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	<title>Varejo &#8211; Stringhini Varejo Inteligente</title>
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	<title>Varejo &#8211; Stringhini Varejo Inteligente</title>
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		<title>O gerenciamento por categorias começa na cabeça de quem decide</title>
		<link>https://stringhini.com.br/mentalidade-gerenciamento-por-categorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento por Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[A mentalidade no gerenciamento por categorias vem antes das ferramentas. Ela se revela em quatro territórios: a loja, as categorias, o ambiente e a execução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div><div style="background:#f0f4ff; border-left:4px solid #0f1c45; padding:20px 24px; margin:0 0 32px 0; border-radius:0 4px 4px 0;">
<h2 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 12px 0;">Principais conclusões</h2>
<ul style="margin:0; padding-left:20px; color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7;">
<li style="margin-bottom:8px;">No gerenciamento por categorias, a mentalidade vem antes da ferramenta, do dado e do método, e se revela em pequenas decisões tomadas no automático.</li>
<li style="margin-bottom:8px;">A pergunta embaixo de tudo é uma só: quem opera está pensando na loja toda ou apenas num pedaço dela?</li>
<li style="margin-bottom:8px;">A mentalidade deixa marca em quatro territórios: a loja, as categorias, o ambiente e a execução.</li>
<li style="margin-bottom:8px;">Ranking, variação e participação ajudam a entender, mas não bastam: sustentar vendas crescentes exige análise estatística de causa e efeito sobre sortimento, espaço e número de marcas.</li>
<li style="margin-bottom:8px;">Com o mesmo sistema, o mesmo espaço e a mesma equipe, o olhar da loja inteira rende mais, porque faz cada decisão pequena remar para o mesmo lado.</li>
</ul>
</div>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><em>A loja toda ou um pedaço dela? A mentalidade que determina como a empresa organiza, analisa e executa sua estratégia de categorias.</em></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">João Stringhini · Stringhini Varejo Inteligente · 2026 · DOI: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.21795259" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">10.5281/zenodo.21795259</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Quantas empresas nós vemos fazendo bons e grandes investimentos em gerenciamento por categorias, com equipes de profissionais sérios e comprometidos, e mesmo assim sem alcançar os resultados que tanto perseguem? Não é falta de recurso, e tampouco falta de dedicação dos times. É um fato que passa despercebido, e que é fundamental, a base de tudo: a mentalidade.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A mentalidade determina o que fazemos, como vemos o mundo e como usamos os recursos que temos à disposição. A mentalidade vem antes das ferramentas, antes dos dados e até antes do método. Ela, por estar dentro de nós, é a última coisa que percebemos. É a nossa natureza, e ninguém enxerga a sua própria natureza no espelho.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A mentalidade, dificilmente, aparece quando falamos dela. Ela se traduz em pequenas decisões que tomamos no automático, no dia a dia, quase sem pensar. Cada uma dessas decisões, quando olhadas juntas, responde a uma única pergunta escondida no fundo: quem opera está pensando na oferta como um todo ou apenas em uma parte da oferta?</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Vamos percorrer este tema com calma. A mentalidade não se revela num único gesto grandioso. Ela se espalha em pequenas decisões que vão compor o que é o nosso gerenciamento por categorias. O fruto do nosso gerenciamento por categorias evidencia-se em quatro territórios:</p>
<ul style="color:#000000;font-weight:normal;font-size:16px;line-height:1.7;margin:0 0 14px 0;padding-left:22px;">
<li style="margin-bottom:8px;">A loja: como vemos e entendemos a oferta;</li>
<li style="margin-bottom:8px;">Categorias: como montamos e as analisamos;</li>
<li style="margin-bottom:8px;">O ambiente: como é organizado;</li>
<li style="margin-bottom:8px;">Execução: como envolvemos as pessoas.</li>
</ul>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Em cada um desses territórios, a mentalidade deixa a sua marca.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">A loja: como vemos e entendemos a oferta</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Vamos falar em loja pois é mais fácil de visualizar. Agora, quando estamos falando em loja estamos falando da oferta da empresa, seja na loja, no site etc.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Comece pela pergunta mais básica de todas: o que é, afinal, gerenciar as categorias? Para alguns, é negociar espaço, fechar acordos, arrumar os produtos pela conveniência de quem abastece. Para outros, é organizar a oferta da loja sob a ótica de quem compra. As duas definições parecem próximas, mas nascem de mentalidades opostas, e essa primeira escolha já contamina tudo o que vem depois.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Repare em quem decide o desenho das categorias. Se quem define é o fornecedor, que conhece profundamente o produto dele, cada categoria nasce desenhada para vender aquele produto. Se quem define é o varejista, olhando todas as categorias em equilíbrio, elas nascem desenhadas para a loja vender melhor no conjunto. É o mesmo espaço, recortado por duas cabeças diferentes, e o recorte carrega a intenção de quem o faz.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A mesma mentalidade aparece em onde o gerenciamento por categorias mora dentro da empresa. Quando ele é um apêndice da área de compras, ele pensa como compra: preço, acordo, volume. Quando responde à direção, como estratégia da loja, ele pensa como dono do resultado. E aparece também no alcance do olhar. Quem enxerga a loja inteira gerencia o salão todo. Quem enxerga pedaços de destaque cuida da ponta de gôndola, da entrada, do ponto-extra negociado, e chama isso de gerenciamento por categorias. Não é. É gerência de vitrines, espaços, campanhas etc. Gerenciamento por Categorias é conseguir ver a loja como um todo, é olhar cada metro de área útil de vendas como parte de um todo que precisa funcionar junto.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Categorias: como montamos e as analisamos</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Tendo a visão do todo, é preciso compor as categorias. E aqui a mentalidade se revela em duas frentes que nem sempre recebem a devida atenção.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A primeira é o cadastro de produtos. Parece burocracia, mas as categorias são construídas sobre ele. Uma base suja, com produtos mal classificados, gera uma leitura distorcida de tudo o que vem depois: a análise distorce, o sortimento desequilibra, o planograma repete erros em escala. Quem trata o cadastro como detalhe está, sem saber, comprometendo cada decisão que vai tomar a partir dele. Quem trata o cadastro como fundação sabe que ali ganha ou perde a categoria antes mesmo da sua presença em gôndola.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A segunda frente é a forma de leitura dos resultados de vendas. Diante de um resultado, o desinformado decide com base em ranking de vendas dos produtos e categorias, variação de vendas dos produtos e categorias e/ou a participação dos produtos ou categorias no faturamento. Estes indicadores sempre serão utilizados para compreender melhor o comportamento de produtos e categorias, mas nem de perto são suficientes para sustentar um projeto de gerenciamento por categorias e, menos ainda, para manter vendas crescentes de uma operação de varejo.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Na leitura de vendas temos que ter domínio de análises estatísticas de causa e efeito para identificar qual o conjunto de produtos, a quantidade de produtos, a quantidade de marcas por categoria, o espaço por categoria etc que melhor explicam o crescimento de vendas e margem. Assim, saberemos o que fazer para manter vendas crescentes. Quantos produtos devemos trabalhar, quanto cada categoria tem de participar, qual o espaço que cada categoria deve receber etc. A diferença entre as duas mentalidades é significativa, uma ficará na eterna tentativa e erro e a outra terá o domínio das causas reais de desenvolvimento das suas categorias e do seu negócio.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">O ambiente: como é organizado</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O espaço de loja é finito. Cada centímetro dado a um produto é um centímetro tirado de outro, e é por isso que as decisões de espaço são as que mais denunciam a mentalidade do negócio e de suas lideranças.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Quando um produto ganha o melhor ponto, vale perguntar por quê. Porque ele vende e conversa com a estratégia da loja, ou porque um contrato pagou por aquela posição? Ambas convivem o tempo todo, e a ordem em que elas entram na decisão revela a cultura e a mentalidade dominante na empresa. Primeiro o resultado da loja e a margem, com o contrato entrando como consequência? Ou, primeiro o contrato, e a loja que se ajuste ao que foi vendido?</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A exposição dos produtos e a planogramação contam a mesma história. Vale a árvore de decisão da categoria ou a lógica do fornecedor, organizando os produtos pela vontade de quem o fabrica? Uma explora os mecanismos inconscientes do shopper que decide na frente da gôndola, potencializando a compra por impulso no momento certo. Outra expressa a vontade do fabricante que na grande maioria das vezes não mantém nenhuma relação com fenômenos psíquicos capazes de gerar mais vendas.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Assim, o mobiliário, os equipamentos, as formas de expor, que muita gente trata como assunto neutro, determinam como a loja comunica-se e vende. Nada disso é neutro. Cada decisão de espaço serve a alguém: ao shopper e à loja inteira, ou ao pedaço que gritou mais alto na negociação.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Execução: como envolvemos as pessoas</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">E chega o território onde a mentalidade encontra o chão de loja, o mais mal compreendido de todos. Porque execução parece assunto de controle, e é, na verdade, assunto de gente.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Comece pelo ritmo. Com que frequência se olha a gôndola de verdade? Quem a revê no relatório mensal trata a loja como uma fotografia, revista de vez em quando. Quem a acompanha a cada turno trata a loja como um organismo vivo, que muda da manhã para a tarde. É a mesma loja, vista por dois tipos de mentalidade, e o cliente sente a diferença na prateleira.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Repare no que se chama de ruptura. Para alguns, ruptura é o produto que faltou no estoque, e eles olham de dentro do depósito. Para outros, ruptura é a presença de produtos em uma quantidade inferior ao mínimo estabelecido, estes olham com o olho do shopper. O shopper não quer saber o que existe no estoque e não costuma gostar de levar a última ou uma das últimas unidades. Sem produto, pior, ele vê a lacuna e vai embora. E vai mais rápido do que se imagina: os estudos clássicos de falta na prateleira mostram que, diante da gôndola vazia, boa parte dos compradores troca de produto, adia a compra ou vai para outra loja, e uma parte não volta.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Mas o ponto mais fundo deste território é outro, e é onde a palavra execução engana. A gente pensa em execução como cumprir o que foi mandado, e monta auditoria para fiscalizar. Só que o plano mais bem-feito morre no chão de loja se quem o executa não entende por que está fazendo aquilo. O manual de execução não é um regulamento para cobrar. É a ponte que leva a estratégia pensada lá em cima até a mão de quem repõe a gôndola. E as pessoas executam bem apenas aquilo que compreendem. Uma equipe que entende o objetivo corrige sozinha o que nenhuma auditoria chegaria a ver. Uma equipe que só recebe ordem executa a ordem, não o resultado. Por isso gerir a execução é, no fundo, gerir o entendimento das pessoas. A mentalidade de quem opera só vira resultado quando vira, também, a mentalidade de quem executa.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">A loja toda, ou um pedaço dela</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Percorridos os quatro territórios, o que salta aos olhos é que a pergunta embaixo de todos é sempre a mesma: a loja toda, ou um pedaço dela? A visão de pedaço não é incompetente, e quase nunca é má. Ela herdou um jeito de enxergar que cuida bem de uma parte, e cuida com esmero, e é justamente por isso que engana. Ela faz uma categoria crescer, um ponto render, um acordo fechar, o número sobe, o relatório fica bonito, e ninguém percebe que a loja inteira não andou, ou recuou. Foi o pedaço que venceu, às custas do resto.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">E aqui cabe uma honestidade, para não simplificar. Mentalidade não fabrica o recurso que falta. A pesquisadora Carol Dweck, que estudou a fundo como a nossa maneira de encarar as coisas molda o que alcançamos, faz questão de alertar: mentalidade não é só disposição, ela exige estratégia e recurso, e serve para fechar lacunas de desempenho, não para escondê-las. O que a mentalidade decide é o quanto se extrai do que já se tem na mão. Com o mesmo sistema, o mesmo espaço e a mesma equipe, o olhar da loja inteira rende mais do que o olhar de pedaço. Não porque pensa mais bonito, mas porque faz cada decisão miúda remar para o mesmo lado.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">O que fazer ainda esta semana</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A boa notícia é que ninguém muda a própria mentalidade lendo sobre ela. Mas dá para começar a enxergá-la, e o que se enxerga se pode corrigir. Fica um convite, para esta semana. Na próxima decisão sobre a loja, qualquer uma, o preço de um item, o espaço de uma marca, a ordem de uma reposição, cabe uma pausa de um segundo antes: essa decisão está a favor de um pedaço, ou da loja toda? Não é preciso nem mudar a decisão. Basta ver de que tipo de mentalidade ela veio.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Porque no dia em que a gente começa a enxergar o próprio olhar, ele deixa de mandar sozinho. E é por aí que tudo começa.</p>
<h2 style="font-size:22px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:48px 0 24px 0;">Perguntas frequentes</h2>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é gerenciamento por categorias?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">É organizar a oferta da loja sob a ótica de quem compra, olhando todas as categorias em equilíbrio para a loja vender melhor no conjunto. Não se confunde com negociar espaço ou arrumar produtos pela conveniência de quem abastece. É ver a loja como um todo, cada metro de área útil como parte de um sistema.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Por que empresas investem em gerenciamento por categorias e não alcançam resultado?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Na maioria dos casos não falta recurso nem dedicação. Falta perceber a base: a mentalidade. Ela decide o quanto se extrai do sistema, do espaço e da equipe que já se tem, e uma mentalidade de pedaço faz uma parte crescer enquanto a loja inteira não anda.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Qual a diferença entre gerenciar a loja toda e cuidar de um pedaço?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Cuidar de um pedaço é tratar ponta de gôndola, entrada e ponto-extra como se fossem o gerenciamento por categorias. Isso é gerência de vitrines. Gerenciar a loja toda é olhar cada categoria em equilíbrio com as demais, para o conjunto vender melhor.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Ranking e participação de vendas bastam?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Não. Ajudam a entender o comportamento de produtos e categorias, mas não sustentam um projeto de GC. É preciso análise estatística de causa e efeito para saber qual conjunto de produtos, quantas marcas e quanto espaço por categoria explicam o crescimento de vendas e margem.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Por que o cadastro de produtos importa tanto?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Porque as categorias são construídas sobre ele. Uma base suja distorce a análise, desequilibra o sortimento e faz o planograma repetir erros em escala. Quem trata o cadastro como fundação sabe que ali ganha ou perde a categoria antes da gôndola.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é ruptura no gerenciamento por categorias?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Depende da mentalidade. Para alguns, é o produto que faltou no estoque, olhando de dentro do depósito. Para outros, é a presença de produtos abaixo do mínimo na prateleira, olhando com o olho do shopper. O shopper não quer saber o que existe no estoque: diante da gôndola vazia, boa parte troca de produto, adia a compra ou vai para outra loja, e uma parte não volta.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
<h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Como começar a mudar a mentalidade ainda esta semana?</h3>
<p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Ninguém muda a própria mentalidade lendo sobre ela, mas dá para começar a enxergá-la. Na próxima decisão sobre a loja, uma pausa de um segundo: essa decisão está a favor de um pedaço ou da loja toda? Não é preciso mudar a decisão, basta ver de que mentalidade ela veio.</p>
</div>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Referências e evidências</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Gruen, T., &amp; Corsten, D. (2008). A Comprehensive Guide to Retail Out-of-Stock Reduction in the FMCG Industry. Grocery Manufacturers of America. <a href="https://www.nacds.org/pdfs/membership/out_of_stock.pdf" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.nacds.org/pdfs/membership/out_of_stock.pdf</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Crisp. (s.d.). Tracking and Improving On-Shelf Availability (OSA): Getting Started. gocrisp.com. <a href="https://www.gocrisp.com/learning-center/retailer-guides/tracking-and-improving-on-shelf-availability-osa-getting-started" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.gocrisp.com/learning-center/retailer-guides/tracking-and-improving-on-shelf-availability-osa-getting-started</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Aalto University. (s.d.). Category management and captainship in retail: Case baby food in Finland. Aaltodoc. <a href="https://aaltodoc.aalto.fi/items/c97cf489-60b4-4386-b5af-f6190e4ef471" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://aaltodoc.aalto.fi/items/c97cf489-60b4-4386-b5af-f6190e4ef471</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Making Business Matter. (s.d.). Category Management: The Ultimate Guide. makingbusinessmatter.co.uk. <a href="https://www.makingbusinessmatter.co.uk/category-management-ultimate-guide/" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.makingbusinessmatter.co.uk/category-management-ultimate-guide/</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Centric Software. (s.d.). Category Management vs Assortment Planning Explained. centricsoftware.com. <a href="https://www.centricsoftware.com/blog/category-vs-assortment-management" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.centricsoftware.com/blog/category-vs-assortment-management</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Dweck, C. (2015). Carol Dweck Revisits the &#8220;Growth Mindset&#8221;. Education Week. <a href="https://www.edweek.org/leadership/opinion-carol-dweck-revisits-the-growth-mindset/2015/09" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.edweek.org/leadership/opinion-carol-dweck-revisits-the-growth-mindset/2015/09</a></p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Como citar este artigo</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">STRINGHINI, J. O gerenciamento por categorias começa na cabeça de quem decide. Stringhini Varejo Inteligente, 2026. DOI: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.21795259" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">10.5281/zenodo.21795259</a>.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Sobre o autor</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">João Stringhini é psicólogo e consultor de varejo, uma combinação rara que está na origem do Neurovarejo, conceito que desenvolveu para aplicar neurociência e comportamento do consumidor à gestão completa da loja. São mais de 30 anos trabalhando com líderes e equipes de varejo e indústria. É professor dos cursos de pós-graduação da PUCRS, sócio-fundador da Stringhini Varejo Inteligente e sócio da Involves Tecnologia, maior plataforma de Trade Marketing da América Latina.</p>
<hr style="border:0;border-top:1px solid #e2e5ec;margin:40px 0;">
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Se este artigo te fez olhar diferente para a próxima decisão sobre a loja, ele cumpriu o que devia. A mentalidade não muda lendo sobre ela, mas começa a mudar no instante em que a gente aprende a enxergá-la. Continue por aqui: os quatro territórios do gerenciamento por categorias dão muito pano para conversa, e ela está só começando.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Leia também</h2>
<ul style="color:#000000;font-weight:normal;font-size:16px;line-height:1.7;margin:0 0 14px 0;padding-left:22px;">
<li style="margin-bottom:8px;"><a href="https://stringhini.com.br/gerenciamento-por-categorias-varejo/" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Existem dois gerenciamentos por categorias. Só um pertence ao varejista.</a></li>
<li style="margin-bottom:8px;"><a href="https://stringhini.com.br/neurovarejo-loja-que-vende-nao-comeca-no-cliente/" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Neurovarejo: a loja que vende não começa no cliente</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Existem dois gerenciamentos por categorias. Só um pertence ao varejista.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento por Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Principais conclusões Existem dois gerenciamentos por categorias em circulação no varejo: o modelo da indústria, desenvolvido por Brian Harris e difundido no Brasil pelo ECR nos anos 1990 via Joint Business Plan, e o modelo do varejo, que olha todas as categorias em equilíbrio ao mesmo tempo, pela perspectiva do dono da loja inteira. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="91156" class="elementor elementor-91156 elementor-bc-flex-widget" data-elementor-post-type="post">
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									<div style="background:#f0f4ff; border-left:4px solid #0f1c45; padding:20px 24px; margin:0 0 32px 0; border-radius:0 4px 4px 0;">
  <h2 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 12px 0;">Principais conclusões</h2>
  <ul style="margin:0; padding-left:20px; color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7;">
    <li style="margin-bottom:8px;">Existem dois gerenciamentos por categorias em circulação no varejo: o modelo da indústria, desenvolvido por Brian Harris e difundido no Brasil pelo ECR nos anos 1990 via Joint Business Plan, e o modelo do varejo, que olha todas as categorias em equilíbrio ao mesmo tempo, pela perspectiva do dono da loja inteira.</li>
    <li style="margin-bottom:8px;">O modelo da indústria analisa uma categoria por vez, pela ótica do fornecedor. O modelo do varejo considera o conjunto de todas as categorias simultaneamente, pelo equilíbrio da loja. A indústria cuida de uma árvore; o varejista precisa cuidar da floresta.</li>
    <li style="margin-bottom:8px;">O modelo da indústria não está errado: está incompleto do ponto de vista do varejista. Ele cabe dentro do modelo do varejo como uma ferramenta entre outras. O gerenciamento por indústria é parcial; o gerenciamento pelo varejo é completo.</li>
    <li style="margin-bottom:8px;">Cada categoria tem uma faixa de participação ideal no sortimento total da loja: um piso mínimo, um centro de equilíbrio e um teto máximo. Fora dessa faixa, a categoria prejudica as vendas do conjunto. Em uma rede de farmácias, Medicamento fica em torno de 35% do sortimento e Higiene Oral em torno de 4%.</li>
    <li style="margin-bottom:0;">O Gerenciamento por Categorias para o Varejo, modelo autoral de João Stringhini (Stringhini Varejo Inteligente, 2026), organiza a gestão em 8 etapas: 1. Gestão do Cadastro de Produtos; 2. Modelagem das Categorias; 3. Análise Estatística da Performance; 4. Gestão do Sortimento; 5. Planogramação; 6. Manual de Execução; 7. Gestão da Equipe de Loja; 8. Monitoramento da Execução.</li>
  </ul>
</div>

