Inteligência de dados – Stringhini Varejo Inteligente https://stringhini.com.br Tue, 26 May 2026 15:19:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/07/favicon_str-150x150.png Inteligência de dados – Stringhini Varejo Inteligente https://stringhini.com.br 32 32 Conhecimento registrado é vantagem competitiva https://stringhini.com.br/conhecimento-registrado-e-vantagem-competitiva/ https://stringhini.com.br/conhecimento-registrado-e-vantagem-competitiva/#respond Thu, 14 May 2026 17:25:51 +0000 https://stringhini.com.br/?p=90969

Algumas empresas acreditam possuir vantagem competitiva porque têm profissionais brilhantes quando, na verdade, possuem dependência operacional sofisticada. Enquanto o conhecimento estiver nas pessoas e não registrado na organização, a empresa não controla sua própria vantagem competitiva.

O tão desejado “time dos sonhos”, o “Dream Team”, formado por profissionais capazes de alcançar resultados extraordinários pode esconder um risco silencioso: o conhecimento que gera os resultados não pertencer à empresa, mas às pessoas que hoje ocupam determinados cargos.

O fenômeno do time que faz a diferença ocorre isoladamente na empresa, em apenas um time, ou em todos os times, o que é mais incomum. Nestes grupos é permanente o sentimento de vitória e um estado de positividade de líderes e liderados. Tudo funciona, há cadência, há alinhamento e, principalmente, resultados. Os ganhos são reais e concretos. Prazos são cumpridos ou antecipados, as vendas crescem, os custos caem etc.

Vivenciei contextos como estes. Um dos mais marcantes foi a Ipiranga à época de Jerônimo Santos. Havia ali um propósito claro, liderança forte e uma capacidade rara de atrair profissionais excepcionais. O resultado era uma operação com enorme energia, alinhamento e velocidade de execução.

Temos de verdade uma boa empresa com um time dos sonhos? Estas situações de sucesso da reunião de profissionais pode durar anos. Às vezes 3, 5, 10 anos. Mas isto é apenas um flash, apenas um momento na história de uma empresa. O time dos sonhos com bons resultados pode ser apenas uma ilusão se não estiver gerando conhecimento para a empresa. Resultados e ganhos atuais podem nos impedir de identificar o que é resultado verdadeiro. O bom funcionamento atual, os resultados crescentes e a satisfação  do grupo de profissionais podem impedí-los de verificar se o conhecimento que gera estes benefícios realmente existem.

Não há como gerar resultado empresarial sem conhecimento, isto é fato. Não falaremos de casos de sorte pois tratam-se de sorte. Ocorre que sempre há um conhecimento por trás do resultado. Agora, resultado verdadeiro para a empresa não depende apenas de conhecimento. Precisa de conhecimento registrado. Conhecimento na empresa e não apenas nas pessoas que estão na empresa em determinado momento. Conhecimento registrado é documentado e acessível. Só é uma boa empresa se todas as boas práticas, estiverem sendo registradas, documentadas, validadas e compartilhadas.  O conhecimento presente nas pessoas, líderes e liderados, gera dependência operacional. A operação da empresa depende da presença de determinadas pessoas.

Por incrível que pareça este fenômeno de ficar ludibriado com os resultados presentes e esquecer de transformar em conhecimento registrado, prático e útil acomete a todas as empresas, mesmo as grandes. Já presenciei a materialização de grandes estratégias com resultados impressionantes que geraram vendas, lucro e reconhecimento de mercado sem nenhum registro formal.

Os profissionais da época estão em outras empresas e levaram consigo o conhecimento. O problema não é levarem o conhecimento. O problema é a empresa não tê-lo registrado. São perdas grandes de valor inestimável.

Hoje vejo, a mesma empresa, sem o mesmo glamour, retomando atividades de um patamar infinitamente inferior ao que já esteve. Recentemente, nos reunimos com os atuais profissionais desta empresa e tivemos a oportunidade de compartilhar nossos arquivos de serviços prestados comprovando aos novos executivos o patamar que já estiveram. É lamentável ver um time partindo, praticamente, do zero para coisas que a empresa já foi referência de mercado.

Então, não podemos nos enganar com aquelas situações de times e ou profissionais que resolvem tudo. Possuem qualidades excepcionais para a solução de problemas, são ágeis, dinâmicos e sempre disponíveis. O conforto no curto prazo pode esconder um perigo para a operação no longo prazo. Aquilo que é percebido como valor pode ser uma lacuna no negócio. Habilidades pessoais ou de um time podem estar funcionando como substitutos de processos. Enfim, os profissionais e os times que deveriam estar organizando e multiplicando os processos estão fazendo as vezes deles. O conhecimento existe, está operando, gerando resultados a curto prazo, mas não é da empresa.

O que muda quando o conhecimento é registrado

As principais mudanças são que a empresa passa a existir e tomar forma e dominar de forma verdadeira as suas vantagens competitivas. A empresa deixa de ser o reflexo de um profissional ou de um conjunto de profissionais para ser uma organização que perdura no tempo com sua própria identidade. E se apropria das suas vantagens competitivas de maneira a ampliá-las ou corrigi-las. Além deste ganho fundamentais conhecimento registrado traz outros benefícios:

Idioma da empresa

O correto seria falarmos da língua da empresa, mas creio que idioma nos ajuda a entender melhor do que estamos tratando.

Não nos damos conta, mas cada empresa, os seus colaboradores, tem um modo particular de nomear e dar sentidos às coisas e palavras. No dia a dia isto passa desapercebido. Todos acreditam que, por falarem a mesma língua, entendem-se perfeitamente. É o início da Torre de Babel que todos conhecemos, a origem dos tais problemas de comunicação.

O registro formal de processos e padrões de execução contribui para a empresa se apropriar do seu, vamos dizer assim, idioma. Haverá, naturalmente, a seleção e o reforço das expressões mais empregadas na empresa fortalecendo sua identidade, reduzindo o risco de problemas de comunicação e, o que é melhor, facilitará a entrada e incorporação de novos colaboradores.

Por exemplo, qualidade. O que é qualidade? Cada pessoa tem seus padrões e referenciais de qualidade, uns mais severos do que outros. Agora, para a empresa o que é qualidade? O conceito de qualidade deve estar pacificado e, mais do que isto, registrado e comunicado. E não trata-se de certo errado ou errado de cada expressão, trata-se de alinhamento sobre como são entendidos e aplicados os conceitos dentro da empresa.

Combate aos feudos

Muito se ouve falar de feudos dentro das empresas, de grupos restritos e assim por diante. Deming, pai da qualidade moderna, dizia para olharmos para os processos e não para as pessoas. Aqui passa-se o mesmo. Quando falamos em feudos já começamos errado, pois estamos falando de pessoas e não de processos.

