente

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