<!-- ===================== BLOCO B — FAQ ===================== -->								</div>
				</div>
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									<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><em>Stringhini Varejo Inteligente · 11 de julho de 2026 · série: Gerenciamento por Categorias (artigo 1) · DOI: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.21399487" rel="nofollow noopener" target="_blank">10.5281/zenodo.21399487</a></em></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Pense e analise comigo. Nos últimos dois anos, uma categoria de produtos qualquer, ou até um único produto dentro dela, cresceu 40% em vendas. As vendas subiram. O comprador responsável pelo setor recebeu parabéns. O fornecedor saiu satisfeito da última reunião de planejamento.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">E, no entanto, a loja não cresceu no resultado geral. A margem até encolheu.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O diagnóstico: a categoria performou às custas das outras. O espaço físico, o espaço no sortimento e o foco da equipe foram migrando para aquele setor que “estava indo bem”. O que ninguém enxergou é que o bem de uma categoria estava consumindo o equilíbrio da loja inteira.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O exemplo pode soar extremo, mas o cenário se repete no modelo de gerenciamento por categorias mais praticado no varejo brasileiro. É um modelo concebido pela indústria. Funciona bem no que se propõe. Mas foi construído para outra perspectiva, com outro objetivo e outro dono do problema.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Precisamos falar sobre isto.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Os dois gerenciamentos por categorias</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O modelo clássico de gerenciamento por categorias foi sistematizado por Brian Harris e ganhou escala no Brasil pelo movimento ECR (Efficient Consumer Response), nos anos 1990. Na prática, ele opera via Joint Business Plan: o fornecedor chega com dados, análise de mercado e propostas e, junto ao varejista, define como desenvolver a sua categoria dentro da rede parceira.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O modelo é legítimo. Tem rigor metodológico e entrega valor real. O limite não é de qualidade: é de escopo. Ele enxerga, por design, um fabricante de uma categoria por vez. É um recorte intencional, que faz todo sentido para quem produz.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O problema aparece quando o varejista adota esse mesmo recorte como modelo de gestão da própria operação. Porque o resultado de uma rede não vem da maximização de uma categoria. Vem do equilíbrio entre todas as categorias no ambiente de loja. A loja é um ecossistema e, como tal, precisa de equilíbrio para manter-se saudável.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Existe, portanto, um Gerenciamento por Categorias para o Varejo, distinto do modelo da indústria. O modelo da indústria cabe dentro do modelo do varejo como uma peça, um subsídio, um plano de campanha por fornecedor. A indústria cuida de uma árvore. O varejista responde pela floresta inteira.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A distinção é necessária para que cada modelo ocupe o lugar certo. E o modelo que organiza a loja inteira só pode ser construído por quem é dono da loja inteira.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Não é uma leitura solitária</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Essa distinção não é uma invenção isolada. Nos últimos anos, parte da própria indústria de varejo passou a questionar o modelo tradicional. Ganhou nome o conceito de Total Store Optimization, que propõe exatamente o que defendo aqui: abandonar a lógica de otimizar categoria por categoria e passar a olhar a loja inteira. Publicações do setor já perguntam, sem rodeios, se não é hora de reinventar o gerenciamento por categorias. É bom ter essa companhia, porque mostra que a leitura não é excêntrica: é uma fronteira que começa a se abrir.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Há ainda um ponto que a literatura reconhece há tempos: existe uma tensão natural entre quem fabrica e quem vende. O fabricante se interessa pela rentabilidade da sua marca; o varejista, pela rentabilidade de todas as marcas e categorias juntas. Não é defeito de ninguém, é a posição de cada um na cadeia. Por isso o varejista não pode terceirizar a visão do todo para quem, com toda a legitimidade, enxerga uma parte.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A contribuição do nosso trabalho está no próximo passo. Enquanto o debate aponta que o varejo deveria olhar o todo, o que ofereço é um caminho para fazer isso: um método que vai do dado à prateleira e à equipe de loja. A direção o mercado já discute. O como, em oito etapas integradas, é o que desenvolvemos na prática.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">A perspectiva de quem é dono da loja</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Há uma frase da Cristina Lopes: “O shopper é fiel à loja; o consumidor é fiel à marca.”</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A diferença parece sutil, mas muda tudo. O consumidor tem preferência de marca: compra Dove, não sabonete genérico. O shopper é essa mesma pessoa em estado de compra: entra na loja, compara os produtos das prateleiras, sofre influência do ambiente e toma a decisão ali, no ponto de venda.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A indústria pensa no consumidor e na marca. O varejista precisa pensar no shopper e na loja.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Organizar a loja pela lógica do shopper significa agrupar produtos pela forma como ele decide, não pela forma como o fabricante produz. Uma mesma categoria pode reunir itens de muitos fornecedores diferentes, porque o shopper os vê como alternativas num mesmo momento de decisão ou de consumo. Nenhum fornecedor vai propor isso no Joint Business Plan dele.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O ponto central é este: o Gerenciamento por Categorias para o Varejo é responsabilidade de quem detém a loja inteira. Só esse dono pode equilibrar todas as categorias ao mesmo tempo. E esse equilíbrio não é intuitivo.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">O equilíbrio que uma categoria por vez não enxerga</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Para cada operação de varejo existe uma participação ideal de cada categoria de produtos. Cada categoria deve ocupar uma faixa ideal no sortimento total, faixa que determina um número mínimo e máximo de produtos para ela. Toda vez que o varejista não respeita esses limites, inferior e superior, perde vendas no total da loja. Sem respeitar essas faixas, o mix de produtos fica deficitário.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Numa rede de farmácias, por exemplo, a categoria Medicamento fica em torno de 35% do sortimento total. Higiene Oral, em torno de 4%. Cada categoria tem a sua faixa: mínima, centro e máxima. Quando uma delas passa do teto, prejudica as vendas do todo.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Esse é o ponto que o modelo da indústria, por construção, não alcança. Pense na Coca-Cola. Ela sabe, melhor que ninguém, o peso que o tema saúde ganhou para o consumidor. Ainda assim, dificilmente vai incluir uma barra de cereal no seu mix ou ajudar o varejista a construir uma categoria de saúde. Não por má vontade: não é o papel dela. Enxergar esse equilíbrio é responsabilidade do varejista.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">O modelo em 8 etapas</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O Gerenciamento por Categorias para o Varejo é estruturado em oito etapas.</p>
<figure style="margin:32px 0;text-align:center;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/07/fluxo-gc-8-etapas.jpg" alt="Etapas do Gerenciamento por Categorias para o Varejo: fluxo das oito etapas do modelo Stringhini" style="max-width:100%;height:auto;display:block;margin:0 auto;" loading="lazy" width="1600" height="900"></figure>

<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">1. <strong>Gestão do Cadastro de Produtos.</strong> A base. Sem um cadastro correto e consistente, as análises não se sustentam. A estrutura do cadastro deve refletir a estratégia e a proposta de valor da empresa.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">2. <strong>Modelagem das Categorias.</strong> Agrupar produtos por categoria e subcategoria seguindo a ótica do shopper, não do fabricante. O uso de ferramentas estatísticas leva à construção de categorias com rigor matemático, voltadas para resultados.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">3. <strong>Análise Estatística da Performance.</strong> Integração de análises de causa e efeito às habituais análises descritivas. A empresa passa a dominar os fatores que explicam, estatisticamente, seus resultados de vendas e margem.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">4. <strong>Gestão do Sortimento.</strong> Definição do sortimento baseada em dados. Apoio à área comercial para qualificar a tomada de decisão e desenvolver as políticas de modelagem das categorias e do sortimento.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">5. <strong>Planogramação.</strong> Determinação do posicionamento dos produtos nos equipamentos. Gestão da ocupação do mobiliário a partir das regras de exposição, considerando árvore de decisão, vendas, estratégia de posicionamento da operação e margens.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">6. <strong>Manual de Execução.</strong> A conexão entre estratégia e execução. Sistema de registro e acesso às orientações de execução, em texto e imagem, dos departamentos, seções, categorias e equipamentos.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">7. <strong>Gestão da Equipe de Loja.</strong> As pessoas não se comprometem com aquilo que não entendem. Sistema voltado à integração e ao acompanhamento das lideranças e das equipes em torno dos objetivos de execução da loja.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">8. <strong>Monitoramento da Execução.</strong> Materializa a conexão entre a execução de loja e os dados de vendas, respondendo à pergunta central: qual exposição gerou qual venda? Sistema de coleta de dados e auditoria remota para monitorar o cumprimento das regras de execução previstas, promoções, posicionamento, exposição, ruptura, organização e comunicação de preço.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O modelo é cíclico, não linear. A loja muda, o mercado muda, o comportamento do shopper muda. O modelo acompanha.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">O que muda em relação ao modelo de Harris</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Uma coincidência curiosa: o modelo clássico de Brian Harris também tem oito etapas. E há pontos de encontro claros, definir a categoria pela ótica do shopper, analisar a performance, montar o planograma. A diferença está no peso de cada parte.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O modelo de Harris concentra força no planejamento estratégico feito junto ao fornecedor e se encerra na implementação e na revisão. O nosso dedica metade das etapas à execução e às pessoas: planograma, manual, monitoramento e equipe de loja. Isso não é acaso. A própria literatura aponta que o maior furo do gerenciamento por categorias tradicional está na execução: boa parte do que se planeja nunca chega à loja como foi planejado. As quatro últimas etapas do nosso modelo existem justamente para fechar esse furo.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Sua operação hoje sabe dizer qual é a participação ideal de cada categoria no total do sortimento? Não o quanto uma categoria entrega sozinha, mas o equilíbrio entre todas elas?</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Se a resposta for “mais ou menos” ou “olho por setor”, este é um bom momento para revisar. Não porque o que você faz seja errado, mas porque pode estar faltando a perspectiva do todo.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Nos próximos artigos desta série, cada etapa do modelo ganha profundidade: o que é, por que importa e como aplicar. Começamos pelo cadastro de produtos, porque é onde a maioria das operações tem o primeiro furo.</p>
<hr style="border:none;border-top:1px solid #ddd;margin:32px 0;">
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>João Stringhini</strong> é psicólogo e consultor de varejo, uma combinação rara que está na origem do Neurovarejo, conceito que desenvolveu para aplicar neurociência e comportamento do consumidor à gestão completa da loja. São mais de 30 anos trabalhando com líderes e equipes de varejo e indústria. É professor dos cursos de pós-graduação da PUCRS, sócio-fundador da Stringhini Varejo Inteligente e sócio da Involves Tecnologia, maior plataforma de Trade Marketing da América Latina.</p>
<h2 style="font-size:22px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:48px 0 24px 0;">Perguntas frequentes</h2>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é o Gerenciamento por Categorias para o Varejo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">O Gerenciamento por Categorias para o Varejo é o modelo que gerencia todas as categorias de uma loja ao mesmo tempo, pelo equilíbrio do conjunto, pela perspectiva do varejista. Ele se distingue do modelo clássico da indústria, que analisa uma categoria por vez, pela ótica do fornecedor. O varejista é o único agente que detém a visão completa da loja inteira e, por isso, é o único capaz de fazer o gerenciamento por categorias em sua forma completa. O modelo operacional em 8 etapas é desenvolvimento autoral de João Stringhini, Stringhini Varejo Inteligente, 2026.</p>
</div>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Qual a diferença entre o gerenciamento por categorias da indústria e o do varejo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">O modelo da indústria, desenvolvido por Brian Harris nos anos 1980 e disseminado no Brasil pelo ECR nos anos 1990, opera via Joint Business Plan entre fabricante e varejista. Ele olha uma categoria por vez, pela ótica do fornecedor, que tem interesse no crescimento de sua própria marca ou segmento. O modelo do varejo olha todas as categorias ao mesmo tempo, pelo equilíbrio da loja inteira. O shopper é fiel à loja; o consumidor é fiel à marca. Por isso, o varejista precisa de uma visão que nenhum fornecedor individual tem condições de oferecer: a visão do conjunto.</p>
</div>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Por que só o varejista pode fazer o gerenciamento por categorias completo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Porque só o varejista é dono da loja inteira. O fornecedor tem incentivo para crescer sua categoria, mesmo que isso desequilibre o conjunto. O varejista precisa equilibrar todas as categorias simultaneamente para maximizar o resultado da loja. Como sintetizou a pesquisadora Cristina Lopes: &#8220;O shopper é fiel à loja; o consumidor é fiel à marca.&#8221; O gerenciamento por categorias completo exige a perspectiva de quem responde pelo conjunto, não por uma parte dele.</p>
</div>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Quais são as 8 etapas do Gerenciamento por Categorias para o Varejo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0 0 8px 0;">As 8 etapas do modelo são, em ordem:</p>
  <ol style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; padding-left:20px; margin:0;">
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Gestão do Cadastro de Produtos:</strong> base de dados de produtos organizada e atualizada, condição para tudo que vem depois.</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Modelagem das Categorias:</strong> definição da estrutura de categorias, subcategorias e segmentos da loja.</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Análise Estatística da Performance:</strong> leitura quantitativa de como cada categoria performa em relação ao conjunto.</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Gestão do Sortimento:</strong> decisão sobre amplitude (variedade de categorias) e profundidade (itens por categoria), calibradas por rede, cluster e loja.</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Planogramação:</strong> organização visual e espacial dos produtos na gôndola, derivada das decisões de sortimento.</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Manual de Execução:</strong> documentação dos padrões para garantir consistência na implementação.</li>
    <li style="margin-bottom:0;"><strong>Monitoramento da Execução:</strong> verificação sistemática de que o que foi planejado está sendo feito na loja real.</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Gestão da Equipe de Loja:</strong> desenvolvimento das pessoas responsáveis por executar e manter o modelo no dia a dia.</li>
  </ol>
</div>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é a participação ideal de cada categoria e como funciona o equilíbrio entre categorias?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Cada categoria tem uma faixa de participação ideal no sortimento total da loja: um piso (participação mínima), um centro (equilíbrio ótimo) e um teto (participação máxima). Quando uma categoria fica abaixo do piso, a loja perde vendas por desabastecimento de variedade. Quando ultrapassa o teto, ocupa espaço que reduziria as vendas de outras categorias mais rentáveis. Em uma rede de farmácias, por exemplo, Medicamento fica em torno de 35% do sortimento e Higiene Oral em torno de 4%. Esses percentuais variam por rede, cluster e loja, e são calculados pelas etapas de Análise Estatística da Performance e Gestão do Sortimento do modelo.</p>
</div>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O modelo de Brian Harris está errado?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Não. O modelo de Brian Harris, desenvolvido nos anos 1980 e disseminado no Brasil pelo ECR nos anos 1990, não está errado: está incompleto do ponto de vista do varejista. Ele foi construído pela ótica da indústria e cumpre bem esse papel. O modelo do varejo não substitui o de Harris: engloba-o. O gerenciamento por indústria, feito via Joint Business Plan, cabe dentro do modelo do varejo como uma ferramenta entre outras. A diferença é de perspectiva: a indústria gerencia uma árvore; o varejista precisa gerenciar a floresta.</p>
</div>