O benefício do registro do conhecimento é que começamos, naturalmente, a deixar de olhar para as pessoas para olhar para os processos. O domínio do conhecimento sobre o que a empresa faz, como faz e por que faz leva a eliminação das paredes invisíveis que separam as pessoas dentro das organizações.

O registro das regras de execução e padrões abre a possibilidade das pessoas compartilharem o seu trabalho, os seus desafios, os seus resultados. E o que antes era motivo de dúvida, que sempre gera desconfiança, passa a ser motivo de troca e reconhecimento.

O que muda quando o conhecimento é registrado

As principais mudanças são que a empresa passa a existir e tomar forma e dominar de forma verdadeira as suas vantagens competitivas. A empresa deixa de ser o reflexo de um profissional ou de um conjunto de profissionais para ser uma organização que perdura no tempo com sua própria identidade. E se apropria das suas vantagens competitivas de maneira a ampliá-las ou corrigi-las. Além deste ganho fundamentais conhecimento registrado traz outros benefícios:

Idioma da empresa

O correto seria falarmos da língua da empresa, mas creio que idioma nos ajuda a entender melhor do que estamos tratando.

Não nos damos conta, mas cada empresa, os seus colaboradores, tem um modo particular de nomear e dar sentidos às coisas e palavras. No dia a dia isto passa desapercebido. Todos acreditam que, por falarem a mesma língua, entendem-se perfeitamente. É o início da Torre de Babel que todos conhecemos, a origem dos tais problemas de comunicação.

O registro formal de processos e padrões de execução contribui para a empresa se apropriar do seu, vamos dizer assim, idioma. Haverá, naturalmente, a seleção e o reforço das expressões mais empregadas na empresa fortalecendo sua identidade, reduzindo o risco de problemas de comunicação e, o que é melhor, facilitará a entrada e incorporação de novos colaboradores.

Por exemplo, qualidade. O que é qualidade? Cada pessoa tem seus padrões e referenciais de qualidade, uns mais severos do que outros. Agora, para a empresa o que é qualidade? O conceito de qualidade deve estar pacificado e, mais do que isto, registrado e comunicado. E não trata-se de certo errado ou errado de cada expressão, trata-se de alinhamento sobre como são entendidos e aplicados os conceitos dentro da empresa.

Combate aos feudos

Muito se ouve falar de feudos dentro das empresas, de grupos restritos e assim por diante. Deming, pai da qualidade moderna, dizia para olharmos para os processos e não para as pessoas. Aqui passa-se o mesmo. Quando falamos em feudos já começamos errado, pois estamos falando de pessoas e não de processos.

O benefício do registro do conhecimento é que começamos, naturalmente, a deixar de olhar para as pessoas para olhar para os processos. O domínio do conhecimento sobre o que a empresa faz, como faz e por que faz leva a eliminação das paredes invisíveis que separam as pessoas dentro das organizações.

 

O registro das regras de execução e padrões abre a possibilidade das pessoas compartilharem o seu trabalho, os seus desafios, os seus resultados. E o que antes era motivo de dúvida, que sempre gera desconfiança, passa a ser motivo de troca e reconhecimento.

Validação das estratégias

Quando registramos o que deve acontecer na ponta, estamos fazendo, literalmente, a estratégia aterrissar. Estamos fazendo a estratégia chegar onde deve chegar. É na ponta que a estratégia mostra o seu valor. Se a operação estiver registrada, mais do que isso, a forma como deve ser feita e cumprida, teremos plenas condições de validar a estratégia. E mais importante do que muitos acreditam, validar a estratégia é até mais importante que os resultados. Uma estratégia validada, ou seja, que temos controle das variáveis e conhecemos os resultados, nos dá o poder de melhorar ou direcionar os resultados futuros. Uma estratégia com resultados mas sem o registro é energia desperdiçada, na próxima vez não saberemos o que melhorar.

Quanto a isto, e fala um pouco de tudo o que discutimos aqui, tem um caso que o sigilo profissional me impede de declarar o nome da empresa, mas posso descrever o que aconteceu. Anos atrás, cinco anos para ser mais exato, em uma rede de lojas com mais de 300 unidades, fomos contratados para realizar um projeto de execução de loja. Definir, registrar e monitorar as regras de execução em 40 de suas lojas.

Foram definidas e registradas as regras de execução da rede para entrada da loja, checkout, aplicação de materiais de comunicação, abastecimento de equipamentos, planogramas, mesas de exposição, pontos extras etc. A queixa era de que havia padrões estabelecidos, eles eram apresentados, mas as equipes não os cumpriam. Incorporamos o conhecimento da empresa em sistemas adequados e iniciamos o trabalho.

Houve um esforço importante dos supervisores de campo, dos gerentes de loja, dos times para registrar e executar tudo perfeitamente como definido pela área de desenvolvimento. Alcançamos, depois de três meses, o índice médio de execução de 92% (noventa e dois por cento) para as 40 unidades. O que é um resultado incrível. A energia e o sentimento de vitória do time estava estampado no rosto dos gerentes a cada reunião de avaliação dos resultados.

Agora, mais incrível do que os resultados alcançados, foi a decisão do diretor da área. Mesmo com os elevados resultados de execução das suas equipes de loja ele suspendeu o projeto. O motivo declarado era porque as vendas não estavam crescendo com o projeto de execução.

Temos aqui a materialização de uma corrente de pensamento que reluta em registrar o conhecimento, única forma de garantir ajustes e melhorias da empresa. Neste caso, o instrumento que registrava o conhecimento do padrão de execução das lojas e permitia, de forma inequívoca,  provar que a estratégia era ruim e precisava ser revista foi descartado.

Se a febre está alta, a culpa é do termômetro.

E na sua empresa o conhecimento é registrado?

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🤖7 Motivos Pelos Quais Ignorar a Inteligência Artificial é o Novo Maior Erro do Varejo⚠️ https://stringhini.com.br/erro-ignorar-inteligencia-artificial-varejo/ https://stringhini.com.br/erro-ignorar-inteligencia-artificial-varejo/#respond Thu, 02 Oct 2025 15:13:08 +0000 https://stringhini.com.br/?p=88683

💡Descubra 7 motivos para adotar a Inteligência Artificial no varejo e como a Stringhini transforma dados em resultados reais para sua loja.

🛒O varejo vive uma transformação sem volta. Ignorar a Inteligência Artificial no Varejo hoje é como ter ignorado a internet nos anos 2000. Quem deixar passar, corre o risco de ficar invisível para o cliente, perder margem 💸 e ceder espaço para a concorrência.