<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é Total Store Optimization e como se relaciona com o modelo do varejo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Total Store Optimization é o conceito que reconhece a necessidade de gerenciar todas as categorias de uma loja como um sistema integrado, e não como categorias isoladas gerenciadas individualmente por fornecedores. O debate internacional em torno desse conceito e a revisão do papel do fornecedor no processo de gerenciamento por categorias convergem com o que o modelo de João Stringhini propõe: o varejista precisa de um método operacional próprio, centrado no equilíbrio da loja inteira. O modelo em 8 etapas (Stringhini Varejo Inteligente, 2026) é a contribuição operacional brasileira a esse debate.</p>
</div>

<!-- ===================== BLOCO C — FAQPage JSON-LD (head/schema, NÃO no text-editor) ===================== -->
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Referências e evidências</h2>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">O modelo clássico e suas origens</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">HARRIS, Brian F. Origem do gerenciamento por categorias e o movimento ECR (Efficient Consumer Response), anos 1990. Disponível em: <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Brian_F._Harris" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://en.wikipedia.org/wiki/Brian_F._Harris</a> e <a href="https://www.ecr-community.org/category-management-2/" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.ecr-community.org/category-management-2/</a></p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Estudos sobre os limites do modelo e a tensão fabricante-varejista</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">DHAR, S. K.; HOCH, S. J.; KUMAR, N. Effective Category Management Depends on the Role of the Category. <em>Journal of Retailing</em>, v. 77, n. 2, p. 165-184, 2001.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">GOONER, R. A.; MORGAN, N. A.; PERREAULT, W. D. Is Retail Category Management Worth the Effort (and Does a Category Captain Help or Hinder)? <em>Journal of Marketing</em>, v. 75, n. 5, p. 18-33, 2011. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1509/jmkg.75.5.18" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://doi.org/10.1509/jmkg.75.5.18</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">MORGAN, N. A.; KALEKA, A.; GOONER, R. A. Focal Supplier Opportunism in Supermarket Retailer Category Management. <em>Journal of Operations Management</em>, v. 25, n. 2, p. 512-527, 2007. Disponível em: <a href="https://www.researchgate.net/publication/257527103_Focal_Supplier_Opportunism_in_Supermarket_Retailer_Category_Management" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.researchgate.net/publication/257527103_Focal_Supplier_Opportunism_in_Supermarket_Retailer_Category_Management</a></p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">A revisão do modelo: Total Store Optimization</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">PRECIMA. From Category Management to Total Store Optimization. Disponível em: <a href="https://precima.com/insights/from-category-management-to-total-store-optimization/" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://precima.com/insights/from-category-management-to-total-store-optimization/</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">RETAIL TOUCHPOINTS. Why Category Management Needs a Rethink for Today&#8217;s Omnichannel Retail Reality. Disponível em: <a href="https://www.retailtouchpoints.com/executive-viewpoints/why-category-management-needs-a-rethink-for-todays-omnichannel-retail-reality/620095" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.retailtouchpoints.com/executive-viewpoints/why-category-management-needs-a-rethink-for-todays-omnichannel-retail-reality/620095</a></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">RETAILWIRE. Is it time to reinvent category management? Disponível em: <a href="https://retailwire.com/discussion/is-it-time-to-reinvent-category-management/" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://retailwire.com/discussion/is-it-time-to-reinvent-category-management/</a></p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Gerenciamento por categorias e shopper (Brasil)</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">LOPES, Cristina. <em>Guia de Gerenciamento por Categorias: Otimizando a Relação Entre Indústria e Varejo</em>. São Paulo: M.Books do Brasil Editora, 2013.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">PATH TO PURCHASE INSTITUTE (P2PI). Pesquisa de shopper marketing. Disponível em: <a href="https://p2pi.org/" style="color:#0f1c45;word-break:break-all;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://p2pi.org/</a></p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Como citar este artigo</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">STRINGHINI, J. Existem dois gerenciamentos por categorias: só um pertence ao varejista. Stringhini Varejo Inteligente, 11 jul. 2026. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.21399487" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://doi.org/10.5281/zenodo.21399487</a>. DOI: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.21399487" style="color:#0f1c45;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://doi.org/10.5281/zenodo.21399487</a>.</p>								</div>
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        "text": "O Gerenciamento por Categorias para o Varejo é o modelo que gerencia todas as categorias de uma loja ao mesmo tempo, pelo equilíbrio do conjunto, pela perspectiva do varejista. Ele se distingue do modelo clássico da indústria, que analisa uma categoria por vez, pela ótica do fornecedor. O varejista é o único agente que detém a visão completa da loja inteira e é o único capaz de fazer o gerenciamento por categorias em sua forma completa. O modelo operacional em 8 etapas é desenvolvimento autoral de João Stringhini, Stringhini Varejo Inteligente, 2026. DOI: 10.5281/zenodo.21399487."
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        "text": "O modelo da indústria, desenvolvido por Brian Harris nos anos 1980 e disseminado no Brasil pelo ECR nos anos 1990, opera via Joint Business Plan entre fabricante e varejista. Ele olha uma categoria por vez, pela ótica do fornecedor. O modelo do varejo olha todas as categorias ao mesmo tempo, pelo equilíbrio da loja inteira. O shopper é fiel à loja; o consumidor é fiel à marca. Por isso, o varejista precisa de uma visão que nenhum fornecedor individual tem condições de oferecer: a visão do conjunto."
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        "text": "Porque só o varejista é dono da loja inteira. O fornecedor tem incentivo para crescer sua categoria, mesmo que isso desequilibre o conjunto. O varejista precisa equilibrar todas as categorias simultaneamente para maximizar o resultado da loja. Como sintetizou a pesquisadora Cristina Lopes: 'O shopper é fiel à loja; o consumidor é fiel à marca.' O gerenciamento por categorias completo exige a perspectiva de quem responde pelo conjunto, não por uma parte dele."
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        "text": "1. Gestão do Cadastro de Produtos: base de dados organizada, condição para as etapas seguintes. 2. Modelagem das Categorias: definição da estrutura de categorias e segmentos. 3. Análise Estatística da Performance: leitura quantitativa de como cada categoria performa em relação ao conjunto. 4. Gestão do Sortimento: decisão sobre amplitude (variedade de categorias) e profundidade (itens por categoria), calibradas por rede, cluster e loja. 5. Planogramação: organização visual e espacial dos produtos na gôndola. 6. Manual de Execução: documentação dos padrões para garantir consistência. 7. Monitoramento da Execução: verificação de que o planejado está sendo feito na loja real. 8. Gestão da Equipe de Loja: desenvolvimento das pessoas responsáveis pela execução. Modelo autoral de João Stringhini, Stringhini Varejo Inteligente, 2026. DOI: 10.5281/zenodo.21399487."
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        "text": "Não. O modelo de Brian Harris, desenvolvido nos anos 1980 e disseminado no Brasil pelo ECR nos anos 1990, não está errado: está incompleto do ponto de vista do varejista. Ele foi construído pela ótica da indústria e cumpre bem esse papel. O modelo do varejo não substitui o de Harris: engloba-o. O gerenciamento por indústria, feito via Joint Business Plan, cabe dentro do modelo do varejo como uma ferramenta entre outras. A diferença é de perspectiva: a indústria gerencia uma árvore; o varejista precisa gerenciar a floresta."
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        "text": "Total Store Optimization é o conceito que reconhece a necessidade de gerenciar todas as categorias de uma loja como um sistema integrado, não como categorias isoladas por fornecedores. O debate internacional em torno desse conceito e a revisão do papel do fornecedor no processo de GC convergem com o que o modelo de João Stringhini propõe: o varejista precisa de um método operacional próprio, centrado no equilíbrio da loja inteira. O modelo em 8 etapas (Stringhini Varejo Inteligente, 2026; DOI: 10.5281/zenodo.21399487) é a contribuição operacional brasileira a esse debate."
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		<title>Artigo inaugural da Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial: em que fase a sua empresa realmente está?</title>
		<link>https://stringhini.com.br/escala-maturidade-inteligencia-empresarial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[A Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial, de João Stringhini (2026), mapeia oito fases evolutivas de uso de dados e inteligência nas decisões empresariais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="91143" class="elementor elementor-91143 elementor-bc-flex-widget" data-elementor-post-type="post">
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									<div style="background:#f0f4ff; border-left:4px solid #0f1c45; padding:20px 24px; margin:0 0 32px 0; border-radius:0 4px 4px 0;">
  <p style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 12px 0;">Principais conclusões</p>
  <ul style="margin:0; padding-left:20px; color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7;">
    <li style="margin-bottom:8px;">A Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial, desenvolvida por João Stringhini (2026), mapeia oito fases evolutivas que descrevem como as organizações utilizam dados e inteligência nas decisões, da intuição pura até a autonomia total de sistemas.</li>
    <li style="margin-bottom:8px;">Cada fase corresponde a uma pergunta-âncora distinta: da &#8220;o que eu acho?&#8221; (Fase 1, Intuitiva) até &#8220;como o sistema pode agir sozinho?&#8221; (Fase 8, Autônoma).</li>
    <li style="margin-bottom:8px;">O conceito de <strong>idade intelectual da decisão</strong> mede a lacuna entre a tecnologia que a empresa possui e a capacidade analítica que ela efetivamente exerce: uma organização pode ter infraestrutura do século 21 e processos analíticos do início do século 20.</li>
    <li style="margin-bottom:8px;">A maioria das empresas brasileiras opera nas Fases 1 e 2 (intuitiva e descritiva), enquanto salta para ferramentas de Fases 5 e 6 sem ter construído as capacidades das fases intermediárias.</li>
    <li style="margin-bottom:0;">Subir de fase exige construir capacidades organizacionais (disciplina de registros, letramento estatístico, qualidade de processos), não apenas adquirir tecnologia mais sofisticada.</li>
  </ul>
</div>								</div>
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									<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><em>João Stringhini · 02 de julho de 2026</em></p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Acho o máximo ver apresentações orgulhosas de painéis de BI de dados de venda do varejo por hora, por loja, por categoria, por marca, seja lá pelo o que for, que não resistem a uma pergunta simples: &#8220;Qual execução gerou este resultado?&#8221;. O silêncio como resposta é comum ou um amargo &#8220;Não sei, a gente não vê isto.&#8221; Se não conseguimos relacionar as vendas à execução, como vamos poder dizer que sabemos qual estratégia de organização de loja, exposição, layout ou até mesmo planograma gera mais vendas.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Para situar esse fenômeno, e para ajudar empresários e executivos a se localizarem honestamente nele, que desenvolvi a Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial (Stringhini, 2026). É um mapa que serve para sabermos onde estamos e ou não queremos estar.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Por que precisamos de uma escala</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A literatura de análise de negócios já produziu modelos valiosos de maturidade analítica. O modelo da Gartner, popularizado por Thomas Davenport, organiza a evolução da análise empresarial em quatro estágios: descritiva, diagnóstica, preditiva e prescritiva. Foi um avanço importante quando surgiu e continua sendo referência legítima (Davenport e Harris, 2007).</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O problema desse modelo é que nasceu de dentro para fora da tecnologia de dados. Descreve bem o que as ferramentas conseguem fazer em cada estágio, mas não deixa claro o que a empresa precisa fazer ou ter para desfrutar de cada ferramenta.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial (Stringhini, 2026) propõe quatro contribuições específicas em relação aos modelos anteriores:</p>
<ul style="margin:0 0 14px 20px;color:#000000;font-weight:normal;line-height:1.7;">
<li><strong>Moldura histórica datada:</strong> ancora cada fase em um período real de desenvolvimento tecnológico e organizacional.</li>
<li><strong>Pergunta-âncora:</strong> traduz de forma prática o que seu modelo de análise está respondendo.</li>
<li><strong>Inclusão de fases não contempladas em modelos anteriores:</strong> a Intuitiva (anterior à analítica moderna), a Responsiva e a Indutiva (que estão em curso agora) e a Autônoma (que está por vir).</li>
<li><strong>O conceito de &#8220;idade intelectual da decisão&#8221;:</strong> mostra que uma empresa pode ter ferramentas atuais operando com processos ultrapassados.</li>
</ul>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A escala é uma extensão à literatura existente, com crédito explícito ao trabalho que veio antes.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Os dois tempos de cada fase: a descoberta e a adoção</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Cada fase acontece em dois momentos diferentes, e confundi-los é parte do problema. Há o tempo em que a ciência descobre uma determinada tecnologia, e há o tempo, sempre posterior, em que o mercado a adota de fato. A descoberta vem sempre antes do uso. A distância entre esses dois tempos, para a sua empresa, é a sua idade intelectual da decisão: o quanto você ainda opera com ferramentas que a ciência e ou o mercado já superou há muitos anos.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Por isso, para cada fase, a escala registra dois períodos, a Descoberta pela Ciência e a Adoção pelo Mercado.</p>
<table style="width:100%;border-collapse:collapse;margin:20px 0;"><tr><th style="border:1px solid #ccc;padding:8px;background:#f5f5f5;font-weight:700;color:#000000;text-align:left;">Fase</th><th style="border:1px solid #ccc;padding:8px;background:#f5f5f5;font-weight:700;color:#000000;text-align:left;">Descoberta pela Ciência</th><th style="border:1px solid #ccc;padding:8px;background:#f5f5f5;font-weight:700;color:#000000;text-align:left;">Adoção pelo Mercado</th></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1. Intuitiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Pré-história até 1500</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Até 1900</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2. Descritiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1500 a 1900</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1900 a 1980</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">3. Matemática</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1900 a 1950</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1980 a 2000</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">4. Preditiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1950 a 1980</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2000 a 2015</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">5. Prescritiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1980 a 2015</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2010 a 2025</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">6. Responsiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2015 em diante</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2020 a 2035</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">7. Indutiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2015 a 2030</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2025 a 2040</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">8. Autônoma</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2030 em diante</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2030 em diante</td></tr></table>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">As 8 fases da Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial</h2>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 1: Intuitiva</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> Pré-história até 1500<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> Até 1900<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;O que eu acho?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A decisão empresarial depende quase integralmente da experiência e do instinto do fundador ou dos seus líderes. Não há registro sistemático. Não há comparação. O conhecimento está na cabeça de uma ou mais pessoas e morre com elas.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Não confunda intuitivo com incompetente. Muitos negócios chegaram longe assim, especialmente quando o mercado era estável e a complexidade baixa. O problema acontece quando o negócio cresce, o mercado acelera, ou as decisões precisam ser delegadas para pessoas sem a mesma experiência acumulada.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> As decisões do seu negócio estão documentadas, ou moram exclusivamente na cabeça de alguém? Quando o responsável por uma área sai, o conhecimento vai junto com ele?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 2: Descritiva</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 1500 a 1900<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 1900 a 1980<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;O que aconteceu?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A empresa começa a registrar o que aconteceu. Surgem os relatórios de venda, os controles de estoque, as planilhas mensais. O avanço é real: existe memória organizacional. Pode-se olhar para trás e ver o que ocorreu. São os ERP&#8217;s e os BI&#8217;s em ação.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O limite desta fase é que o registro captura e descreve os resultados, mas não estabelece correlações verdadeiras. A empresa sabe os meses que mais vendeu, mas não há a comprovação das relações de causa e efeito. Sabe-se o conjunto de ações que levaram aos resultados, mas se desconhece o peso de cada uma destas ações.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> Há o uso de análises estatísticas, além do uso do excel e do BI? Há o registro da execução de loja? Há registro e conhecimento temporal das atividades desenvolvidas pelas equipes? Existe registro do grau de cumprimento de processos além dos números de resultado?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 3: Matemática</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 1900 a 1950<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 1980 a 2000<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;Por que aconteceu?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Aqui entra a análise de causa e efeito. A empresa não se contenta em saber o que aconteceu: quer entender por quê. Isso exige duas coisas que a fase anterior não tinha: registro da execução (o que realmente foi feito, não só o que foi vendido) e uso de ferramentas estatísticas, análises de causa e efeito.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Atualmente, no Brasil, esta é a fase mais negligenciada. Não porque as empresas não queiram entender suas causas, mas porque pulam etapas. Compram sistemas que geram relatórios sem antes construir o hábito de definir, registrar e mensurar processos e execução. O resultado são empresas cheias de dados de vendas e vazias de dados de processo.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Na prática, é a análise entre composição das categorias de produtos, faturamento e rentabilidade ao mesmo tempo, análise de regressão na satisfação do cliente, cesta de compras, quais produtos influenciam a venda de outros produtos.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A própria literatura de analytics prescritivo assume que toda decisão orientada a resultado pressupõe um vínculo causal entre a ação e o efeito (Lepenioti et al., 2020), exatamente o que esta fase constrói.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> Você tem padrão de comparação para os seus indicadores? Quando uma loja vende 15% a mais do que outra, você sabe quais variáveis de execução explicam essa diferença? Você tem benchmark, mesmo que interno, para saber se o seu resultado é bom ou apenas aceitável? Há testes estatísticos para validar as diferenças de resultados apresentados entre lojas, equipes, vendas de produtos etc.?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 4: Preditiva</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 1950 a 1980<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 2000 a 2015<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;O que acontecerá?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Com registro histórico robusto e análise de causa e efeito, a empresa usa padrões do passado para antecipar o futuro. Modelos estatísticos, projeções de demanda, análise de sazonalidade com precisão crescente. A previsão deixa de ser intuição e vira cálculo.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Nesta fase, quem a alcança, detém domínio estatístico real. Ter domínio estatístico real é ter poder real sobre seu negócio. Para isto não basta uma ferramenta que entrega uma previsão, é necessária uma compreensão e propriedade de como aquela previsão foi construída, quais variáveis ela considera, qual é o intervalo de confiança e onde ela pode errar. Sem este entendimento, a empresa usa o número da previsão com a mesma cegueira com que antes usava o instinto, só que agora com mais convicção.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> Quando alguém na empresa apresenta uma projeção, alguém no time sabe de onde aquele número vem? A empresa entende as premissas por trás das previsões que usa, ou confia no output sem questionar o modelo?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 5: Prescritiva</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 1980 a 2015<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 2010 a 2025<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;O que devo fazer?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A análise prescritiva vai além da previsão: ela recomenda ações. Não apenas &#8220;as vendas devem cair 12% em julho&#8221;, mas &#8220;reduza o estoque de categoria X em 18% e redirecione verba para categoria Y&#8221;. Aqui entram os algoritmos de otimização, os sistemas de precificação dinâmica, as recomendações automatizadas.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O risco desta fase é a ilusão de autonomia. A empresa recebe uma recomendação e, sem entender a lógica por trás dela, simplesmente a executa. Isso funciona enquanto o algoritmo está certo. Quando ele erra, a empresa não tem capacidade de identificar o erro porque nunca entendeu o raciocínio.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> Quando um sistema recomenda uma ação à empresa, quem no time é capaz de questionar aquela recomendação com base técnica? A empresa segue recomendações algorítmicas com senso crítico ou com fé?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 6: Responsiva</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 2015 em diante<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 2020 a 2035<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;O que fazer agora?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Nesta fase acrescenta-se uma camada muito importante. Até aqui trabalhamos com dados do passado para antever o futuro, mas o futuro, que é agora, pode não se comportar da mesma maneira que no passado e o sistema deve encontrar a melhor resposta para o novo momento neste instante.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Assim, a fase Responsiva caracteriza sistemas que reagem em tempo real a mudanças no ambiente. Não apenas prevendo o que vai acontecer, mas ajustando automaticamente a estratégia conforme o contexto muda, sem esperar um novo ciclo de análise. Preço que muda em função da demanda ao vivo. Estoque que se redistribui entre pontos de venda em resposta a eventos locais. Comunicação personalizada que se adapta ao comportamento do cliente nos últimos minutos. Redistribuição de tarefas e equipes frente a um incidente.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O diferencial desta fase não é a velocidade dos dados, é a velocidade de resposta.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> A sua empresa consegue tomar decisões operacionais relevantes com base em informações de hoje, não da semana passada? Onde existe latência desnecessária entre o dado e a ação?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 7: Indutiva</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 2015 a 2030<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 2025 a 2040<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;Como influenciar o que virá?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Esta fase representa uma virada de perspectiva: a empresa deixa de reagir ao ambiente e passa a moldá-lo. Não apenas prever o comportamento do consumidor, mas induzi-lo. Não apenas antecipar a demanda, mas criá-la com precisão cirúrgica.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Isso envolve hiperpersonalização em escala, estratégias de indução comportamental baseadas em dados granulares e uso de IA para identificar alavancas de influência ainda invisíveis à análise convencional. É a fase onde a inteligência empresarial se torna, em certa medida, estratégia de mercado.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Uma forma de entender a indução é pelo déjà vu. A velocidade de processamento de um computador atual excede em milhares de vezes a do pensamento humano. Com essa diferença, o sistema é capaz de nos estimular a partir do nosso próprio comportamento e fala, de um jeito que parece familiar e próximo, gerando confiança. Aberto o campo, vem a indução. A literatura já nomeia isso: o hypernudge, a manipulação computacional que perfila o usuário e influencia a decisão sem que ele perceba, ao ponto de pesquisadores defenderem um novo direito, o da autodeterminação mental (Faraoni, 2023).</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> A sua empresa usa inteligência para reagir ao cliente ou para antecipar e, em alguma medida, construir o comportamento que ela quer ver? Onde existe a maior oportunidade de passar de reativo para indutor?</p>
<h3 style="font-size:18px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:24px;margin-bottom:10px;">Fase 8: Autônoma</h3>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Descoberta pela Ciência:</strong> 2030 em diante<br><strong>Adoção pelo Mercado:</strong> 2030 em diante<br><strong>Pergunta-âncora:</strong> &#8220;Como o sistema pode agir sozinho?&#8221;</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">No horizonte mais distante da escala está a empresa onde sistemas de inteligência não apenas recomendam e induzem, mas decidem e executam com autonomia real, dentro de parâmetros estabelecidos pela estratégia humana. O papel da liderança migra de tomador de decisões operacionais para arquiteto de regras do jogo e guardião dos valores que os sistemas devem respeitar.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Não é ficção científica, nem promessa distante. O Gartner projeta que 40% das aplicações empresariais embarquem agentes de IA até o fim de 2026, e que 15% das decisões do dia a dia sejam tomadas de forma autônoma até 2028. O mesmo Gartner alerta que mais de 40% dos projetos de IA agêntica devem falhar até 2027, quase sempre por falta da base das fases anteriores. A direção é clara. O ritmo, e quem chega inteiro, não.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>Perguntas de autolocalização:</strong> A sua empresa está construindo a governança necessária para operar sistemas cada vez mais autônomos com responsabilidade? Quem vai definir os limites do que os sistemas podem e não podem decidir sozinhos?</p>
<table style="width:100%;border-collapse:collapse;margin:20px 0;"><tr><th style="border:1px solid #ccc;padding:8px;background:#f5f5f5;font-weight:700;color:#000000;text-align:left;">Fase</th><th style="border:1px solid #ccc;padding:8px;background:#f5f5f5;font-weight:700;color:#000000;text-align:left;">Aplicação típica</th><th style="border:1px solid #ccc;padding:8px;background:#f5f5f5;font-weight:700;color:#000000;text-align:left;">Exemplo de empresas</th></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">1. Intuitiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Decisão no faro, sem dados</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Comércio de bairro, pequenos negócios</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">2. Descritiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Dashboards de ERP, Excel, BI</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Maioria das empresas nacionais</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">3. Matemática</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Análise causal para cesta de compras, satisfação de clientes, composição de mix</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Varejo com GC estruturado, algumas empresas de e-commerce</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">4. Preditiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Previsão de demanda, churn, risco de crédito</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Telecom, bancos, algumas grandes empresas</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">5. Prescritiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Precificação dinâmica, otimização de estoque</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Companhias aéreas, Amazon</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">6. Responsiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Decisão e ajuste em tempo real</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Uber, iFood, Mercado Livre</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">7. Indutiva</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Indução de comportamento, hiperpersonalização</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">TikTok, Netflix</td></tr><tr><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">8. Autônoma</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Agentes que decidem e se retreinam</td><td style="border:1px solid #ccc;padding:8px;color:#000000;font-weight:normal;">Trading algorítmico, agentes de IA</td></tr></table>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Os nós que ninguém quer ver: você não sobe de fase comprando software</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Aqui o mais difícil de encarar, principalmente para aqueles que se queixam de que os investimentos em tecnologia não geraram o retorno esperado.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O que acontece? A empresa compra um sistema de BI avançado (fase 4) sem ter resolvido o problema da fase 3. Ela tem dados de venda por loja, por hora, por categoria, mas sem nenhum dado da execução. Não sabe o que o gerente da loja X fez de diferente quando o sellout subiu 20%. Não tem registro se a gôndola estava abastecida, se o produto estava no lugar certo, se o promotor estava presente, se o preço foi praticado conforme o planejado. Vê o resultado. Não enxerga o que gerou o resultado.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Sem o registro da execução, a análise de causa e efeito é impossível. Por mais dados de venda que a empresa tenha, ela não consegue responder à pergunta da fase 3: &#8220;Por que aconteceu?&#8221; Ela só consegue dizer &#8220;o que aconteceu&#8221;. Isso é fase 2 com uma tela bonita na frente. Informação de sellout não dá condições de direcionar o sellout agora, as informações de execução que geraram o sellout sim.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O segundo nó é o benchmark. Uma empresa que não tem padrão de comparação não sabe o valor real das próprias ações. Se a sua taxa de conversão é de 28%, isso é bom ou ruim? Depende do segmento, do formato, do ticket médio, da localização, do período do ano. Sem benchmark, o número é uma ilusão de precisão. A empresa opera no escuro mesmo cheia de relatórios, porque não tem a régua.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O terceiro nó é o mais silencioso de todos: o uso de IA sem domínio estatístico. Hoje, qualquer empresa pode acessar ferramentas de inteligência artificial que geram previsões, recomendam ações e otimizam campanhas. O acesso à ferramenta não está mais em disputa. O que está em disputa é a capacidade de interpretar o que a ferramenta entrega. Quando uma equipe usa um modelo preditivo sem entender o que é intervalo de confiança, o que é overfitting, o que são as variáveis que o modelo está priorizando, ela está usando uma ferramenta de fase 4 com o nível intelectual da fase 1. O sistema subiu de fase. A empresa não. E ela nem sabe disso, porque o sistema continua entregando números com aparência de precisão.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Isso é o que chamo de &#8220;idade intelectual da decisão&#8221;. A empresa pode estar no século 21 em termos de infraestrutura tecnológica e no início do século 20 em termos de capacidade analítica real. A lacuna entre as duas é onde o dinheiro some.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">O que significa, na prática, subir de fase</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Subir de fase não é assinar um novo contrato de software. É construir a capacidade que a fase exige.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Para sair da fase 2 e entrar de fato na fase 3, a empresa precisa criar o hábito de registrar a execução no nível de detalhe suficiente para análise causal: o que foi feito, por quem, quando, onde e como, não apenas o que foi vendido (é o terreno dos sistemas de monitoramento de execução de loja). Esse registro não é automático. Exige processo, disciplina e, frequentemente, uma mudança na cultura do time.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Para operar na fase 4 com integridade, a empresa precisa ter pelo menos uma pessoa capaz de questionar um modelo preditivo, não apenas de ler o output dele (é o papel de uma área de ciência de dados). Isso não significa ter um time de cientistas de dados. Significa ter letramento estatístico suficiente para saber quando confiar no número e quando ele merece suspeita.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Para chegar às fases 6 e 7 com solidez, a empresa precisa ter resolvido as anteriores. Não existe responsividade real sem dados de execução em tempo real. Não existe indução de comportamento sem domínio do ambiente, dos processos e do comportamento do cliente, construído com histórico analítico robusto.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Use a metáfora de uma construção. Cada fase é um andar. Você pode colocar a fachada no décimo andar antes de construir os pilares do terceiro andar? O trabalho mais importante não começa pelas ferramentas. Começa pela pergunta honesta de que fase a empresa está? Não a fase que o seu último investimento em tecnologia gostaria que estivesse. São coisas muito diferentes, acabamos de ver isto.</p>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Onde está a sua empresa: quatro possibilidades</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Uma forma direta de se localizar é olhar os recursos que você realmente usa para decidir. Grosso modo, as empresas se distribuem em quatro tipos:</p>
<ul style="margin:0 0 14px 20px;color:#000000;font-weight:normal;line-height:1.7;">
<li><strong>Empresas Intuitivas:</strong> não usam dados para decidir. Estão na Fase 1, Intuitiva.</li>
<li><strong>Empresas Informadas:</strong> a grande maioria do mercado. Vivem na Fase 2, Descritiva, com Excel e dashboards de ERP, descrevendo o passado sem estabelecer as causas.</li>
<li><strong>Empresas Analíticas:</strong> um grupo restrito, transitando pelas fases 3, 4 e 5. Já aplicam método estatístico de verdade, em toda a empresa ou em algumas áreas, com gente que sabe usar.</li>
<li><strong>Empresas Autônomas:</strong> pouquíssimas, conectadas às fases 6, 7 e 8. Dominam o conhecimento que sustenta o negócio e organizam seus processos para gerar dados em quantidade e qualidade para o emprego da Inteligência Artificial.</li>
</ul>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Como usar a escala</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">A Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial (Stringhini, 2026) não foi desenhada para ser uma régua de julgamento. Foi desenhada para ser uma ferramenta de diagnóstico honesto.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O uso mais produtivo dela começa com uma conversa entre os líderes da empresa: em qual fase a maioria das nossas decisões realmente se apoia? Onde estão os nossos maiores gaps entre a fase que achamos que estamos e a fase que os nossos processos efetivamente suportam?</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Uma empresa que resolve essa pergunta com honestidade tem mais do que um diagnóstico. Tem um roteiro. Sabe o que precisa construir antes de comprar, o que precisa dominar antes de delegar para um sistema, e onde estão as alavancas reais de evolução, não as alavancas de aparência.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">O mapa só serve a quem sabe onde está.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">Se você leu este artigo e quer conversar sobre onde a sua empresa está na escala, e o que seria necessário para avançar com consistência, pode me encontrar no <a href="https://www.linkedin.com/in/joaostringhini/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Linkedin</a>. Não faço diagnósticos genéricos. Faço perguntas específicas.</p>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><em>Este artigo apresenta uma primeira versão da Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial, um modelo em desenvolvimento que continuará sendo aprofundado em publicações futuras.</em></p>
<hr style="border:none;border-top:1px solid #ddd;margin:32px 0;">
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;"><strong>João Stringhini</strong> é psicólogo e consultor de varejo, uma combinação rara que está na origem do Neurovarejo, conceito que desenvolveu para aplicar neurociência e comportamento do consumidor à gestão completa da loja. São mais de 30 anos trabalhando com líderes e equipes de varejo e indústria. É professor dos cursos de pós-graduação da PUCRS, sócio-fundador da Stringhini Varejo Inteligente e sócio da Involves Tecnologia, maior plataforma de Trade Marketing da América Latina.</p>
<h2 style="font-size:22px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:48px 0 24px 0;">Perguntas frequentes</h2>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é a Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">A Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial é um modelo autoral desenvolvido por João Stringhini, publicado em 2026 com DOI registrado (10.5281/zenodo.21136947). Ela organiza em oito fases progressivas a forma como as organizações evoluem no uso de dados e inteligência para tomar decisões, desde a dependência exclusiva do instinto humano até a operação de sistemas autônomos com capacidade de agir sem intervenção manual contínua.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Quais são as 8 fases da Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0 0 8px 0;">As oito fases são, em ordem:</p>
  <ol style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; padding-left:20px; margin:0;">
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Intuitiva:</strong> decisões baseadas em experiência e instinto (&#8220;o que eu acho?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Descritiva:</strong> uso de registros e relatórios para entender o que aconteceu (&#8220;o que aconteceu?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Matemática:</strong> análise estatística para identificar relações de causa e efeito (&#8220;por que aconteceu?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Preditiva:</strong> modelos que antecipam o futuro com base em padrões históricos (&#8220;o que acontecerá?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Prescritiva:</strong> sistemas que recomendam ações específicas, não apenas previsões (&#8220;o que devo fazer?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Responsiva:</strong> adaptação automática em tempo real a mudanças do ambiente (&#8220;o que fazer agora?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:6px;"><strong>Indutiva:</strong> uso de dados para moldar e influenciar o ambiente, não apenas reagir a ele (&#8220;como influenciar o que virá?&#8221;).</li>
    <li style="margin-bottom:0;"><strong>Autônoma:</strong> sistemas que decidem e executam dentro de parâmetros estratégicos definidos por humanos (&#8220;como o sistema pode agir sozinho?&#8221;).</li>
  </ol>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que significa a diferença entre o tempo de descoberta e o tempo de adoção no modelo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Cada fase da Escala possui dois marcos temporais distintos. O <strong>tempo de descoberta</strong> indica quando a ciência e o pensamento acadêmico desenvolveram os fundamentos daquela capacidade analítica. O <strong>tempo de adoção</strong> indica quando o mercado e as organizações passaram a incorporá-la em larga escala. O intervalo entre os dois revela que as empresas adotam capacidades muito tempo depois de a ciência tê-las estabelecido: a análise preditiva, por exemplo, teve seus fundamentos desenvolvidos entre 1950 e 1980, mas só foi adotada pelo mercado de forma ampla a partir dos anos 2000.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">O que é a &#8220;idade intelectual da decisão&#8221;?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Idade intelectual da decisão é um conceito desenvolvido por João Stringhini para descrever a lacuna entre a infraestrutura tecnológica de uma organização e sua capacidade analítica real. Uma empresa pode operar com sistemas do século 21 enquanto seus processos de análise e tomada de decisão pertencem ao início do século 20. A idade intelectual não é determinada pela tecnologia adquirida, mas pelo nível de sofisticação analítica que a organização efetivamente pratica no dia a dia.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Como uma empresa pode se localizar na Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">O posicionamento na Escala não é determinado pela tecnologia que a empresa possui, mas pela pergunta-âncora que de fato orienta suas decisões. Se a liderança pergunta &#8220;o que eu acho?&#8221; antes de decidir, a organização opera na Fase 1, independentemente dos sistemas instalados. Se ela pergunta &#8220;o que os dados dizem que vai acontecer?&#8221;, opera na Fase 4. O diagnóstico honesto exige avaliar como as decisões realmente são tomadas no cotidiano, não qual software está licenciado.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Por que comprar software mais avançado não faz uma empresa subir de fase na Escala?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">Cada fase da Escala exige capacidades organizacionais que não existem dentro de nenhum software: disciplina sistemática de registro, letramento estatístico da equipe, processos de qualidade de dados e cultura analítica de tomada de decisão. Uma empresa que não registra adequadamente sua execução operacional não consegue extrair valor de um sistema preditivo, porque o modelo matemático exige dados históricos confiáveis que ela não produziu. Tecnologia sem capacidade analítica correspondente gera custo, não inteligência.</p>
</div>
<div style="margin-bottom:28px;">
  <h3 style="font-size:18px; font-weight:700; color:#0f1c45; margin:0 0 8px 0;">Qual é a fase mais negligenciada no mercado brasileiro, segundo o modelo?</h3>
  <p style="color:#000000; font-weight:normal; font-size:16px; line-height:1.7; margin:0;">De acordo com a Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial (Stringhini, 2026), a Fase 3 (Matemática) é a mais negligenciada no Brasil. Ela corresponde ao uso de análise estatística para estabelecer relações de causa e efeito entre ações e resultados. A maioria das empresas brasileiras opera nas Fases 1 e 2 e salta diretamente para ferramentas das Fases 5 ou 6, sem construir as bases analíticas das fases intermediárias. Esse salto produz o fenômeno da idade intelectual da decisão: organizações com tecnologia avançada e capacidade analítica elementar.</p>
</div>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Referências e evidências</h2>
<ul style="margin:0 0 14px 20px;color:#000000;font-weight:normal;line-height:1.7;">
<li>Davenport, T. H., e Harris, J. G. (2007). Competing on Analytics: The New Science of Winning. Harvard Business School Press. <a href="https://archive.org/details/competingonanaly0000dave" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://archive.org/details/competingonanaly0000dave</a></li>
<li>Davis, B., &amp; Francis, K. (2025). &#8220;Analytics Maturity (Gartner Analytic Ascendancy Model)&#8221; in Discourses on Learning in Education. <a href="https://learningdiscourses.com/learning-discourses/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://learningdiscourses.com/learning-discourses/</a></li>
<li>GARTNER. Gartner Predicts Over 40% of Agentic AI Projects Will Be Canceled by End of 2027. Stamford, CT, 25 jun. 2025. <a href="https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2025-06-25-gartner-predicts-over-40-percent-of-agentic-ai-projects-will-be-canceled-by-end-of-2027" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2025-06-25-gartner-predicts-over-40-percent-of-agentic-ai-projects-will-be-canceled-by-end-of-2027</a></li>
<li>Lepenioti, K., Bousdekis, A., Apostolou, D., e Mentzas, G. (2020). Prescriptive analytics: Literature review and research challenges. International Journal of Information Management, 50, 57-70. <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0268401218309873" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0268401218309873</a></li>
<li>Faraoni, S. (2023). Persuasive Technology and computational manipulation: hypernudging out of mental self-determination. Frontiers in Artificial Intelligence, 6. <a href="https://www.frontiersin.org/journals/artificial-intelligence/articles/10.3389/frai.2023.1216340/full" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://www.frontiersin.org/journals/artificial-intelligence/articles/10.3389/frai.2023.1216340/full</a></li>
</ul>
<h2 style="font-size:22px;font-weight:700;color:#000000;margin-top:32px;margin-bottom:14px;">Como citar este artigo</h2>
<p style="color:#000000;font-weight:normal;text-align:justify;margin-bottom:14px;line-height:1.7;">STRINGHINI, J. Artigo inaugural da Escala de Maturidade da Inteligência Empresarial: em que fase a sua empresa realmente está? Stringhini Varejo Inteligente, 2 jul. 2026. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.21136947" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://doi.org/10.5281/zenodo.21136947</a>. DOI: 10.5281/zenodo.21136947.</p>								</div>
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		<title>Segurança psicológica no varejo não é sobre clima. É sobre método.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 17:50:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="91127" class="elementor elementor-91127 elementor-bc-flex-widget" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Defendo uma ideia sobre a ordem dos fatores que impactam na venda que o mercado costuma inverter. O mercado costuma pensar primeiro no shopper. Não, não deve ser assim. Primeiro a liderança da loja, depois o colaborador e, então, o cliente. Esta é a sequência do sucesso.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Aqui quero me deter no elo do meio, o elo do colaborador. Nele mora um conceito que anda mal compreendido no varejo brasileiro: segurança psicológica. Toda a vez que alguém ouve &#8220;segurança psicológica&#8221;, pensa em clima. Em pessoas se sentindo acolhidas, em ambiente leve, em ninguém ser hostilizado. Não está errado. Está incompleto. E no chão de operação, incompleto é o mesmo que inútil.</span></p>
<div style="background:#f4f6fb; border-left:4px solid #F47929; padding:18px 22px; margin:24px 0;"><p style="font-size:18px; font-weight:700; color:#000000; margin-bottom:10px;">Principais conclusões</p><p style="color:#000000; font-weight:normal; margin-bottom:8px;">• Segurança psicológica foi definida por Amy Edmondson (Harvard) como a crença compartilhada de que o ambiente é seguro para correr riscos interpessoais: falar, perguntar, admitir erros e discordar sem medo de punição.</p><p style="color:#000000; font-weight:normal; margin-bottom:8px;">• No varejo, o conceito tem tradução operacional direta: o colaborador sabe exatamente o que é esperado dele e não precisa adivinhar.</p><p style="color:#000000; font-weight:normal; margin-bottom:8px;">• Ambiguidade de processo gera ansiedade operacional silenciosa, que reduz iniciativa no atendimento e faz perder venda.</p><p style="color:#000000; font-weight:normal; margin-bottom:8px;">• A Gallup (Q12) aponta saber o que se espera de mim como o item mais básico para um colaborador performar, antes de reconhecimento ou salário.</p><p style="color:#000000; font-weight:normal; margin-bottom:8px;">• Método sem liderança de confiança vira controle: clareza operacional entrega o caminho, a liderança entrega a segurança de usá-lo sem medo.</p></div>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">O sequestro de um conceito</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">A ideia de segurança psicológica não nasceu no departamento de bem-estar. Nasceu na pesquisa de Amy Edmondson, em Harvard, estudando equipes de hospitais nos anos 90. A definição original é cirúrgica: segurança psicológica é a crença compartilhada de que o ambiente é seguro para correr riscos interpessoais. Falar, perguntar, admitir um erro, discordar, sem medo de punição ou humilhação.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Repare no que essa definição tem e no que ela não tem. Ela tem risco, voz e consequência. Ela não tem &#8220;ser feliz no trabalho&#8221;. Não tem ginástica laboral, fruta na copa nem dia do pijama. Essas coisas têm seu lugar, mas não são segurança psicológica. São clima. E saiba, ambientes de alta segurança psicológica costumam ser mais exigentes.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O que aconteceu nos últimos anos foi um sequestro. O RH corporativo pegou um conceito de desempenho de equipe e transformou em pauta de bem-estar. O resultado é que líderes de varejo passaram a achar que segurança psicológica é responsabilidade do departamento de pessoas, algo que se resolve com pesquisa de clima anual e palestra motivacional. Não é. No varejo, segurança psicológica tem um significado muito mais concreto e muito mais barato de instalar: o colaborador sabe exatamente o que é esperado dele e não precisa adivinhar.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Quem não precisa adivinhar, age, executa, transita com facilidade e destreza no ambiente de trabalho. Quem adivinha, hesita, tem dúvidas, transmite insegurança, até mente. A hesitação e a insegurança no ambiente de vendas custam caro e põem a perder investimentos em estrutura de loja, sortimento de produtos, comunicação etc.</span></p>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">A ambiguidade é uma ansiedade silenciosa</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">A questão é, de certa forma, sempre a mesma, neurociência. O cérebro humano tem muita dificuldade de lidar com ambiguidades. Diante de uma situação sem regra clara, ele aciona o sistema de ameaça, o mesmo circuito que nos protegia de predadores na savana. Isso consome energia, estreita a atenção e empurra a pessoa para o comportamento mais conservador possível: não fazer nada que possa dar errado.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">No dia a dia de loja esta ambiguidade de processo cria uma ansiedade operacional silenciosa. O colaborador não sabe se está fazendo certo até alguma coisa dar errado. Ele descobre da pior maneira possível, na frente de um cliente, normalmente levando uma bronca. Da próxima vez, ele vai se proteger. E proteger-se, no atendimento, significa fazer o mínimo, não tomar iniciativa, não oferecer, não resolver. Significa presença física com ausência mental.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">É por isso que insisto: a diferença entre uma equipe que &#8220;parece desmotivada&#8221; e uma equipe que opera bem frequentemente não é engajamento. É especificação.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O gestor olha para o time apático e conclui que falta vontade, quando o que falta é clareza. Ele contrata motivação quando deveria escrever o método.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">E aqui os dados são teimosos. A pesquisa global da Gallup sobre o ambiente de trabalho mostra que o primeiro item, o mais básico de todos, daquilo que um colaborador precisa para performar, não é reconhecimento nem salário. É saber o que se espera dele. A Gallup chegou a apontar que treinar gestores em clareza de papel e comunicação pode cortar pela metade o desengajamento ativo dentro de uma equipe. Metade. Sem aumentar um centavo de folha. Apenas tornando explícito o que estava implícito.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Quando o método existe, o colaborador age com mais confiança. Não porque ficou mais corajoso, mas porque o cérebro dele parou de gastar energia tentando adivinhar o que a empresa quer.</span></p>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">Diagnóstico de segurança psicológica operacional</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Pesquisa de clima tem o seu valor e sua aplicação específica, mas não se presta para avaliar segurança psicológica. Segurança psicológica é a variável mais importante para a construção de equipes de alta performance e para medi-la você não precisa de um questionário de quarenta perguntas. Você pode fazer o seu próprio diagnóstico da segurança psicológica de sua equipe com quatro perguntas simples, feitas diretamente ao time, de preferência olho no olho:</span></p>
<p style="font-size: 18px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 24px; margin-bottom: 6px;">Passo 1: O colaborador sabe o que fazer?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Exemplo de pergunta: O que se espera de você num dia de movimento alto?</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Se cada pessoa responder uma coisa diferente, ou pior, se hesitarem, temos uma ambiguidade. A expectativa existe na cabeça do gestor, mas foi escrita e nem dita. Se foi escrita ou dita, mas a equipe não tem clareza na resposta precisa-se de uma providência.</span></p>
<p style="font-size: 18px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 24px; margin-bottom: 6px;">Passo 2: O colaborador sabe como fazer?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Exemplo de pergunta: Quais são os passos de nosso atendimento?</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Se não houver uma resposta padrão para os passos esperados para cada situação de atendimento; caixa, recepção do cliente, dúvidas do cliente no corredor de loja etc certamente estamos criando um ambiente crítico onde é necessário tomar decisão na pressão do dia a dia de loja.</span></p>
<p style="font-size: 18px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 24px; margin-bottom: 6px;">Passo 3: O colaborador sabe onde buscar ajuda?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Exemplo de pergunta: Quando você tem dúvidas sobre o atendimento, o que você faz?</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">A resposta mais saudável é &#8220;pergunto para alguém&#8221; ou &#8220;consulto em tal lugar&#8221;. Respostas como &#8220;eu resolvo&#8221; ou &#8220;procuro dar o melhor de mim&#8221; revelam que pedir ajuda pode ser arriscado ou não há onde buscar a informação, de maneira que o erro persistirá até explodir.</span></p>
<p style="font-size: 18px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 24px; margin-bottom: 6px;">Passo 4: O erro gera aprendizado ou punição?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Exemplo de pergunta: Na última vez que algo deu errado aqui, o que aconteceu depois?</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Se a resposta envolve quem levou a culpa, você tem uma cultura de punição. Se a resposta envolve o que foi ajustado no processo, você tem uma cultura de método. A diferença entre as duas é a diferença entre uma loja que aprende e uma loja que esconde.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Essas perguntas custam dez minutos e revelam mais do que grandes pesquisas de clima e ou dashboard. Elas demonstram claramente onde existe ambiguidade, onde está o atrito, onde estão acontecendo possíveis perdas de vendas.</span></p>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">Atenção: método sem confiança vira controle</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Claro que especificar tudo não resolve. Processo claro sem cultura de confiança gera rigidez improdutiva. Especificação é necessária, mas não suficiente. Um manual detalhado nas mãos de uma liderança que usa o manual como penalidade não produz segurança, produz medo de errar o manual. O colaborador troca uma ambiguidade por outra: antes não sabia o que fazer, agora sabe, mas vive tenso para não fazer fora do script. O resultado é o mesmo: presença sem iniciativa.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">A diferença está em como a liderança apresenta o método. Quando o método é instrumento, ele liberta: &#8220;aqui está o caminho que funciona, use isso para não precisar reinventar a roda toda vez, e quando o caminho não servir, me procure&#8221;. Quando o método é controle, ele aprisiona: &#8220;siga isso à risca ou se explique&#8221;. A primeira frase reduz carga cognitiva. A segunda adiciona.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Por isso <a href="https://stringhini.com.br/neurovarejo-loja-que-vende-nao-comeca-no-cliente/">a ordem do Neurovarejo</a> importa tanto. A liderança vem antes do colaborador justamente porque é o líder que decide se o método será instrumento ou arma. As pesquisas recentes sobre segurança psicológica em ambientes de alta pressão são consistentes nesse ponto: os antecedentes da segurança psicológica são liderança inclusiva, estruturas de poder bem administradas e cultura de comunicação. Ou seja, o método entrega clareza, mas é a liderança que entrega a confiança de usar a clareza sem medo. As duas coisas, juntas.</span></p>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">Na prática</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Levamos e aplicamos estes conceitos de várias formas no varejo. Seja através da criação de POPs, a implantação do nosso ecossistema de execução ou nosso programa de gestão de equipes de Alta Performance, a Liga do Varejo.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Se você lidera uma operação de varejo, faça esta semana o diagnóstico da segurança psicológica do time com os exemplos de perguntas citadas acima. Não para avaliar pessoas, para avaliar o seu método.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">A equipe que parece desmotivada quase nunca precisa de mais discurso. Precisa de mais clareza. Clareza se constrói com método.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Ou siga perdendo vendas.</span></p>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">Perguntas frequentes</p>
<p style="font-size:17px; font-weight:700; color:#000000; margin-top:18px; margin-bottom:4px;">O que é segurança psicológica no varejo?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Segurança psicológica no varejo é a condição em que o colaborador sabe exatamente o que se espera dele em cada situação operacional e pode falar, perguntar, admitir erros e discordar sem medo de punição. O conceito parte da pesquisa de Amy Edmondson (Harvard) e, no varejo, se traduz em clareza de processo, não em benefícios de bem-estar ou clima.</span></p>
<p style="font-size:17px; font-weight:700; color:#000000; margin-top:18px; margin-bottom:4px;">Qual a diferença entre segurança psicológica e clima organizacional?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Clima é o conjunto de percepções sobre o ambiente de trabalho. Segurança psicológica é específica: é a crença de que correr riscos interpessoais, como questionar ou admitir um erro, não gera punição. Um time pode ter bom clima e baixa segurança psicológica se houver punição velada para quem pergunta ou erra.</span></p>
<p style="font-size:17px; font-weight:700; color:#000000; margin-top:18px; margin-bottom:4px;">Como medir segurança psicológica em uma loja sem pesquisa de clima?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Com quatro perguntas diretas ao time: o colaborador sabe o que fazer num dia de movimento alto; sabe como fazer, ou seja, conhece os passos do atendimento; sabe onde buscar ajuda quando tem dúvida; e o que acontece depois de um erro, se gera aprendizado ou punição. Respostas vagas ou voltadas para a culpa revelam ambiguidade e cultura de punição.</span></p>
<p style="font-size:17px; font-weight:700; color:#000000; margin-top:18px; margin-bottom:4px;">O que é ambiguidade operacional no varejo?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">É a ausência de regras claras sobre como agir em situações rotineiras de loja. Ela gera ansiedade operacional silenciosa: o colaborador descobre o erro no momento em que acontece, normalmente na frente do cliente, e aprende a se proteger fazendo o mínimo, o que reduz iniciativa e provoca perda de venda.</span></p>
<p style="font-size:17px; font-weight:700; color:#000000; margin-top:18px; margin-bottom:4px;">Método sozinho gera segurança psicológica?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Não. Processo claro sem liderança de confiança vira controle e gera rigidez. As duas condições são necessárias: o método entrega clareza operacional e a liderança entrega a segurança de usar essa clareza sem medo de punição.</span></p>
<p style="font-size:17px; font-weight:700; color:#000000; margin-top:18px; margin-bottom:4px;">O que é Neurovarejo?</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Neurovarejo é um conceito desenvolvido por João Stringhini que aplica neurociência e comportamento do consumidor à gestão completa da loja, na ordem liderança, colaborador e shopper. A premissa é que a experiência do cliente é o reflexo do que acontece antes de ele entrar na loja.</span></p>
<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">Referências e evidências</p>
<p style="font-weight: normal; margin-bottom: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">• Amy C. Edmondson, &#8220;Psychological Safety and Learning Behavior in Work Teams&#8221;, Administrative Science Quarterly, e o livro &#8220;The Fearless Organization&#8221;. Definição original do conceito.</span></p>
<p style="font-weight: normal; margin-bottom: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">• Gallup, State of the Global Workplace e a metodologia Q12, cujo primeiro item de engajamento é &#8220;eu sei o que se espera de mim no trabalho&#8221;. <a href="https://www.gallup.com/workplace" target="_blank" rel="noopener nofollow">https://www.gallup.com/workplace</a></span></p>
<p style="font-weight: normal; margin-bottom: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">• Scoping review sobre antecedentes da segurança psicológica em ambientes de alta pressão (saúde e segurança pública), MDPI, 2025: <a href="https://www.mdpi.com/1660-4601/22/6/820" target="_blank" rel="noopener nofollow">https://www.mdpi.com/1660-4601/22/6/820</a></span></p>
<p style="font-weight: normal; margin-bottom: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">• Pesquisa sobre clareza de papel, motivação e desempenho, Discover Psychology, Springer, 2025: <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s44202-025-00333-8" target="_blank" rel="noopener nofollow">https://link.springer.com/article/10.1007/s44202-025-00333-8</a></span></p>
<p style="font-weight: normal; margin-bottom: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">• POPAI, estudos de decisão de compra no ponto de venda, base do conceito de Neurovarejo.</span></p>
<p style="font-style: italic; color: #000000; font-size: 14px; margin-top: 28px; border-top: 1px solid #ddd; padding-top: 16px;">João Stringhini é psicólogo e consultor de varejo, uma combinação rara que está na origem do Neurovarejo, conceito que desenvolveu para aplicar neurociência e comportamento do consumidor à gestão completa da loja. São mais de 30 anos trabalhando com líderes e equipes de varejo e indústria. É professor dos cursos de pós-graduação da PUCRS, sócio-fundador da Stringhini Varejo Inteligente e sócio da Involves Tecnologia, maior plataforma de Trade Marketing da América Latina.</p>
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		<title>Neurovarejo: a loja que vende não começa no cliente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conforto Cognitivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Você investiu em IA. Acumula dados de shopper. E ainda assim a conversão não cresce. O problema não está na sua plataforma de dados — está na ordem em que você aplica a neurociência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="91050" class="elementor elementor-91050 elementor-bc-flex-widget" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Você investiu em IA. Acumula dados de shopper. Tem câmeras de calor e relatório de tráfego por gôndola. E ainda assim a conversão não cresce na proporção esperada.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Isso tem uma explicação, e ela não está na sua plataforma de dados.</span></p>