Segundo estudos recentes, varejistas que já utilizam a Inteligência Artificial no Varejo conseguem reduzir rupturas em até 35% e aumentar o giro em 25%. 📈

Esses resultados só são possíveis porque a IA depende de dados bem estruturados, e aqui entra o diferencial da Stringhini, especialista em transformar dados brutos em inteligência prática para supermercados 🛒, lojas de conveniência ⛽, farmácias 💊, materiais de construção 🧱 e indústrias 🏭 com PDV.

Inteligência Artificial, no Varejo

Por que Ignorar a Inteligência Artificial no Varejo é um Erro Estratégico?

⚡ A Inteligência Artificial deixou de ser tendência, ela é realidade.
👥 O cliente mudou: hoje, ele espera personalização, rapidez e experiência fluida.
🏬 O mercado mudou: grandes redes já operam com IA para precificação, sortimento e reposição automatizada.
📊 Os concorrentes mudaram: até pequenos varejistas já usam ferramentas acessíveis para análise de dados.
👉 Ou seja: quem ignora, fica para trás.

Aplicações práticas da IA no varejo

Supermercados 🛒
🔹 IA + Gestão de Cadastro de Produtos: organizar categorias e atributos de forma inteligente.
🔹 Data Annotation + Visão Computacional: identificar rupturas e produtos fora do lugar.
🔹 BI e Data Science: prever demandas sazonais (como chocolates na Páscoa) e ajustar promoções em tempo real.

Lojas de Conveniência ⛽
🔹 Análise preditiva: identificar produtos de alto giro por horário.
🔹 IA em checklist digital: manter padrão em todas as unidades.
🔹 Planogramação inteligente: aumentar rentabilidade por metro linear.

Materiais de Construção 🧱
🔹 Data Annotation aplicada ao sortimento: categorizar milhares de SKUs.
🔹 BI: prever rupturas em itens sazonais (ventiladores no verão, aquecedores no inverno).
🔹 IA em preços dinâmicos: ajustar valores conforme estoque e concorrência.

Inteligência Artificial, no Varejo

Farmácias 💊
🔹 IA no CRM e fidelização: personalizar ofertas conforme histórico de compra.
🔹 Gestão inteligente de estoque: prever reposição de medicamentos essenciais.
🔹 Data Annotation em imagens: manter gôndolas organizadas e completas.

Indústrias com PDV 🏭
🔹 BI e Data Science: mensurar desempenho por canal, região e SKU.
🔹 IA em planogramação: criar pontos de venda mais lucrativos.
🔹 Integração com checklist digital: monitorar execução em campo.

🔑 O papel da Stringhini

Na Stringhini Varejo Inteligente, acreditamos que dados sem organização são apenas números. E é por isso que nossos produtos conectam 🤖 tecnologia + 🎯 estratégia.

Exemplo de alguns de nossos produtos:
✨ Gestão do Cadastro de Produtos: base sólida para BI, IA e automação.
✨ Data Annotation (Anotação de Dados): combustível da IA, com curadoria humana.
✨ Academia Stringhini: capacita equipes a aplicarem inteligência de dados no dia a dia.
✨ Checklist Digital e Planogramação: transformam execução em vantagem competitiva.

Inteligência Artificial, no Varejo
😧 O custo de ignorar!

⚠ Ignorar a Inteligência Artificial não significa apenas perder eficiência. Significa abrir espaço para que seus concorrentes capturem clientes, margem e mercado.

👉 A boa notícia é que ainda dá tempo. O primeiro passo é organizar seus dados e estruturar processos para que a Inteligência Artificial no Varejo possa trabalhar por você.

📲 Agende agora um diagnóstico gratuito com a Stringhini e descubra como transformar dados em resultados reais para o seu varejo. 🔗 CHAME AGORA NO WHATSAPP!

Forte abraço,
Equipe Stringhini Varejo Inteligente
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SOBRE A STRINGHINI VAREJO INTELIGENTE

Ajudamos empresas do varejo a aumentar vendas com soluções em gestão de sortimento, execução de loja, inteligência de dados e padronização. Atuamos com supermercados, lojas de conveniência, farmácias, materiais de construção e indústrias com ponto de venda. Fundada em 1997, temos um time de mais de 130 colaboradores, espalhados por todo o Brasil.

Nosso foco está em transformar o ponto de venda em uma operação mais eficiente, organizada e lucrativa, com base no sortimento certo, exposição estratégica e processos claros. Apoiamos nossos clientes na definição e gestão do mix ideal de produtos, levando em conta o perfil do público, margem de contribuição, curva de giro e potencial de venda por categoria.

Com metodologias exclusivas, diagnósticos práticos e ferramentas como o Ecossistema de Gestão da Execução, entregamos clareza, padronização e resultados reais, direto na gôndola e no caixa.

 reduzir o mix

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🚀O Segredo das Empresas Vencedoras: Como o Data Annotation Pode Impulsionar o seu Negócio! https://stringhini.com.br/como-o-data-annotation-impulsiona-seu-negocio/ https://stringhini.com.br/como-o-data-annotation-impulsiona-seu-negocio/#respond Tue, 04 Feb 2025 19:29:40 +0000 https://stringhini.com.br/?p=82286

Impulsione hoje o seu negócio como as grandes empresas fazem! Descubra como o Data Annotation pode otimizar processos e melhorar os resultados da sua empresa. 🚀

Nos dias de hoje, dados são o novo ouro. No setor varejista, onde a Inteligência Artificial (IA) e o aprendizado de máquina estão transformando a forma como os negócios operam, a Anotação de Dados (Data Annotation) se tornou uma ferramenta essencial. Mas você sabe como essa tecnologia pode impactar o seu negócio?

A anotação de dados consiste na rotulagem de informações para que sistemas automatizados possam interpretá-las corretamente. Se antes bastava ter registros de estoque e vendas para operar um negócio, hoje, com o crescimento da IA, a necessidade de organizar e classificar dados tornou-se indispensável para oferecer uma experiência mais eficiente e personalizada ao cliente.

📈 Benefícios do Data Annotation para o Varejo
1. Otimização da Experiência do Cliente

Com anotações precisas, sistemas de recomendação de produtos tornam-se mais eficientes, sugerindo itens com base no histórico de compras do cliente. Em um supermercado, por exemplo, um aplicativo pode sugerir produtos complementares ao que o cliente já comprou anteriormente.

2. Automatização Inteligente

Chatbots treinados com dados anotados podem responder perguntas sobre preços, promoções e localização de produtos dentro da loja. Uma loja de materiais de construção, por exemplo, pode usar um assistente virtual para ajudar clientes a encontrarem ferramentas específicas rapidamente.

3. Redução de Custos e Aumento da Eficiência

Sistemas automatizados podem detectar produtos mal posicionados nas prateleiras, garantindo que as mercadorias estejam sempre visíveis e acessíveis. Além disso, a anotação de dados pode otimizar a gestão de estoque, evitando desperdício e melhorando a logística de reposição.

4. Segurança e Controle Operacional

Câmeras com IA podem detectar movimentações suspeitas em supermercados e lojas de conveniência, ajudando a reduzir furtos e melhorando a segurança da equipe e dos clientes.

anotação de dados

O Data Annotation ajuda computadores a compreenderem e processarem informações não estruturadas, como imagens, vídeos, textos e áudios. Esse processo permite que sistemas de IA aprendam e forneçam respostas mais precisas, otimizando operações e melhorando o atendimento ao consumidor.

Principais Tipos de Dados para Anotação no Varejo

☑ Imagens: Marcação de produtos em prateleiras para treinar o reconhecimento das imagens. Esta funcionalidade pode otimizar a organização do estoque e melhorar a reposição automática, além de gerar conhecimento valioso sobre a execução no ponto de venda.

☑ Vídeos: Monitoramento de fluxo de clientes em lojas para otimizar a disposição dos produtos de acordo com o fluxo dos clientes no ponto de venda, além de melhorar a experiência de compra este conhecimento vai dar suporte a estratégias para maximizar a compra de mais produtos.

☑ Texto: Utilizado no processamento de linguagem natural para chatbots e assistentes virtuais, melhorando o atendimento ao cliente e diminuindo os custos da operação.

☑ Áudio: Treinamento de assistentes de voz para reconhecimento de comandos em supermercados e lojas de conveniência.

🚀 Como Implementar o Data Annotation no Varejo?

1. Definição do Objetivo e Identificação do Tipo de Dado

O primeiro passo é entender qual problema precisa ser resolvido. Exemplos:
👉 Melhorar o controle de estoque em um supermercado.
👉 Automatizar o atendimento em uma loja de conveniência.
👉 Otimizar a disposição dos produtos em uma loja de materiais de construção.

2. Coleta e Organização dos Dados

Os dados podem ser coletados de diversas fontes, como:
👉 Câmeras de monitoramento para análise de fluxo de clientes.
👉 Registros de vendas para entender padrões de compra.
👉 Chatbots e SACs para coletar dúvidas frequentes dos clientes.

3. Escolha das Técnicas de Anotação

Diferentes técnicas são utilizadas dependendo do objetivo:
👉 Classificação de imagens: Para identificar produtos e etiquetas em prateleiras.
👉 Segmentação de imagens: Para mapear áreas mais visitadas dentro da loja.
👉 Anotação de texto: Para treinar assistentes virtuais no atendimento ao cliente.
👉 Transcrição de áudio: Para entender pedidos e comandos de voz.

4. Anotação e Revisão dos Dados

A anotação dos dados deve ser feita com precisão para garantir que os modelos de IA funcionem corretamente. Um supermercado pode, por exemplo, treinar um sistema para reconhecer automaticamente frutas e verduras pelo visual, melhorando a experiência no caixa de autoatendimento.

5. Treinamento e Atualização Contínua

A IA precisa ser constantemente atualizada com novos dados para manter sua eficiência. Um sistema de precificação dinâmica em lojas de conveniência pode ser aprimorado com base na demanda por determinados produtos em horários específicos.

💡Transforme Seu Varejo com Data Annotation

A anotação de dados já está revolucionando o setor varejista, permitindo operações mais inteligentes, personalizadas e eficientes. A sua loja pode se beneficiar enormemente dessa tecnologia para otimizar processos, reduzir custos e melhorar o atendimento ao cliente.

Se sua empresa ainda não investe em Data Annotation, este é o momento certo para começar! 📲 Fale com nossos especialistas e leve o seu varejo ao próximo nível!

Forte abraço.
Equipe Stringhini

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Anotação de dados

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NRF 2025: Prepare-se para as Inovações que Estão Transformando o Varejo 🚀 https://stringhini.com.br/nrf-2025-inovacoes-transformando-o-varejo/ https://stringhini.com.br/nrf-2025-inovacoes-transformando-o-varejo/#respond Thu, 16 Jan 2025 16:43:48 +0000 https://stringhini.com.br/?p=81726

O NRF 2025: Retail’s Big Show, maior evento global da indústria do varejo, promete redefinir o setor ao destacar as tendências que estão moldando o futuro. Com previsões que abrangem desde o uso de inteligência artificial (IA) até a transformação das lojas físicas, o evento deste ano enfatiza a necessidade de adaptação às demandas dos consumidores modernos.

👉Confira as principais inovações destacadas no NRF 2025 que estão revolucionando o varejo:

1. A Nova Era das Lojas Físicas
Embora o e-commerce continue crescendo, as lojas físicas estão se reinventando para oferecer experiências imersivas e autênticas. Esses espaços se transformaram em ferramentas para construir identidade de marca e fidelizar clientes, oferecendo serviços exclusivos e personalização que não podem ser replicados online. A integração entre os canais físico e digital é essencial para atender às expectativas dos consumidores por experiências coesas. E é fato que uma melhor experiência para o cliente, é sinônimo de mais vendas.

2. Experiência do Colaborador
A inovação no varejo também está focada na
experiência dos colaboradores. Com ferramentas de automação e IA otimizando tarefas repetitivas, os varejistas estão investindo em treinamento e desenvolvimento para promover criatividade e engajamento entre suas equipes. Isso não apenas melhora a produtividade, mas também contribui para a retenção de talentos.

3. Retail Media em Evolução
A maturidade da mídia no varejo apresenta um cenário complexo. Enquanto alguns varejistas refinam suas ofertas com conteúdos relevantes, outros expandem suas iniciativas sem levar em conta as preferências dos consumidores. Para se destacar, será essencial equilibrar investimento e engajamento, garantindo que as estratégias de mídia contribuam para uma experiência significativa ao cliente.

4. Tecnologia Just Walk Out
A
tecnologia sem caixas e operações autônomas, como “Just Walk Out”, estão se popularizando em 2025. Robôs de inventário, entregas autônomas e sistemas de pagamento ágeis são soluções que aprimoram a experiência do consumidor enquanto ajudam os varejistas a reduzir custos operacionais. Com a escassez de mão de obra e o aumento do salário mínimo em diversos estados, essas tecnologias têm ganhado ainda mais relevância.