<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">O cérebro ainda não sabe que existem planilhas</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Aqui está o paradoxo do varejo moderno: enquanto as ferramentas de análise ficam exponencialmente mais sofisticadas, o processador final de toda decisão de compra permanece o mesmo de sempre. Nossa conformação física e funcionamento de nosso cérebro continuam os mesmos há milhares de anos. Uma mudança relevante na espécie não ocorre em menos de 40 mil anos.  O nosso órgão decisor de 1,4 kg, com 86 bilhões de neurônios e que opera, em grande parte, de forma automática, desenvolveu-se para sobreviver na natureza, na savana, na floresta e não foi calibrado para navegar em lojas, supermercados, farmácias, lojas de material de construção.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Estudos de shopper marketing com EEG e eye-tracking (POPAI, 2012) mediram e verificaram que até 76% das decisões são tomadas em loja. A literatura acadêmica (Inman, Winer &amp; Ferraro, 2009) refina o dado e diz que a taxa pode variar entre 46% e 93% conforme a categoria de produtos e o contexto. A decisão não acontece antes, não acontece no digital nem na lista de compras, ela acontece dentro do ambiente da loja. Assim, não é que o shopper decide em loja, é que a execução em loja decide pelo shopper. E a maioria dessas escolhas se consolida em menos de dois segundos.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O pensamento humano consciente opera a cerca de 10 bits por segundo (Zheng &amp; Meister, Neuron, 2025), enquanto um processador moderno executa bilhões de operações por segundo. A diferença não é apenas de grau; é de ordem de grandeza. Mas o computador não decide. O cérebro decide, e faz isso de um jeito que pouca gente no varejo leva a sério: predominantemente pelo sistema límbico, a estrutura cerebral responsável por emoção, memória e motivação. Não pela razão.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Gerald Zaltman, de Harvard, popularizou a ideia de que a maior parte dos nossos processos mentais ocorre fora da consciência. É uma &#8220;regra de bolso&#8221; dos cientistas cognitivos, não uma cifra exata nem exclusiva ao consumo, mas ela aponta para algo que quem trabalha com psicologia do comportamento reconhece: a decisão que o cliente &#8220;tomou&#8221; é inconsciente.</span></p>