5. Pagamentos Sem Fricção
A preferência por pagamentos digitais e sistemas com transações financeiras sem cédulas ou moedas de dinheiro continua a crescer, impulsionada pela demanda por conveniência e agilidade. Opções como pagamentos por aproximação e checkouts automáticos estão se tornando padrão, enquanto a segurança de dados e a privacidade permanecem em foco para garantir a confiança do consumidor.

NRF 2025: Prepare-se para as Inovações que Estão Transformando o Varejo

6. Inteligência Artificial como Protagonista
A
IA está deixando de ser apenas uma ferramenta e se tornando a base para operações e interações personalizadas no varejo. Agentes de compras baseados em IA estão transformando a experiência do consumidor, oferecendo recomendações precisas, gerenciando estoques e agilizando processos. Com as vendas influenciadas digitalmente ultrapassando 60%, a adoção em larga escala ainda enfrenta desafios, como altos custos e preocupações com a privacidade dos dados. No entanto, o potencial de escalar a personalização e melhorar a eficiência operacional é inegável.

7. A Revolução do Live Shopping
O live shopping, que combina experiências de entretenimento e vendas, está ganhando popularidade entre consumidores que buscam interações mais autênticas com as marcas. Essa tendência não só fortalece a conexão emocional entre clientes e produtos, mas também gera dados valiosos para os varejistas. Apesar de desafios logísticos, como o gerenciamento em tempo real, o live shopping está se consolidando como um elemento essencial em estratégias multicanais.

8. Foco em Sustentabilidade e Circularidade
A sustentabilidade continua sendo um dos pilares do varejo em 2025. Modelos circulares, como reciclagem e
reaproveitamento de produtos, estão ganhando força, especialmente entre as gerações mais jovens. Essa tendência reflete não apenas uma mudança nas preferências dos consumidores, mas também uma resposta às novas regulamentações ambientais que estão surgindo globalmente.

9. Gerações Z e Alpha no Centro das Decisões
As gerações Z e Alpha estão redefinindo o comportamento de consumo. Enquanto a Geração Z exige autenticidade e responsabilidade social, a Alpha desafia as marcas a oferecer experiências digitais inovadoras e seguras. Para atender às expectativas desses grupos, as marcas precisam adotar estratégias adaptáveis que equilibrem criatividade e transparência.

NRF 2025: Prepare-se para as Inovações que Estão Transformando o Varejo

⚠O NRF 2025 destaca que o futuro do varejo depende da capacidade de equilibrar tecnologia, sustentabilidade e experiência do cliente. 

Com um cenário dinâmico e cheio de oportunidades, os varejistas precisam estar preparados para abraçar a inovação e criar experiências memoráveis que atendam às expectativas de um consumidor cada vez mais exigente. 

A jornada para o varejo do futuro já começou, e as empresas que liderarem essa transformação estarão um passo à frente.🚀

Aprenda, hoje, a colocar em prática o varejo inteligente na sua empresa. 📲Entre em contato com os especialistas da Stringhini pelo WhatsApp e viva o varejo do futuro!

Forte abraço.
Equipe Stringhini

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O conceito de conforto cognitivo é essencial para o sucesso das lojas de conveniência, onde o fluxo rápido e prático de compras é uma prioridade. Essa ideia refere-se ao estado emocional positivo do cliente quando suas expectativas inconscientes estão alinhadas com o ambiente.

Ao sentir que o espaço respeita sua lógica e necessidades, ele vivencia uma sensação de familiaridade e bem-estar, o que impacta diretamente na experiência de compra e nas vendas por impulso.

Relevância do Conforto Cognitivo em Conveniências:

☑ Compras por Impulso:
Um dos principais aspectos do conforto cognitivo é sua influência nas compras por impulso. Pequenos incômodos, como dificuldades para localizar produtos ou falta de clareza nos preços, podem gerar “desconforto cognitivo”. Esse desconforto interfere na tomada de decisão rápida do consumidor, reduzindo significativamente as chances de uma compra espontânea. Por outro lado, um ambiente organizado e intuitivo estimula o consumidor a pegar mais itens sem hesitar.

☑ Ambiente Familiar e Acolhedor:
Consumidores preferem locais que transmitam confiabilidade e satisfação emocional. Uma loja que respeita as expectativas do cliente cria um senso de familiaridade e conforto. Isso não apenas incentiva compras mais frequentes, mas também aumenta o ticket médio e promove a fidelidade do cliente a longo prazo.

Medidas Práticas para Conveniências:

1. Organização Consistente:
A organização de produtos de forma consistente é uma das chaves para o conforto cognitivo. Manter itens em posições familiares ensina os clientes a navegar intuitivamente pela loja. Isso otimiza o tempo gasto durante a compra e estimula visitas recorrentes, pois o cliente já sabe onde encontrar o que precisa.

2. Preços Claros e Visíveis:
A transparência nos preços é fundamental. Etiquetas grandes, legíveis e estrategicamente posicionadas transmitem uma sensação de honestidade e facilitam a tomada de decisão. Quando os clientes conseguem encontrar facilmente informações sobre preços, eles se sentem mais confortáveis e propensos a comprar.

3. Ambiente Alinhado com o Momento do Cliente:
Adaptar a atmosfera da loja ao momento do dia e ao perfil do público é essencial. Por exemplo:

👉 Pela manhã: uma trilha sonora tranquila e iluminação suave criam um ambiente acolhedor para quem está começando o dia.

👉 Horários de maior movimento: uma música mais animada e luzes vibrantes podem aumentar a energia e o ritmo da experiência de compra. Esses ajustes ajudam a atender às necessidades emocionais dos clientes, aumentando a satisfação e a conexão com o ambiente.

4. Exposição de Produtos por Contexto de Consumo:
Agrupar produtos de acordo com seus contextos de consumo é uma estratégia eficaz para facilitar as compras e incentivar vendas complementares. Por exemplo:

  • Café ao lado de pães e biscoitos cria uma sugestão natural de combinação.
  • Snacks posicionados perto de refrigerantes ou bebidas energéticas estimulam compras adicionais. Essa abordagem aproveita os hábitos diários dos consumidores, reforçando decisões rápidas e intuitivas.

Conforto cognitivo na loja de conveniência

✅ Benefícios do Conforto Cognitivo

Ao implementar essas medidas, os varejistas podem criar um ambiente que vai além de atender às expectativas básicas dos consumidores. Os principais benefícios incluem:

☑ Aumento das vendas por impulso: um ambiente organizado e acolhedor incentiva decisões de compra mais rápidas.

☑ Fidelização do cliente: um espaço que respeita a lógica e as necessidades do consumidor é percebido como confiável e atrativo.

☑ Diferenciação no mercado: lojas que focam no conforto cognitivo se destacam da concorrência, criando uma experiência de compra memorável.