<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">O problema com o &#8220;neuromarketing&#8221; que o mercado pratica</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Nos últimos anos, o neuromarketing virou moda. E como toda moda, foi simplificado até a irrelevância.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Hoje, &#8220;neuromarketing aplicado ao varejo&#8221; virou um cardápio de truques: use a cor certa, toque a música certa, coloque o aroma certo, posicione o produto na altura dos olhos. Há valor nisso? Tem. É suficiente? Não.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O problema não é que essas táticas sejam erradas. O problema é a sequência em que são aplicadas.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O varejo aplica neurociência de trás para frente. Começa pelo shopper, o final da cadeia, e ignora os dois elos anteriores: a liderança e o colaborador. É como desenhar uma coreografia impecável para um palco onde os bailarinos não ensaiaram e o diretor não entende os movimentos.</span></p>

<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">Neurovarejo: a ordem importa</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Uma coisa que o neuromarketing convencional não ensina: a experiência do shopper é o reflexo do que acontece antes dele entrar na loja.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Líderes sobrecarregados cognitivamente tomam decisões piores. Colaboradores que operam sob ambiguidade, sem clareza de processo, sem método, sem saber o que é esperado deles, geram atrito invisível em cada interação com o cliente. Esse atrito chega ao shopper. Ele sente. Não sabe nomear. Mas sente.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">É por isso que proponho uma abordagem que chamo de Neurovarejo: a aplicação de neurociência, psicologia cognitiva e comportamento do consumidor não apenas ao shopper, mas à gestão completa da loja e, fundamentalmente, na ordem certa.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Neurovarejo é a compreensão sistêmica dos fatores físicos e psíquicos que constituem o ambiente de loja e das interações que emergem entre eles.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Primeiro, a liderança. Não existe loja boa com gerente ruim. É preciso cuidar do cérebro do líder.  É o primeiro campo de aplicação. O contexto proporciona a ele ter um pensamento favorável ao negócio com decisões consistentes e comunicação clara? Qual é a carga cognitiva imposta à liderança? A neurociência é clara sobre conforto cognitivo: quando simplificamos, o cérebro trabalha melhor e com menos erro. O líder está ou não operando em estado de conforto cognitivo?</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Depois, o colaborador. O time que opera com método definido, processos acessíveis e expectativas claras não precisa gastar energia cognitiva descobrindo o que fazer. Essa energia vai para o atendimento. Para a presença. Para a conexão com o shopper, que é exatamente o que gera venda.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Por exemplo, o padrão de atendimento de loja. Vejo honrosas iniciativas de treinamento de atendimento passando orientações para equipes de loja. É claro que temos que passar orientações, mas orientações são absolutamente insuficientes para um ambiente de segurança psicológica. Orientações deixam lacunas para entendimento e tomada de decisão. Elas abrem espaço para que cada pessoa compreenda do seu jeito e ainda exigem que o colaborador decida como atender.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">É temerário deixar para as pessoas definirem como deve ser o atendimento e desleal exigir do time que decidam como atender.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">A empresa tem a obrigação de especificar e definir as regras de atendimento, como o colaborador deve se comportar e falar em cada uma das etapas. Isto não é rigidez. É segurança psicológica e conforto cognitivo.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Por último, o shopper. Com liderança alinhada e equipe operando bem, aí sim faz sentido desenhar a experiência sensorial da loja, o layout, o planograma, o fluxo. Não antes, não no vácuo, não no vazio.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Não se afinam os instrumentos depois que a orquestra começa a tocar.</span></p>

<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">O que os dados confirmam e o que provam na prática</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Temos inúmeros cases de clientes onde aplicamos essa lógica de dentro para fora: Lojas Quero-Quero, JP Santa Lúcia, Postos Ipiranga e AmPm, Farmácias Vale Verde e Rede SIM. Os resultados são consistentes: aumentos de vendas de 10%, 20% e até 30% sem mexer em estrutura, sem investimentos em reforma, sem mexer em preço e comer margem, sem promoções adicionais. Apenas gestão de pessoas e execução de loja, com método.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O que muda? Clareza operacional para as equipes. Liderança treinada para simplificar.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O shopper não sabe por que comprou mais. Mas o cérebro dele sabe.</span></p>

<p style="font-size: 22px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 40px; margin-bottom: 10px;">A pergunta que o varejo precisa fazer</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Muito se investe em entender o shopper. Pesquisa de jornada, heatmap, análise de cesta. Tudo válido. Mas há uma pergunta anterior que raramente é feita:</span></p>

<p style="font-size: 16px; font-weight: normal; border-left: 3px solid #F47929; padding-left: 14px; margin-top: 16px; margin-bottom: 16px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O líder da minha loja opera com clareza ou com sobrecarga?</span></p>

<p style="font-size: 16px; font-weight: normal; border-left: 3px solid #F47929; padding-left: 14px; margin-top: 16px; margin-bottom: 16px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O colaborador atende com método ou improvisa?</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Se a resposta para essas duas perguntas for &#8220;não sei&#8221; ou &#8220;provavelmente improvisa&#8221;, qualquer investimento em experiência do shopper vai render menos do que poderia.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; font-weight: normal; margin-bottom: 14px;"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Neurovarejo não é sobre manipular o cliente. É sobre entender que o cérebro humano, do líder, do colaborador e do shopper, funciona segundo princípios que a neurociência está apenas começando a mapear com precisão, mas que a prática de décadas já confirmou: simplicidade vende, ambiguidade trava, clareza libera.</span></p>

<p style="font-size: 18px; font-weight: 600; text-align: center; margin-top: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: 600;">A experiência do shopper não começa na gôndola.</span></p>

<p style="font-size: 18px; font-weight: 600; text-align: center; margin-top: 8px;"><span style="color: #000000; font-weight: 600;">Começa na mente de quem lidera a loja.</span></p>

<p style="text-align: justify; font-style: italic; font-weight: normal; color: #555555; margin-top: 32px; border-top: 1px solid #dddddd; padding-top: 16px;"><span style="color: #555555; font-weight: normal;">João Stringhini é psicólogo, consultor de gestão com mais de 30 anos de experiência, palestrante, mentor, sócio-fundador da Stringhini Varejo Inteligente e sócio da Involves, maior plataforma de Trade Marketing da América Latina.</span></p>

<p style="font-size: 20px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 36px; margin-bottom: 12px;">Referências e evidências</p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;">Hull, P. M. The temporal dimension of marine speciation (discussão acadêmica sobre taxas de especiação). <a href="https://earth.yale.edu/sites/default/files/2024-12/Hull%20pdf%2015.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow" style="color: #0066cc; text-decoration: underline;">https://earth.yale.edu/sites/default/files/2024-12/Hull%20pdf%2015.pdf</a></p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;">POPAI – Point of Purchase Advertising International. 2012 Shopper Engagement Study: Media Topline Report. Chicago: POPAI, 2012.</p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;"><a href="https://www.academia.edu/9189648/2012_SHOPPER_ENGAGEMENT_STUDY_MEDIA_TOPLINE_REPORT" target="_blank" rel="noopener nofollow" style="color: #0066cc; text-decoration: underline;">https://www.academia.edu/9189648/2012_SHOPPER_ENGAGEMENT_STUDY_MEDIA_TOPLINE_REPORT</a></p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;">INMAN, J. J.; WINER, R. S.; FERRARO, R. The Interplay Among Category Characteristics, Customer Characteristics, and Customer Activities on In-Store Decision Making. Journal of Marketing, v. 73, n. 5, p. 19–29, 2009.</p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;"><a href="https://w4.stern.nyu.edu/research/winer_%20inman_and_ferraro.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow" style="color: #0066cc; text-decoration: underline;">https://w4.stern.nyu.edu/research/winer_%20inman_and_ferraro.pdf</a></p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;">ZHENG, J.; MEISTER, M. The unbearable slowness of being: Why do we live at 10 bits/s? Neuron, v. 113, n. 2, p. 192-204, 2025. DOI: 10.1016/j.neuron.2024.11.008.</p>

<p style="font-size: 13px; font-weight: normal; color: #555555; margin-bottom: 4px; margin-top: 10px;"><a href="https://www.caltech.edu/about/news/thinking-slowly-the-paradoxical-slowness-of-human-behavior" target="_blank" rel="noopener nofollow" style="color: #0066cc; text-decoration: underline;">https://www.caltech.edu/about/news/thinking-slowly-the-paradoxical-slowness-of-human-behavior</a></p>								</div>
				</div>
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		<title>Conhecimento registrado é vantagem competitiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento por Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Checklist de Execução]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Execução]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Stringhini Varejo Inteligente]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas empresas acreditam possuir vantagem competitiva porque têm profissionais brilhantes quando, na verdade, possuem dependência operacional sofisticada. Enquanto o conhecimento estiver nas pessoas e não registrado na organização, a empresa não controla sua própria vantagem competitiva. O tão desejado “time dos sonhos”, o “Dream Team”, formado por profissionais capazes de alcançar resultados extraordinários pode esconder [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="90969" class="elementor elementor-90969" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">Algumas empresas acreditam possuir vantagem competitiva porque têm profissionais brilhantes quando, na verdade, possuem dependência operacional sofisticada. Enquanto o conhecimento estiver nas pessoas e não registrado na organização, a empresa não controla sua própria vantagem competitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">O tão desejado “time dos sonhos”, o “Dream Team”, formado por profissionais capazes de alcançar resultados extraordinários pode esconder um risco silencioso: o conhecimento que gera os resultados não pertencer à empresa, mas às pessoas que hoje ocupam determinados cargos.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">O fenômeno do time que faz a diferença ocorre isoladamente na empresa, em apenas um time, ou em todos os times, o que é mais incomum. Nestes grupos é permanente o sentimento de vitória e um estado de positividade de líderes e liderados. Tudo funciona, há cadência, há alinhamento e, principalmente, resultados. Os ganhos são reais e concretos. Prazos são cumpridos ou antecipados, as vendas crescem, os custos caem etc.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">Vivenciei contextos como estes. Um dos mais marcantes foi a Ipiranga à época de Jerônimo Santos. Havia ali um propósito claro, liderança forte e uma capacidade rara de atrair profissionais excepcionais. O resultado era uma operação com enorme energia, alinhamento e velocidade de execução.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">Temos de verdade uma boa empresa com um time dos sonhos? Estas situações de sucesso da reunião de profissionais pode durar anos. Às vezes 3, 5, 10 anos. Mas isto é apenas um flash, apenas um momento na história de uma empresa. O time dos sonhos com bons resultados pode ser apenas uma ilusão se não estiver gerando conhecimento para a empresa. Resultados e ganhos atuais podem nos impedir de identificar o que é resultado verdadeiro. O bom funcionamento atual, os resultados crescentes e a satisfação &nbsp;do grupo de profissionais podem impedí-los de verificar se o conhecimento que gera estes benefícios realmente existem.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">Não há como gerar resultado empresarial sem conhecimento, isto é fato. Não falaremos de casos de sorte pois tratam-se de sorte. Ocorre que sempre há um conhecimento por trás do resultado. Agora, resultado verdadeiro para a empresa não depende apenas de conhecimento. Precisa de conhecimento registrado. Conhecimento na empresa e não apenas nas pessoas que estão na empresa em determinado momento. Conhecimento registrado é documentado e acessível. Só é uma boa empresa se todas as boas práticas, estiverem sendo registradas, documentadas, validadas e compartilhadas.&nbsp; O conhecimento presente nas pessoas, líderes e liderados, gera dependência operacional. A operação da empresa depende da presença de determinadas pessoas.<br><br></span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">Por incrível que pareça este fenômeno de ficar
ludibriado com os resultados presentes e esquecer de transformar em
conhecimento registrado, prático e útil acomete a todas as empresas, mesmo as grandes.
Já presenciei a materialização de grandes estratégias com resultados
impressionantes que geraram vendas, lucro e reconhecimento de mercado sem
nenhum registro formal.</span></p><p style="margin-top:8.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:4.0pt;
margin-left:0cm;text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"><span lang="EN-US" style="color:black">Os profissionais da época estão em outras
empresas e levaram consigo o conhecimento. O problema não é levarem o
conhecimento. O problema é a empresa não tê-lo registrado. São perdas grandes de
valor inestimável.</span><span lang="EN-US"><o:p></o:p></span></p><p style="margin-top:8.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:4.0pt;
margin-left:0cm;text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"><span lang="EN-US" style="color:black">Hoje vejo, a mesma empresa, sem o mesmo glamour,
retomando atividades de um patamar infinitamente inferior ao que já esteve.
Recentemente, nos reunimos com os atuais profissionais desta empresa e tivemos
a oportunidade de compartilhar nossos arquivos de serviços prestados
comprovando aos novos executivos o patamar que já estiveram. É lamentável ver
um time partindo, praticamente, do zero para coisas que a empresa já foi
referência de mercado. <o:p></o:p></span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: #000000;">