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Ao focar no conforto cognitivo, sua loja pode criar experiências que não apenas atendem, mas superam as expectativas dos clientes. Este é o momento de se destacar no mercado e garantir que cada cliente sinta vontade de voltar.

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Forte abraço.
João Stringhini

 

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O Natal já passou, mas será que a sua loja já se atualizou e virou a página? Se você ainda mantém as decorações natalinas ou um estoque cheio de produtos temáticos, é hora de repensar. Embora pareça algo pequeno, essas práticas podem impactar diretamente a percepção do cliente sobre sua loja e os resultados do seu negócio.

Manter itens e decorações de uma data já encerrada transmite a impressão de que sua loja está desatualizada. Além disso, pode sinalizar uma falha na previsão de vendas e na gestão de estoque. Mas não se preocupe, com algumas ações simples, é possível evitar esse problema e aproveitar ao máximo as oportunidades do novo ano.

› Atualize o Visual da Loja

Datas comemorativas, como o Natal, por exemplo, são momentos de destaque no varejo, mas, quando elas passam, o ambiente precisa ser renovado. Retire as decorações sazonais e substitua por uma ambientação neutra ou que já introduza a próxima celebração. Essa prática não só mantém sua loja alinhada com o calendário, mas também desperta o interesse do cliente em explorar outras categorias de produtos. Um espaço bem organizado e limpo reforça o profissionalismo e convida o consumidor a voltar.

› Estoque: O Fim de Ano é Lição para o Próximo

Uma boa análise do desempenho dos produtos sazonais é essencial para evitar excessos de estoque no futuro. Aproveite esse momento para revisar o que vendeu bem e o que ficou parado. Assim, você pode planejar melhor as compras das próximas campanhas, minimizando perdas e maximizando lucros. Além disso, mantenha as prateleiras organizadas para evitar rupturas, que comprometem a experiência de compra.

› Planejamento: O Segredo de Quem se Atualiza e Sai na Frente

Estar preparado para as próximas datas comemorativas, é mais do que uma questão de organização: é uma estratégia competitiva. Antecipar-se ao calendário permite criar campanhas de marketing impactantes e oferecer soluções que o cliente ainda nem sabia que precisava. Essa prontidão gera um impacto positivo na percepção do consumidor, associando sua loja à eficiência e ao cuidado com suas necessidades.

› O Tempo É Seu Melhor Aliado

No varejo, a pontualidade é tudo. Saber a hora certa de tirar uma decoração ou substituir um produto sazonal faz toda a diferença na experiência que sua loja oferece. Ao adaptar o ambiente e o estoque rapidamente, você mostra que está alinhado com as expectativas do cliente e preparado para cada novo momento do ano.

imagem sobre se atualizar após o Natal

Transforme o “fim do Natal” em um ponto de partida para novas oportunidades. Sua loja e seus clientes só têm a ganhar! 

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Forte abraço.

João Stringhini

 

 

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Isso mesmo que você entendeu, não escrevemos errado. Esse artigo provocativo com dicas do especialista em varejo Caio Camargo busca levar o varejista a refletir sobre suas ações para os resultados de sua loja.

Confira a lista abaixo, veja se tem feito algumas dessas coisas e prepare-se para eliminar de vez esses hábitos da sua rotina! 🚫

1. NÃO inovar nos processos, no atendimento, na decoração, na postura, nas pessoas, na estratégia e nos métodos.

2. Focar apenas no preço e produto, por exemplo, sugerir os melhores produtos pelo menor preço sem olhar outros fatores.

3. Proibir tudo na loja. Não pode tocar, não aceitamos trocas, não temos WI-FI, não temos água ou banheiro, não aceitamos determinado meio de pagamento. Estilo “não insista!”

4. Deixar os vendedores parados na porta como estátuas e não ir buscar o consumidor fora da sua loja.

5. Orientar seus vendedores a continuar fazendo as mesmas perguntas de sempre aos clientes, do tipo: “Posso ajudar?”, “Precisando de alguma coisa?” ou “Diga freguesa!”

6. Manter uma placa de promoção de um produto por muito tempo. Pode também deixar a placa XX% DESCONTO na porta da sua loja por mais de dois anos, por exemplo.

7. NÃO se movimentar e surpreender, mudar, por exemplo, a posição de algumas coisas na loja, como prateleiras, vitrine, freezers e produtos pelo menos uma vez a cada vinte dias.

8. Manter poluição visual, lojas carregadas de cartazes e muitas informações que confundem o consumidor.

9. NÃO mudar as ofertas, pior, deixar a promoção sem hora para começar e terminar. Só mexer na loja nas datas comemorativas.

10. NÃO fazer parcerias com seus fornecedores para uma ação personalizada ou uma promoção exclusiva.

Mercado

11. NÃO analisar o funil de vendas e o fluxo dentro da loja.

12. NÃO usar cartão de fidelidade ou outra forma de relacionamento direto com o seu cliente.

13. NÃO fazer diferente da sua concorrência, apenas mais do mesmo. Ou pior, achar que está tudo muito bem, obrigado. As coisas sempre funcionaram assim, para que mudar?

14. NÃO encantar e oferecer mais do que o cliente espera.

15. NÃO conhecer os nomes dos seus melhores clientes, ou pelo menos tratá-los como único. Não fazer ações direcionadas, exclusivas e específicas com esses clientes dentro e fora da loja.

16. NÃO usar a internet a seu favor, como um CRM, por exemplo.

17. Abandonar ou esquecer os clientes antigos que já compraram, não fazer nem ao menos uma pesquisa de satisfação.

18. Fazer o cliente preencher longos cadastros na loja física ou virtual.

19. NÃO se importar com o que o cliente pensa do seu negócio, não enxergar através da perspectiva dele.

20. NÃO fazer Marketing Digital ou pensar em promover alguma experiência DIGITAL com seus clientes.

 

Poderíamos ficar aqui citando mais 10, 20, 30 situações que não ajudariam em nada a sua empresa, que são coisas que podem até detonar o varejo atualmente.

Aqui, decidimos procurar nos concentrar na expectativa do novo consumidor, na visão do que se espera de um varejo inteligente.

Se você é lojista, varejista de qualquer segmento, e continuar a fazer qualquer uma das coisas relacionadas aqui neste artigo, acredite, o seu 2025 pode ficar igual ou pior do que foi em 2024. E se esse ano não foi bom como você planejou, é hora de mudar a estratégia, né verdade?

Dê a volta por cima nesse novo ano que se inicia. Conheça todos os produtos e serviços que o varejo inteligente possui e que podemos te oferecer!

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Forte abraço.

João Stringhini

 


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Da ciência de dados à inteligência artificial: como avaliar a maturidade tecnológica da sua empresa? https://stringhini.com.br/inteligencia-artificial-nas-empresas/ https://stringhini.com.br/inteligencia-artificial-nas-empresas/#respond Mon, 16 Sep 2024 14:11:25 +0000 https://stringhini.com.br/?p=79155
1. Da ciência de dados à inteligência artificial: como avaliar a maturidade tecnológica da sua empresa?

Todos dizem que, se você não sabe onde quer chegar, provavelmente não chegará a lugar algum. Mas esquecem de mencionar que, se você não sabe onde está, aí sim que não chegará a lugar algum, nem sequer conseguirá dar o primeiro passo.

Neste artigo, você conhecerá as fases do desenvolvimento da ciência de dados, adquirindo condições de avaliar o estágio tecnológico de sua empresa. Assim, poderá tomar as providências necessárias para dar os primeiros passos em direção ao uso da inteligência artificial.

Inicialmente, apresentamos as características das oito fases do desenvolvimento da ciência de dados aplicadas ao mundo dos negócios, seguidas por um quadro com a cronologia de sua utilização. Assim, você compreenderá se sua empresa está usando ou não os recursos existentes para o desenvolvimento dos negócios, ou se está empregando métodos e recursos já ultrapassados.

O uso dos dados no mundo dos negócios pode ser organizado em oito fases:

1ª Fase – Intuitiva
2ª Fase – Descritiva
3ª Fase – Matemática
4ª Fase – Preditiva
5ª Fase – Prescritiva
6ª Fase – Responsiva
7ª Fase – Indutiva
8ª Fase – Autônoma

Características das fases do desenvolvimento da ciência de dados aplicadas ao mundo dos negócios.
1ª Fase – Intuitiva

Ilustração de uma pessoa com varias decisões em Post-it

Nesta fase não há o uso de dados na tomada de decisão. Todas as decisões são tomadas com base na intuição, percepção e ideias dos profissionais envolvidos. A evolução, quando há, é obtida através de tentativa e erro.

Sobre a passagem do uso exclusivo da percepção para o uso de dados, atendi, a bastante tempo atrás, um fabricante de pães que estava muito preocupado com o impacto em suas vendas da mudança de legislação que exigia a troca da expressão de “Diet” para “Light” de uma linha de seus produtos com vendas crescentes. Sendo objetivo, com a pesquisa junto aos consumidores verificamos que a expressão “Light” detinha todos os fatores positivos da expressão “Diet” menos os fatores negativos associados a doenças e restrições alimentares. Ou seja, se a empresa tivesse feito a pesquisa por iniciativa própria, e não pela força da lei, desde sempre teria adotado a expressão “Light”.

2ª Fase – Descritiva

Ilustração de um gráfico por colunas

É o início do uso dos dados para a tomada de decisão e um avanço em relação ao uso exclusivo da intuição. Busca-se utilizar informações quantitativas e mensuráveis para a tomada de decisão. O recurso metodológico são as análises descritivas que, como diz o nome, conseguem descrever o comportamento das variáveis. É possível distinguir a ordem de grandeza e a evolução no tempo dos dados analisados.

Na prática, as empresas conseguem mensurar os produtos que vendem mais, os que apresentam maior crescimento em vendas, os profissionais que se destacam, as diferenças de vendas entre regiões, as diferenças de performance entre ações adotadas etc.

Todas essas informações são relevantes, mas a análise de cada dado é sempre isolada, sem que se possa compreender as relações entre eles. Essa é uma característica das análises descritivas, elas não estabelecem relações entre as variáveis. As relações entre as variáveis analisadas são pressupostas pelos tomadores de decisão.

3ª Fase – Matemática

Ilustração de uma calculadora com fundo azul

É o início do verdadeiro uso dos dados para a tomada de decisão empresarial. A ciência, finalmente, coloca à disposição do mundo dos negócios recursos capazes de alavancar os resultados empresariais.

Passamos de análises descritivas para análises de causa e efeito. Pela primeira vez é possível compreender a relação entre as variáveis. Ou seja, no mundo dos negócios, estabelecer as relações entre uma ação e o seu impacto nos resultados, comprovados matematicamente e não por suposições.

As análises causais, de causa e efeito, permitem identificar quais são os fatores que realmente contribuem nos resultados. Permitem saber quem contribui mais e quanto.

Na prática, temos alguns exemplos:

Mix de produtos: é possível identificar o conjunto de produtos que geram o maior faturamento, a maior rentabilidade e mantêm o crescimento de vendas, simultaneamente.

Satisfação de clientes: não podemos investir infinitamente em todos os fatores que impactam na satisfação e com as análises causais, temos condições de distinguir e dar atenção ao que realmente importa.

Cesta de produtos: quais as relações entre os produtos vendidos, quem influencia na venda de quem, são respostas obtidas com facilidade nesta fase.

4ª Fase – Preditiva

Ilustração de um papel no fundo branco

A fase preditiva é uma evolução da fase matemática. Além de estabelecer as relações de causa e efeito, os modelos preditivos são capazes de prever o futuro utilizando os dados históricos e os algoritmos estatísticos.

A tomada de decisão sobre mudanças de processos ou ajustes na estratégia se torna mais segura com o apoio de modelos preditivos.

Os modelos preditivos são uma poderosa ferramenta no relacionamento com clientes, permitindo à empresa distinguir, por exemplo, quais clientes realmente vale a pena reter, antevendo o seu comportamento, nas vendas, prevendo demandas de produtos ou serviços, no marketing, calculando potenciais resultados das ações etc.

Hoje já há um grande número de empresas adotando modelos preditivos, mas as grandes referências são Amazon e Netflix. A Amazon aplica para previsão de demanda, logística, recomendações personalizadas etc. A Netflix destaca-se na produção e recomendação de conteúdo.

5ª Fase – Prescritiva

Ilustração de um grafico no fundo azul

A fase prescritiva vai além da previsão. Se na fase prescritiva nós tomamos conhecimento do que vai acontecer, aqui na prescritiva incorporamos a sugestão de medidas e ações para influenciar o resultado desejado.

Os recursos dos modelos prescritivos nos permitem avaliar a nossa tomada de decisão para cenários futuros avaliando os impactos de eventuais ações corretivas para que os resultados sejam consistentes com os objetivos propostos.

6ª Fase – Responsiva

Ilustração de analise de dados

A fase responsiva marca uma diferença significativa em relação as demais fases com uso dos dados, da matemática e das ferramentas estatísticas. Até aqui estávamos trabalhando com dados do passado para antever comportamentos e resultados. Ou seja, a tomada de decisão e as ações estão baseadas apenas no passado acreditando-se que ele se repetirá no futuro. Mas a vida e o mundo não são assim, tudo pode mudar ou ocorrer de uma forma diferente, surgem os modelos responsivos.