</span></p><p><span lang="EN-US" style="color:black">Então, não podemos nos
enganar com aquelas situações de times e ou profissionais que resolvem tudo.
Possuem qualidades excepcionais para a solução de problemas, são ágeis,
dinâmicos e sempre disponíveis. O conforto no curto prazo pode esconder um
perigo para a operação no longo prazo. Aquilo que é percebido como valor pode
ser uma lacuna no negócio. Habilidades pessoais ou de um time podem estar
funcionando como substitutos de processos. Enfim, os profissionais e os times
que deveriam estar organizando e multiplicando os processos estão fazendo as
vezes deles. O conhecimento existe, está operando, gerando resultados a curto
prazo, mas não é da empresa.</span><span lang="EN-US"><o:p></o:p></span></p>								</div>
				</div>
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									<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 12.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><b><span lang="EN-US" style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 115%; color: black;">O que muda quando o conhecimento é registrado</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: black;">As principais mudanças são que a empresa passa a existir e tomar forma e dominar de forma verdadeira as suas vantagens competitivas. A empresa deixa de ser o reflexo de um profissional ou de um conjunto de profissionais para ser uma organização que perdura no tempo com sua própria identidade. E se apropria das suas vantagens competitivas de maneira a ampliá-las ou corrigi-las. Além deste ganho fundamentais conhecimento registrado traz outros benefícios:<b> </b></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><b><span lang="EN-US" style="color: black;">Idioma da empresa</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O correto seria falarmos da língua da empresa, mas creio que idioma nos ajuda a entender melhor do que estamos tratando.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Não nos damos conta, mas cada empresa, os seus colaboradores, tem um modo particular de nomear e dar sentidos às coisas e palavras. No dia a dia isto passa desapercebido. Todos acreditam que, por falarem a mesma língua, entendem-se perfeitamente. É o início da Torre de Babel que todos conhecemos, a origem dos tais problemas de comunicação.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O registro formal de processos e padrões de execução contribui para a empresa se apropriar do seu, vamos dizer assim, idioma. Haverá, naturalmente, a seleção e o reforço das expressões mais empregadas na empresa fortalecendo sua identidade, reduzindo o risco de problemas de comunicação e, o que é melhor, facilitará a entrada e incorporação de novos colaboradores.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Por exemplo, qualidade. O que é qualidade? Cada pessoa tem seus padrões e referenciais de qualidade, uns mais severos do que outros. Agora, para a empresa o que é qualidade? O conceito de qualidade deve estar pacificado e, mais do que isto, registrado e comunicado. E não trata-se de certo errado ou errado de cada expressão, trata-se de alinhamento sobre como são entendidos e aplicados os conceitos dentro da empresa.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><b><span lang="EN-US" style="color: black;">Combate aos feudos</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Muito se ouve falar de feudos dentro das empresas, de grupos restritos e assim por diante. Deming, pai da qualidade moderna, dizia para olharmos para os processos e não para as pessoas. Aqui passa-se o mesmo. Quando falamos em feudos já começamos errado, pois estamos falando de pessoas e não de processos. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O benefício do registro do conhecimento é que começamos, naturalmente, a deixar de olhar para as pessoas para olhar para os processos. O domínio do conhecimento sobre o que a empresa faz, como faz e por que faz leva a eliminação das paredes invisíveis que separam as pessoas dentro das organizações.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span style="color: black;">O registro das regras de execução e padrões abre a possibilidade das pessoas compartilharem o seu trabalho, os seus desafios, os seus resultados. E o que antes era motivo de dúvida, que sempre gera desconfiança, passa a ser motivo de troca e reconhecimento.</span></p>								</div>
				</div>
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									<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 12.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><b><span lang="EN-US" style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 115%; color: black;">O que muda quando o conhecimento é registrado</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: black;">As principais mudanças são que a empresa passa a existir e tomar forma e dominar de forma verdadeira as suas vantagens competitivas. A empresa deixa de ser o reflexo de um profissional ou de um conjunto de profissionais para ser uma organização que perdura no tempo com sua própria identidade. E se apropria das suas vantagens competitivas de maneira a ampliá-las ou corrigi-las. Além deste ganho fundamentais conhecimento registrado traz outros benefícios:<b> </b></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><b><span lang="EN-US" style="color: black;">Idioma da empresa</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O correto seria falarmos da língua da empresa, mas creio que idioma nos ajuda a entender melhor do que estamos tratando.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Não nos damos conta, mas cada empresa, os seus colaboradores, tem um modo particular de nomear e dar sentidos às coisas e palavras. No dia a dia isto passa desapercebido. Todos acreditam que, por falarem a mesma língua, entendem-se perfeitamente. É o início da Torre de Babel que todos conhecemos, a origem dos tais problemas de comunicação.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O registro formal de processos e padrões de execução contribui para a empresa se apropriar do seu, vamos dizer assim, idioma. Haverá, naturalmente, a seleção e o reforço das expressões mais empregadas na empresa fortalecendo sua identidade, reduzindo o risco de problemas de comunicação e, o que é melhor, facilitará a entrada e incorporação de novos colaboradores.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Por exemplo, qualidade. O que é qualidade? Cada pessoa tem seus padrões e referenciais de qualidade, uns mais severos do que outros. Agora, para a empresa o que é qualidade? O conceito de qualidade deve estar pacificado e, mais do que isto, registrado e comunicado. E não trata-se de certo errado ou errado de cada expressão, trata-se de alinhamento sobre como são entendidos e aplicados os conceitos dentro da empresa.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><b><span lang="EN-US" style="color: black;">Combate aos feudos</span></b></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Muito se ouve falar de feudos dentro das empresas, de grupos restritos e assim por diante. Deming, pai da qualidade moderna, dizia para olharmos para os processos e não para as pessoas. Aqui passa-se o mesmo. Quando falamos em feudos já começamos errado, pois estamos falando de pessoas e não de processos. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O benefício do registro do conhecimento é que começamos, naturalmente, a deixar de olhar para as pessoas para olhar para os processos. O domínio do conhecimento sobre o que a empresa faz, como faz e por que faz leva a eliminação das paredes invisíveis que separam as pessoas dentro das organizações. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"> </p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">O registro das regras de execução e padrões abre a possibilidade das pessoas compartilharem o seu trabalho, os seus desafios, os seus resultados. E o que antes era motivo de dúvida, que sempre gera desconfiança, passa a ser motivo de troca e reconhecimento.</span></p>								</div>
				</div>
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															<img decoding="async" width="1024" height="608" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/05/04_Atigo-1-1024x608.png" class="attachment-large size-large wp-image-90973" alt="" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/05/04_Atigo-1-1024x608.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/05/04_Atigo-1-300x178.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/05/04_Atigo-1-768x456.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/05/04_Atigo-1-200x119.png 200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/05/04_Atigo-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />															</div>
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									<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 10.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><b><span lang="EN-US" style="color: black;">Validação das estratégias</span></b></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Quando registramos o que deve acontecer na ponta, estamos fazendo, literalmente, a estratégia aterrissar. Estamos fazendo a estratégia chegar onde deve chegar. É na ponta que a estratégia mostra o seu valor. Se a operação estiver registrada, mais do que isso, a forma como deve ser feita e cumprida, teremos plenas condições de validar a estratégia. E mais importante do que muitos acreditam, validar a estratégia é até mais importante que os resultados. Uma estratégia validada, ou seja, que temos controle das variáveis e conhecemos os resultados, nos dá o poder de melhorar ou direcionar os resultados futuros. Uma estratégia com resultados mas sem o registro é energia desperdiçada, na próxima vez não saberemos o que melhorar.</span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Quanto a isto, e fala um pouco de tudo o que discutimos aqui, tem um caso que o sigilo profissional me impede de declarar o nome da empresa, mas posso descrever o que aconteceu. Anos atrás, cinco anos para ser mais exato, em uma rede de lojas com mais de 300 unidades, fomos contratados para realizar um projeto de execução de loja. Definir, registrar e monitorar as regras de execução em 40 de suas lojas.</span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Foram definidas e registradas as regras de execução da rede para entrada da loja, checkout, aplicação de materiais de comunicação, abastecimento de equipamentos, planogramas, mesas de exposição, pontos extras etc. A queixa era de que havia padrões estabelecidos, eles eram apresentados, mas as equipes não os cumpriam. Incorporamos o conhecimento da empresa em sistemas adequados e iniciamos o trabalho. </span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Houve um esforço importante dos supervisores de campo, dos gerentes de loja, dos times para registrar e executar tudo perfeitamente como definido pela área de desenvolvimento. Alcançamos, depois de três meses, o índice médio de execução de 92% (noventa e dois por cento) para as 40 unidades. O que é um resultado incrível. A energia e o sentimento de vitória do time estava estampado no rosto dos gerentes a cada reunião de avaliação dos resultados.</span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Agora, mais incrível do que os resultados alcançados, foi a decisão do diretor da área. Mesmo com os elevados resultados de execução das suas equipes de loja ele suspendeu o projeto. O motivo declarado era porque as vendas não estavam crescendo com o projeto de execução. </span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 36.0pt;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Temos aqui a materialização de uma corrente de pensamento que reluta em registrar o conhecimento, única forma de garantir ajustes e melhorias da empresa. Neste caso, o instrumento que registrava o conhecimento do padrão de execução das lojas e permitia, de forma inequívoca,  provar que a estratégia era ruim e precisava ser revista foi descartado.</span></p>								</div>
				</div>
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									<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span lang="EN-US" style="color: black;">Se a febre está alta, a culpa é do termômetro.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; margin: 8.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"><span style="color: black;">E na sua empresa o conhecimento é registrado?</span></p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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		<title>Semana do Consumidor: 3 erros que custam seu ticket! 📉</title>
		<link>https://stringhini.com.br/erro-que-custa-ticket-semana-do-consumidor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências do varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo em 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra o erro operacional que faz varejistas perderem ticket na Semana do Consumidor e saiba como corrigir antes que seja tarde. A Semana do Consumidor é vista como oportunidade de crescimento. Mas para muitos varejistas, ela se transforma em um período de margem pressionada e esforço redobrado. O motivo não é o desconto.💸 É o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div><p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Descubra o erro operacional que faz varejistas perderem ticket na </span><b>Semana do Consumidor </b><span style="font-weight: 400;">e saiba como corrigir antes que seja tarde.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Semana do Consumidor </b><span style="font-weight: 400;">é vista como oportunidade de crescimento. Mas para muitos varejistas, ela se transforma em um período de margem pressionada e esforço redobrado.</span></span></p>
<h6><span style="font-weight: 400; color: #333333;">O motivo não é o desconto.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b8.png" alt="💸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">É o </span><b>erro operacional </b><span style="font-weight: 400;">que acontece antes da campanha começar.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O verdadeiro problema está na </span><b>execução</b><span style="font-weight: 400;">. </span></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Muitos empresários investem em promoção sem revisar três pontos essenciais:<br />
</span><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cb.png" alt="📋" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sortimento estratégico<br />
</b><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f441.png" alt="👁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exposição inteligente<br />
</b><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4e6.png" alt="📦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Abastecimento correto</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Sem isso, o resultado é previsível: aumento de volume, mas não de ticket. E </span><b>ticket é o que sustenta o caixa</b><span style="font-weight: 400;">. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b0.png" alt="💰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<h6 data-start="1355" data-end="1412"><strong><span style="color: #333333;">Por que a Semana do Consumidor impacta tanto o varejo?</span></strong></h6>
<p><span style="color: #333333;">A Semana do Consumidor ganhou força nos últimos anos e se tornou uma das principais datas promocionais do primeiro semestre. Para supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção, entre outros, ela representa:</span></p>
<p><strong><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aumento de fluxo em loja<br />
</span><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Maior sensibilidade a preço<br />
</span><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Busca ativa por oportunidades<br />
</span><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Comparação entre concorrentes</span></strong></p>
<p><span style="color: #333333;">O consumidor entra com intenção clara: <strong>economizar.</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">E quando o varejista responde apenas com desconto, ele entra em uma guerra onde todos parecem iguais. </span><span style="color: #333333;">O problema é que crescimento sustentável não vem de preço baixo isoladamente. Ele vem de estratégia.</span></p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90622 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-2.png" alt="Semana do Consumidor" width="1200" height="851" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-2.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-2-300x213.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-2-1024x726.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-2-768x545.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-2-200x142.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></h2>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O erro que custa seu ticket é simples: </span><b>acreditar que preço resolve desorganização.</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quando o mix não está alinhado com o perfil do cliente, o desconto apenas acelera a saída dos itens errados.<br />
</span><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quando o layout não direciona o consumidor para produtos complementares, a compra é básica.<br />
</span><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quando não há padronização de exposição, cada categoria compete sozinha por atenção.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>Resultado?<br />
</b></span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">&#8211; Mais fluxo.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6b6-200d-2642-fe0f.png" alt="🚶‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Mesmo faturamento proporcional.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; </span><b>Menor rentabilidade. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c9.png" alt="📉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></b></span></p>
<h6><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90623 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-3.png" alt="Semana do Consumidor" width="1200" height="667" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-3.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-3-300x167.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-3-1024x569.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-3-768x427.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Artigo-1-3-200x111.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></h6>
<h6><span style="color: #333333;"><b>Semana do Consumidor não é sobre preço<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Ela é sobre </span><b>preparação</b><span style="font-weight: 400;">. </span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Se sua loja estiver abastecida corretamente, com planograma definido e categorias estruturadas, a promoção vira alavanca. Sem isso, vira muleta.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Gerenciamento por Categorias</b><span style="font-weight: 400;"> existe justamente para evitar esse cenário. Ele transforma prateleiras em estratégia. Cada SKU precisa trabalhar a favor do seu caixa — não ocupar espaço. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2699.png" alt="⚙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<h6 data-start="4681" data-end="4741"><strong><span style="color: #333333;">O que realmente aumenta o ticket na Semana do Consumidor?</span></strong></h6>
<p><span style="color: #333333;">Não é apenas desconto. </span><span style="color: #333333;">É:<br />
</span><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Combinação inteligente de produtos</span><br data-start="4807" data-end="4810" /><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Agrupamento estratégico por missão</span><br data-start="4846" data-end="4849" /><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exposição que estimula compra complementar</span><br data-start="4893" data-end="4896" /><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Layout que conduz jornada</span><br data-start="4923" data-end="4926" /><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estoque alinhado com previsão de demanda</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Ticket médio aumenta quando o consumidor encontra solução completa, não apenas preço baixo.</span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>Ainda dá tempo!<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/23f3.png" alt="⏳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></b></span></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-90627" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02_Artigo-13-1.png" alt="Semana do Consumidor" width="1200" height="540" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02_Artigo-13-1.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02_Artigo-13-1-300x135.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02_Artigo-13-1-1024x461.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02_Artigo-13-1-768x346.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/03/02_Artigo-13-1-200x90.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="color: #333333;">O varejo não precisa apenas vender mais.</span><br data-start="7110" data-end="7113" /><span style="color: #333333;">Precisa vender certo.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Volume sem estratégia é esforço.</strong></span><br data-start="7168" data-end="7171" /><span style="color: #333333;"><strong>Execução estruturada é resultado</strong>.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">A Semana do Consumidor pode ser: </span><span style="color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c8.png" alt="📈" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Alavanca de crescimento ou <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c9.png" alt="📉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Amplificador de desorganização. </span><strong><span style="color: #333333;">A escolha está na preparação!</span></strong></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Faça agora o </span><span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://stringhini.com.br/semana-do-consumidor-campanha/"><b>Checklist da Loja Inteligente</b></a></span><span style="font-weight: 400;"> e identifique o que está travando seu resultado.  </span></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Leva apenas 2 minutos.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">E, qualquer dúvida, pode chamar um dos especialistas da Stringuini Varejo, que estaremos prontos para te atender! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Basta clicar nesse <a style="color: #333333;" href="https://lnk.bio/ComercialStringhini" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #f47e37;">Whatsapp</span> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Grande abraço,<br />
</span><b>Equipe Stringhini Varejo Inteligente</b></span></p>
<p><span style="color: #333333;">____________________________________________________________________________________________</span></p>
<h6 style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"><b>SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE</b></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><b></b>Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com <strong>soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização</strong>. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.</span></p>
<p data-start="458" data-end="822"><span style="color: #333333;">Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na <strong data-start="662" data-end="709">definição e gestão do mix ideal de produtos</strong>, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.</span></p>
<p data-start="824" data-end="1017"><span style="color: #333333;">Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o <strong data-start="896" data-end="933">Ecossistema de Gestão da Execução</strong>, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-81381" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg" alt=" reduzir o mix" width="1200" height="400" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-300x100.jpg 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-1024x341.jpg 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-768x256.jpg 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-200x67.jpg 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>🎉 Carnaval 2026: A Folia Que Mexeu com o Caixa do Varejo</title>
		<link>https://stringhini.com.br/carnaval-2026-no-varejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 17:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências do varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[vendas no carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[Carnaval 2026 tinha previsão de mover 41 mi de consumidores e elevar em quase 5% o varejo. Veja como alimentos e bebidas performaram no período. 🎭 🎭 A Festa Passou — Mas os Números Ficam O Carnaval 2026 confirmou o que o mercado já projetava: a data tinha previsão de mover cerca de 41,4 milhões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div><p><span style="color: #333333;"><b>Carnaval 2026 </b>tinha previsão de mover<b> 41 mi de consumidores </b>e elevar em quase<b> 5% o varejo. </b>Veja como alimentos e bebidas<b> performaram no período. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></b></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Festa Passou — Mas os Números Ficam</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O Carnaval 2026 confirmou o que o mercado já projetava: a data tinha previsão de mover cerca de </span><b>41,4 milhões de consumidores no Brasil</b><span style="font-weight: 400;">, impactando diretamente o varejo, principalmente nos segmentos de </span><b>alimentos, bebidas e conveniência</b><span style="font-weight: 400;">.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ca.png" alt="📊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Antes da folia, estudos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas <strong>(CNDL)</strong>, em parceria com o SPC Brasil, indicavam que <strong>95%</strong> dos consumidores pretendiam realizar algum tipo de compra no período. O comportamento observado ao longo da semana carnavalesca reforçou a força dessa intenção.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Para o varejista de alimentos e bebidas, o saldo foi claro: </span><b>alto giro, consumo imediato e aumento do fluxo nas lojas físicas e nos canais de entrega</b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ca.png" alt="📊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> +5% no Varejo: A Projeção Se Confirmou?</b></span></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90239 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-2.png" alt="Carnaval 2026" width="1200" height="600" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-2.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-2-300x150.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-2-1024x512.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-2-768x384.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-2-200x100.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Estudos do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo <strong>(IBEVAR)</strong> em parceria com a FIA Business School apontavam que o Carnaval poderia elevar em </span><b>quase 5% o volume de negócios do varejo em comparação com 2025</b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Na prática, o que se observou foi um<strong> aquecimento concentrado especialmente em categorias ligadas à experiência e conveniência</strong> — exatamente onde o varejo alimentar atua com mais força.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Enquanto alguns segmentos enfrentaram desaceleração temporária, </span><b>alimentos e bebidas registraram aumento de demanda</b><span style="font-weight: 400;">, principalmente nos dias que antecederam os blocos e durante o feriado prolongado.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f37a.png" alt="🍺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Que Mais Saiu das Prateleiras?</b></span></h6>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90240 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-03.png" alt="Carnaval 2026" width="1200" height="650" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-03.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-03-300x163.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-03-1024x555.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-03-768x416.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-03-200x108.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O comportamento real de consumo seguiu essa linha. Produtos de </span><b>hidratação, bebidas alcoólicas e snacks prontos</b><span style="font-weight: 400;"> tiveram forte saída, reforçando a importância de planejamento prévio de estoque.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Para o varejista que se preparou estrategicamente, o período representou:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Giro acelerado de estoque</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aumento do ticket médio por compra</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Maior frequência de clientes na loja</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b3.png" alt="💳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ticket Médio e Compra por Impulso</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">As projeções indicavam um ticket médio aproximado de </span><b>R$ 160 por consumidor</b><span style="font-weight: 400;"> durante o Carnaval. O comportamento observado mostrou que o gasto emocional e imediato predominou.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Diferentemente de datas como Natal ou Dia das Mães — mais planejadas — o Carnaval impulsiona compras rápidas e orientadas à ocasião.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>No varejo alimentar, isso se traduziu em:</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Decisões menos racionais e mais situacionais;<br />
</span></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Maior impacto de exposição de produtos;<br />
</span><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Valorização de kits promocionais e combos;<br />
</span><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Crescimento nas vendas de conveniência.</span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f69a.png" alt="🚚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Loja Física + Delivery: Um Combo Estratégico</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Outro ponto relevante foi a consolidação da estratégia </span><strong><span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://stringhini.com.br/7-passos-para-dominar-varejo-omnichannel/">omnichannel</a></span></strong><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #f47e37;">.</span> Muitos consumidores alternaram entre:<br />
</span></span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Compras antecipadas em supermercados e lojas de bairro;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Reposição emergencial via aplicativos de entrega;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Consumo imediato em bares e pontos de conveniência.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O varejista que ofereceu </span><b>agilidade no atendimento e boa visibilidade de produtos </b><span style="font-weight: 400;">conseguiu capturar melhor esse fluxo.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90241 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-04.png" alt="Carnaval 2026" width="1200" height="250" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-04.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-04-300x63.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-04-1024x213.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-04-768x160.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/02/&#x1f389;-Carnaval-2026-A-Folia-Que-Mexeu-com-o-Caixa-do-Varejo-04-200x42.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Se o Carnaval 2026 já passou, ele também deixou aprendizados importantes para 2027:</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>1&#x20e3; Planejamento Antecipado Faz Diferença<br />
</b></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Quem ajustou mix, reforçou estoque e negociou melhor com fornecedores conseguiu capturar o pico de demanda.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>2&#x20e3; Exposição Estratégica Vende Mais<br />
</b></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Bebidas geladas em pontos extras e snacks próximos ao caixa ampliaram compras por impulso.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>3&#x20e3; Comunicação Temática Engaja<br />
</b></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Ambientação e sinalização visual com clima carnavalesco aumentaram a percepção de oportunidade e urgência.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>4&#x20e3; Conveniência É Rei <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f451.png" alt="👑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br />
</b></span><span style="font-weight: 400; color: #333333;">O consumidor buscou praticidade acima de preço. Quem entregou solução rápida ganhou espaço.</span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f389.png" alt="🎉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Muito Além da Folia</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O Carnaval 2026 mostrou que </span><strong><span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://stringhini.com.br/produtos-sazonais-e-rotina-no-varejo-inteligente/">datas sazonais </a></span></strong><span style="font-weight: 400;">não são apenas momentos festivos — são </span><b>alavancas estratégicas de faturamento</b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Com previsão de mais de<strong> 41 milhões de consumidores</strong> envolvidos e crescimento estimado de quase<strong> 5% no varejo</strong>, a data reforçou uma verdade fundamental para supermercados, lojas de conveniência e estabelecimentos de alimentos e bebidas:</span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Oportunidade sazonal exige estratégia contínua.</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Agora que a folia terminou, o melhor movimento é analisar dados, identificar categorias campeãs e estruturar um plano ainda mais inteligente para o próximo ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><strong>Porque no varejo, assim como no samba, quem antecipa o ritmo sai na frente.</strong> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f941.png" alt="🥁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p>Quer saber como fazer isso de maneira estratégica?<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong> <span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://lnk.bio/ComercialStringhini" rel="nofollow noopener" target="_blank">Fale com a Stringhini!</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Grande abraço,<br />
</span><b>Equipe Stringhini Varejo Inteligente</b></span></p>
<p><span style="color: #333333;">____________________________________________________________________________________________</span></p>
<h6 style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"><b>SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE</b></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><b></b>Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com <strong>soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização</strong>. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.</span></p>
<p data-start="458" data-end="822"><span style="color: #333333;">Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na <strong data-start="662" data-end="709">definição e gestão do mix ideal de produtos</strong>, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.</span></p>
<p data-start="824" data-end="1017"><span style="color: #333333;">Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o <strong data-start="896" data-end="933">Ecossistema de Gestão da Execução</strong>, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-81381" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg" alt=" reduzir o mix" width="1200" height="400" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-300x100.jpg 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-1024x341.jpg 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-768x256.jpg 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-200x67.jpg 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>💲🎯 Como Aumentar Vendas Sem Dar Desconto No Varejo Em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 13:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Stringhini]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências do varejo]]></category>
		<category><![CDATA[vendas em 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[💡Aprenda como aumentar vendas sem dar desconto usando sortimento inteligente, exposição estratégica e execução no PDV. Veja como a Stringhini ajuda seu varejo a lucrar mais.💲✅ Desconto é tentador para o cliente e para o varejista. Mas aqui vai uma verdade incômoda: dar desconto demais corrói sua margem e cria um consumidor cada vez menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div><p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Aprenda como </span><b>aumentar vendas sem dar desconto</b><span style="font-weight: 400;"> usando sortimento inteligente, exposição estratégica e execução no PDV. Veja como a Stringhini </span><b>ajuda seu varejo a lucrar mais.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b2.png" alt="💲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></b></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Desconto é tentador para o cliente e para o varejista.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Mas aqui vai uma verdade incômoda: </span><b>dar desconto demais corrói sua margem </b>e cria um consumidor cada vez menos fiel<span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6d2.png" alt="🛒" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O varejo brasileiro está mais competitivo, os custos operacionais aumentaram e o shopper está mais exigente. Ou seja… </span><b>não dá para vender só baixando preços</b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">A boa notícia?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Existem estratégias muito mais inteligentes (e lucrativas!) para </span><b>aumentar vendas sem mexer na margem</b><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> E é exatamente isso que você vai entender neste artigo.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90085 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/02_Artigo-15.png" alt="aumentar vendas, desconto" width="1200" height="300" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/02_Artigo-15.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/02_Artigo-15-300x75.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/02_Artigo-15-1024x256.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/02_Artigo-15-768x192.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/02_Artigo-15-200x50.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O consumidor não escolhe apenas pelo preço, ele escolhe pela </span><b>facilidade, clareza, organização, praticidade e confiança.</b></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Ou seja, uma loja bem planejada vende mais porque:</strong><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> ajuda o cliente a encontrar o que procura;<b><br />
</b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> facilita a compra por impulso;<b><br />
</b><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></b> aumenta o ticket médio naturalmente;<b><br />
</b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> reduz perdas e rupturas;<b><br />
</b><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f539.png" alt="🔹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </b>gera uma experiência melhor e mais rápida.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tudo isso sem dar 1 centavo de desconto.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">E é exatamente aqui que entra o </span><b>Sortimento Certo, Planogramação Estratégica e Execução no PDV</b><span style="font-weight: 400;">: áreas em que a Stringhini atua diariamente com resultados reais.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6cd.png" alt="🛍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 1. Sortimento Certo: vender o que realmente gira</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Muita gente acha que vender mais é sinônimo de ter “muitos produtos”.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Mas o segredo está em ter </span><b>os produtos certos</b><span style="font-weight: 400;">, no </span><b>volume certo</b><span style="font-weight: 400;">, para </span><b>o público certo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Com o </span><b>Sortimento Certo</b><span style="font-weight: 400;">, sua loja:<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> reduz estoque parado;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> evita ruptura nos itens de maior giro;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> aumenta o ticket médio;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> melhora a experiência do cliente;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2714.png" alt="✔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> ganha previsibilidade e margem.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O cliente compra mais quando o que ele precisa </span><b>está lá</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>na quantidade certa</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>com variedade adequada</b><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> É simples e extremamente eficaz.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 2. Planogramação: exposição estratégica que aumenta ticket sem desconto</b></span></h6>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">A forma como os produtos são colocados na loja muda totalmente o comportamento do shopper. </span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Planogramas bem pensados aumentam:<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> compras por impulso;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> ticket médio;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> tempo de permanência;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> percepção de organização;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> facilidade de navegação.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><strong>Exemplos reais:</strong><br />
</span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Espumantes + panetones = ticket maior sem promoção</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Carnes + carvão + temperos = venda casada automática</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Itens essenciais na altura dos olhos = giro mais rápido</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Indulgências no checkout = aumento de impulso imediato</span></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>Planograma vende sem desconto.</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Vende porque </span><b>é estratégico.</b></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ea.png" alt="🏪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3. Execução impecável no PDV: o que está “visível” vende</b></span></h6>
<p><span style="font-weight: 400;"> <span style="color: #333333;">Não adianta ter sortimento bom e planograma perfeito se a execução falha.</span></span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Em um PDV desorganizado, você perde dinheiro sem perceber.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><strong>Execução eficiente significa:</strong><br />
</span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> preço sempre correto;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> produto no lugar certo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> reposição constante;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> materiais bem aplicados;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> loja padronizada mesmo com equipe reduzida.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Com o </span><b><span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://stringhini.com.br/checklist-de-execucao/">Checklist de Execução</a></span> da Stringhini</b><span style="font-weight: 400;">, varejistas conseguem acompanhar a performance da loja em tempo real e corrigir falhas antes que elas virem prejuízo.</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90084 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/03_Artigo-13.png" alt="aumentar vendas, desconto" width="1200" height="600" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/03_Artigo-13.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/03_Artigo-13-300x150.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/03_Artigo-13-1024x512.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/03_Artigo-13-768x384.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/03_Artigo-13-200x100.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Use kits inteligentes (ex.: vinho + queijo, café + biscoito)<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Crie pontos extras estratégicos<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mantenha o PDV sempre abastecido nos itens de maior giro<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Destaque “novidades” e “favoritos”<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Facilite a jornada do cliente com comunicação simples e clara<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Priorize </span><a style="color: #333333;" href="https://stringhini.com.br/gere-conforto-cognitivo-na-sua-loja/"><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #f47e37;">conforto cognitivo</span></span></a><span style="font-weight: 400;">: loja organizada = cliente compra mais</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f680.png" alt="🚀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O que as lojas mais lucrativas fazem em comum?</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">As operações que crescem </span><b>sem depender de desconto</b><span style="font-weight: 400;"> usam exatamente esta fórmula:</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><b>Sortimento Inteligente <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2795.png" alt="➕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exposição Estratégica <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2795.png" alt="➕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Execução Perfeita</b></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">E esse é o coração do trabalho da </span>Stringhini Varejo Inteligente<span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;"><strong>Ajudamos varejistas a:</strong><br />
</span><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Montar </span><a style="color: #333333;" href="https://stringhini.com.br/sortimento-certo/"><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #f47e37;">sortimento</span></span></a><span style="font-weight: 400;"> baseado em dados e não em feeling;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Criar planogramas que aumentam ticket médio;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Padronizar execução para evitar perdas;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Organizar a loja com foco em conforto cognitivo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f538.png" alt="🔸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Transformar PDVs comuns em máquinas de vender, sem reduzir preço.</span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90083 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/04_Artigo-copiar.png" alt="aumentar vendas, desconto" width="1200" height="200" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/04_Artigo-copiar.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/04_Artigo-copiar-300x50.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/04_Artigo-copiar-1024x171.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/04_Artigo-copiar-768x128.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2026/01/04_Artigo-copiar-200x33.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Se você quer transformar 2026 em seu ano mais lucrativo, podemos te ajudar.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Fale com um especialista da Stringhini</b><span style="font-weight: 400;"> e descubra na prática como aumentar vendas sem desconto, usando estratégia, dados e execução de alto nível.<a href="https://lnk.bio/ComercialStringhini" rel="nofollow noopener" target="_blank"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a><span style="color: #f47e37;"> <b>CHAME NO WHATSAPP!</b></span></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Seu PDV agradece.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Seu caixa também. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f680.png" alt="🚀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Grande abraço,<br />
</span><b>Equipe Stringhini Varejo Inteligente</b></span></p>
<p><span style="color: #333333;">____________________________________________________________________________________________</span></p>
<h6 style="text-align: center;"><span style="color: #333333;"><b>SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE</b></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><b></b>Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com <strong>soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização</strong>. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.</span></p>
<p data-start="458" data-end="822"><span style="color: #333333;">Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na <strong data-start="662" data-end="709">definição e gestão do mix ideal de produtos</strong>, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.</span></p>
<p data-start="824" data-end="1017"><span style="color: #333333;">Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o <strong data-start="896" data-end="933">Ecossistema de Gestão da Execução</strong>, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-81381" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg" alt=" reduzir o mix" width="1200" height="400" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-300x100.jpg 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-1024x341.jpg 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-768x256.jpg 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-200x67.jpg 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Por Que Sua Loja Não Está Vendendo o Suficiente? Descubra 6 das Principais Falhas e Como Resolvê-las!💡</title>
		<link>https://stringhini.com.br/por-que-sua-loja-nao-vende-descubra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Stringhini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 17:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento por Categorias]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do cliente]]></category>
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		<category><![CDATA[Vendas por impulso]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você sente que sua loja de vizinhança ou conveniência não está performando como deveria, mesmo com bom atendimento e localização estratégica, é hora de olhar para os detalhes que realmente fazem a diferença no resultado. Na Stringhini, temos uma premissa clara: vendas são reflexo direto da execução dentro da loja. E, como destacou nosso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div><p><strong><span style="color: #333333;">Se você sente que sua loja de vizinhança ou conveniência não está performando como deveria, mesmo com bom atendimento e localização estratégica, é hora de olhar para os detalhes que realmente fazem a diferença no resultado.</span></strong></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"> Na Stringhini, temos uma premissa clara: </span><b>vendas são reflexo direto da execução dentro da loja</b><span style="font-weight: 400;">. E, como destacou nosso CEO João Stringhini no último webinário, existem gargalos comuns que se repetem em negócios por todo o Brasil, principalmente no varejo, e que, quando corrigidos, destravam um novo patamar de faturamento.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>1&#x20e3; Falta de padrão nas operações</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">O primeiro grande erro é a ausência de padrão. João foi categórico: </span><b>não há loja boa, com gerente ruim e sem padrão claro</b><span style="font-weight: 400;">. O cliente precisa ter uma experiência consistente, do visual à abordagem no atendimento. E isso só é possível com regras operacionais bem definidas, treinamento contínuo e metas claras. O padrão não é burocracia: é a base para inovar com eficiência e escalar resultados.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>2&#x20e3; Layout mal planejado e sinalização confusa</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Um dos maiores sabotadores de vendas é o layout que não conversa com o fluxo natural do cliente. Entradas mal aproveitadas, produtos com baixa atratividade em locais nobres e falta de sinalização clara confundem o shopper. </span><b>Se a loja não respeita o fluxo mental do consumidor, ele entra, pega o básico e vai embora, sem estímulo para compras por impulso</b><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><strong>Solução:</strong><span style="font-weight: 400;"> aplique o conceito da “primeira posição” (a área ao redor da entrada) com produtos de impacto. Use planogramas que organizem os produtos conforme a “árvore de decisão” do cliente, ou seja, o jeito como ele pensa ao comprar.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>3&#x20e3; Mix de produtos insuficiente ou mal distribuído</b></span></h6>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Muitas lojas deixam de vender mais porque trabalham com um mix reduzido e desorganizado. Menos de 400 SKUs (itens) é insuficiente para uma operação de conveniência performar. E mais: mesmo com muitos produtos, se a exposição não for clara e lógica, o resultado será o mesmo que ruptura.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><strong>Solução:</strong><span style="font-weight: 400;"> pense o mix a partir do comportamento do seu público. Na Stringhini, usamos a metodologia de </span><a href="https://stringhini.com.br/gerenciamento-por-categorias/"><b><span style="color: #f47e37;">Gerenciamento por Categorias</span></b></a><span style="font-weight: 400;"> sob a ótica do consumidor, organizando os produtos em categorias como destino, rotina, conveniência e sazonal — e não apenas por tipo ou fornecedor.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-86770 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02_Artigo-4.png" alt="loja" width="1200" height="600" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02_Artigo-4.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02_Artigo-4-300x150.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02_Artigo-4-1024x512.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02_Artigo-4-768x384.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/02_Artigo-4-200x100.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>4&#x20e3; Produtos expostos sem lógica de consumo</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Um erro comum é misturar itens que não fazem sentido juntos. Por exemplo: produtos automotivos logo na entrada ou bebidas alcoólicas ao lado de produtos infantis. Isso gera </span><b>ruído mental</b><span style="font-weight: 400;">, quebra a lógica de compra e enfraquece a percepção da loja como um lugar inteligente para comprar.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><strong>Solução:</strong><span style="font-weight: 400;"> exponha os produtos com coerência. Aposte em blocos por categoria e evite misturas confusas. Produtos que estimulam compras por impulso, como balas, chicletes, pilhas e preservativos devem estar próximos ao checkout, e não escondidos por medo de furtos.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>5&#x20e3;Falta de atualização visual e contextual</b></span></h6>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Segundo João Stringhini, </span><b>uma loja que não é reformada há mais de 5 anos pode aumentar as vendas em até 30% só com uma atualização de fachada, iluminação e disposição interna</b><span style="font-weight: 400;">. O consumidor está treinado visualmente por tendências, e quando a loja parece “parada no tempo”, o efeito é direto na percepção de valor da marca.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><strong>Solução:</strong><span style="font-weight: 400;"> não espere a loja “ficar velha” para se mexer. Planeje uma renovação visual periódica, mesmo que básica. Cores, texturas e equipamentos atualizados fazem diferença. E sim, banheiros limpos e bem cuidados vendem mais.</span></span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><b>6&#x20e3; Falta de metas e gestão por desempenho</b></span></h6>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">A loja só performa com metas claras. E não só para a equipe inteira, mas individualizadas. Cada colaborador deve saber seu papel e seu número. A gestão precisa acompanhar, dar feedback e reconhecer desempenhos, como num time de futebol, com técnico, treino e tática.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><strong>Solução:</strong><span style="font-weight: 400;"> implemente a </span><b>metodologia de alta performance da Stringhini</b><span style="font-weight: 400;">, com metas individuais, plano de execução, rotina de gerente e indicadores visuais. Isso gera engajamento e faz a equipe jogar junto por resultados.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-86769 size-full" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/03_Artigo-4.png" alt="loja" width="1200" height="500" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/03_Artigo-4.png 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/03_Artigo-4-300x125.png 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/03_Artigo-4-1024x427.png 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/03_Artigo-4-768x320.png 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2025/05/03_Artigo-4-200x83.png 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Na <span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://stringhini.com.br/"><strong>Stringhini</strong></a></span>, ajudamos varejistas a encontrarem os gargalos ocultos que travam suas vendas, com soluções práticas, baseadas em dados, comportamento do shopper e execução de alto nível.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;">Se sua loja não está vendendo o que deveria, </span><b>não é falta de cliente, é falta de método.</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400; color: #333333;">Fale com um de nossos especialistas e descubra como destravar o potencial do seu ponto de venda com inteligência, organização e estratégia.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </span><b>Clique aqui para falar com a Stringhini no </b><span style="color: #f47e37;"><a style="color: #f47e37;" href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5551980349669&amp;text=Ol%C3%A1%2C+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0" rel="nofollow noopener" target="_blank"><b>WhatsApp</b></a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;">Forte abraço.</span><br />
<span style="color: #333333;"><b><span style="color: #333333;">Equipe Stringhini Varejo Inteligente</span><br />
</b></span><span style="color: #333333;">_______________________________________________________________________________</span><br />
<b><span style="color: #333333;">Artigos que podem te interessar:<br />
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</strong></span><strong><a href="https://stringhini.com.br/coloque-sua-loja-nos-trilhos-agora/">2°</a></strong><span style="color: #f47e37;"><strong><a style="color: #f47e37;" href="https://stringhini.com.br/aposte-na-experiencia-do-cliente/"> Apostar na Experiência do Cliente é a Sua Melhor Moeda de Troca <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6cd.png" alt="🛍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></strong></span><br />
<strong><a href="https://stringhini.com.br/coloque-sua-loja-nos-trilhos-agora/">3°</a></strong><span style="color: #f47e37;"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Organização da Loja e o Impacto nas Vendas: O Caminho do Sucesso para Seu Negócio!</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-81381" src="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg" alt=" reduzir o mix" width="1200" height="400" srcset="https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4.jpg 1200w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-300x100.jpg 300w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-1024x341.jpg 1024w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-768x256.jpg 768w, https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Prancheta-4-200x67.jpg 200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
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