Na fase responsiva as empresas integram o seu conhecimento das fases preditivas e prescritivas, baseadas no passado, a recursos capazes de identificar situações novas e imprevistas, do presente, gerando uma resposta adequada as novas condições. Criam-se algoritmos e mecanismos de ajustes da ação e ou da estratégia para contextos novos que se colocam.

7ª Fase – Indutiva

Ilustração de um computador no fundo azul

A fase indutiva, até poucos anos atrás, parecia coisa de filmes de ficção científica, mas hoje já é uma realidade possível. A fase indutiva refere-se à integração dos modelos responsivos a capacidade e a velocidade de processamento dos computadores em sistemas voltados a interação com seres humanos.  Em resumo, com o aumento da capacidade de processamento e o uso da inteligência artificial um computador será capaz de induzir a tomada de decisão de uma ser humano.

A velocidade de processamento de um computador atual excede em milhares de vezes a velocidade do pensamento humano. Esta diferença de velocidade fará com que um humano seja facilmente envolvido, emocionalmente, na interação com um computador de maneira que este induzirá comportamentos e decisões humanas.

Uma forma de compreendermos como isto ocorrerá é por meio de um fenômeno que muitos de nós já vivenciamos: o déjà vu. O já visto (em frânces) é aquela sensação de já ter vivenciado uma determinada situação ou de já ter estado em um determinado local. Estamos certos de que aquilo já aconteceu conosco.

Esta ilusão de memória ocorre da seguinte maneira: a carga elétrica que passa em uma sinapse, com uma determinada informação, por algum motivo, faz uma espécie de looping refazendo o mesmo caminho. Ao repetir o  caminho, a uma velocidade de 360 kilometros por hora (velocidade das , nos gera a percepção de uma memória já existente.

Voltando ao computador de alta-performance. Com uma velocidade infinitamente maior que nosso cérebro, o computador será capaz de nos estimular baseado em nosso comportamento e fala, o que nos parecerá incrivelmente familiar e próximo, gerando um sentimento de confiança e segurança. Está aberto o campo para a indução.

8ª Fase – Autônoma

Ilustração de uma mão IA

A fase autônoma difere da indutiva em somente um aspecto: a evolução dos sistemas de interação com os humanos passará a ser feita pelas próprias máquinas. O treinamento da inteligência artificial que hoje necessita da ação humana passará a ser realizado pelas próprias máquinas a partir do feedback de cada interação.

Cronologia das 8 fases do uso dos dados e da tecnologia
Fases Período Descrição
1ª – Intuitiva Pré-história até 1500 Ausência de formalização matemática e estatística. As decisões são feitas somente na intuição e experiência.
2ª – Descritiva 1500 a 1900 Ocorre a Revolução Científica, surge a matemática moderna e a capacidade de organizar e descrever dados de maneira sistemática. Há o uso de tabelas, gráficos e medidas de centro como a média aritmética.
3ª – Matemática 1900 a 1950 Fundado o primeiro departamento universitário de estatística por Pearson, um dos pilares de todas as análises que temos atualmente, junto com Ronald Fisher (Regressão linear, grau de correlação, ANOVA etc)
4ª – Preditiva 1950 a 1980 Há o surgimento dos computadores onde é possível potencializar, amplificar e multiplicar o uso de ferramentas estatísticas.
5ª – Prescritiva 1980 a 2015 O uso do aprendizado de máquina (machine learning), área da inteligência artificial, desenvolvido desde os anos 50 passa a ser empregado no mundo empresarial, mas sem os resultados esperados ou prometidos.
6ª – Responsiva 2015 em diante Em setembro de 2014 a Inteligência Artificial passa por uma grande transformação com a descoberta de uma nova técnica de machine learning o Deep Learning, capaz de trabalhar com grandes volumes de dados não estruturados como imagens e áudio.
7ª – Indutiva 2015 a 2030 Aqui teremos os efeitos da evolução das interfaces homem-máquina e da IA Explicável.
8ª – Autônoma 2030 em diante Aqui vivenciaremos a evolução do aprendizado por reforço onde o software treina para tomar decisões imitando o processo de aprendizado humano para alcançar seus objetivos.
Veja onde está sua empresa no mundo da Ciência de Dados

Você tem 04 alternativas para relacionar sua empresa com as fases propostas. A sua empresa pode estar integralmente ou parcialmente relacionada com cada uma das fases. A maneira de compreendermos em que fase estamos é, principalmente, identificando os recursos que empregamos na nossa tomada de decisão. Vamos ao exercício:

1) Empresas Tradicionais: Não utilizam dados na tomada de decisão, estão empregando apenas os métodos presentes na Fase 1 – Intuitiva. Claro que não podemos confundir a ausência do uso de dados na tomada de decisão empresarial com a visão, privilegiada, dos empreeendedores. Visão empreendedora e gestão empresarial são elementos complementares.

2) Empresas Convencionais: A grande maioria das empresas do nosso mercado, situadas na Fase 2 – Descritiva, onde empregam ferramentas descobertas entre 1500 e 1900. Há o uso exclusivo de análises descritivas como uso do Excel e os Dashboards dos ERP’s.

3) Empresas Analíticas: Com um número relativamente restrito de empresas, transitam entre as fases 3, 4 e 5, matemática, preditiva e prescritiva, respectivamente. A grande característica é que já aplicam métodos estatísticos no tratamento dos seus dados para toda a empresa ou em algumas áreas. Há o emprego de ferramentas estatísticas do excel, de apps com motor estatístico e, claro, com profissionais que tenham conhecimento específico para o uso destes resursos.

4) Empresas do Futuro: Um número muito pequeno de empresas, que já estão conectadas com as fases 6, 7 e 8, responsiva, indutiva e autônoma, respectivamente. A grande característica é que dominam o conhecimento que sustentam o seu negócio. Assim, conseguem organizar seus processos alinhados com a geração de dados, em quantidade e qualidade, necessários para o emprego da Inteligência Artificial, que nada mais é que estatística aplicada a dados através da capacidade infinita de processamento dos computadores.

A boa notícia é que, de forma geral, a corrida pelo uso dos dados está apenas começando. Mesmo com recursos a bastante tempo disponíveis a grande maioria das empresas ainda não os emprega. Não perca esta oportunidade de poder andar na frente e comece, o quanto antes, se possível, ainda hoje.

João Stringhini
CEO – Stringhini Varejo Inteligente
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