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	<title>Cultura Organizacional &#8211; Stringhini Varejo Inteligente</title>
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	<title>Cultura Organizacional &#8211; Stringhini Varejo Inteligente</title>
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		<title>Estratégia Versus Execução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Execução]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem é mais importante: estratégia ou execução? Hoje eu não tenho mais dúvidas em responder. E quero abordar este assunto de uma vez por todas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="91034" class="elementor elementor-91034 elementor-bc-flex-widget" data-elementor-post-type="post">
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									<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Quem é mais importante: estratégia ou execução?</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Costumo ouvir duas respostas, dos mais sofisticados, &#8220;as duas&#8221;, dos mais hierárquicos, &#8220;a estratégia&#8221;. Ambas as respostas escondem um problema: a execução tratada como subordinada à estratégia.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Há décadas convivo com organizações que travam nesta tensão. Não por falta de inteligência, mas por falta de clareza sobre o papel de cada uma. Na prática, a maioria das empresas pensa a estratégia primeiro e na execução depois.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">E é justamente aí que muitas estratégias começam a fracassar.</span></p>

<p style="font-size: 20px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 28px; margin-bottom: 6px;">Estratégia construída longe de quem executa</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Construída em salas de reunião, workshops, apresentações, análises de mercado e discussões entre pessoas que pensam estrategicamente. Tudo coerente. Tudo lógico. Estrategistas falando com estrategistas. Como compartilham o mesmo modo de pensar, um valida a percepção do outro. A estratégia ganha consistência dentro destes ambientes. Faz sentido para os criadores. Faz sentido para quem a aprova.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Mas, quando chega na ponta, faz sentido para quem executa?</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">É comum: materiais em linguagem incompreensível para quem vai executar. Processos desenhados sem considerar as limitações reais da operação. Recursos subestimados ou superestimados, definidos por quem idealizou a estratégia sem conexão com quem precisa transformá-la em realidade.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Em alguns casos há um abismo entre o pensado e o possível — e não é privilégio de nenhum tamanho de empresa.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Planejamentos estratégicos que duram semanas, envolvem consultorias, análises sofisticadas e horas de facilitação. O resultado é um documento impecável, mas que em muitos casos serve apenas de motivo de piadas e comentários desabonadores no campo.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Não se trata de competência das pessoas, mas de entender que talvez a execução tenha entrado tarde demais na conversa. A execução não pode vir depois — há um distanciamento entre o pensar, que é da natureza da estratégia, e da ação, que é da natureza da execução. Isto deve estar integrado, integrado desde sempre, integrado no dia a dia.</span></p>

<p style="font-size: 20px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 28px; margin-bottom: 6px;">A resistência dos materiais organizacionais</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Faço uma analogia com um fenômeno estudado desde Leonardo Da Vinci na engenharia e que depois migrou para o mundo das artes: a resistência dos materiais. Pense em um artista imaginando a sua obra perfeita. Na cabeça dele, tudo funciona. A composição das cores e das imagens é impecável. Mas, quando pega o pincel, mergulha na tinta e aplica sobre o papel, descobre que nada responde da maneira que imaginava. A mão não faz o movimento. A tinta escorre. O papel não absorve. O traço não responde como imaginava.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Nas empresas é a mesma coisa. Espera-se que a estratégia concebida seja naturalmente executada. Esquecemos do que podemos chamar de resistência dos materiais organizacionais: processos, lideranças intermediárias, linguagem, sistemas, capacidade operacional, estrutura de acompanhamento etc.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Quando os resultados não aparecem, o cenário não se materializa como o desejado. Primeiro, o jogo de empurra-empurra: <em>&#8220;A estratégia era boa, a execução que falhou.&#8221;</em> <em>&#8220;A execução aconteceu, mas a estratégia estava inadequada.&#8221;</em></span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Depois, vira-se o foco para as pessoas. São criados programas de engajamento, discute-se a cultura, criam-se planos de treinamento e capacitação. E, em alguns casos, até as pessoas são trocadas.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Nem tudo isso ocorre e pode ser que grande parte disto seja necessário, mas o movimento principal é entender se a execução foi considerada desde o início. Algumas perguntas podem nos ajudar:</span></p>

<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Temos pleno conhecimento da nossa capacidade de executar?</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Temos as evidências da nossa execução?</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quais são os fatores concretos, reais e objetivos do nosso poder de executar?</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As pessoas que executam estão devidamente representadas no fórum do planejamento?</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As lideranças da execução detêm condições semelhantes às lideranças da estratégia?</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há um equilíbrio de poder entre as lideranças da estratégia e da execução?</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No modo de pensar do grupo existe subordinação da execução perante a estratégia?</span></li>
</ul>

<p style="font-size: 20px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 28px; margin-bottom: 6px;">Execução não vem depois</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Execução não deve ser subordinada à estratégia. Execução não vem depois da estratégia. <strong>A execução não falha depois — ela falha quando nasce fora da estratégia.</strong></span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Deveria existir alinhamento, integração e emparelhamento.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Quando a execução é tratada apenas como a etapa posterior à estratégia, cria-se uma lógica perigosa: nosso cérebro pensa e espera que a organização materialize aquilo quase que por mágica. Nada funciona assim, muito menos nas empresas.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">A maioria das empresas atua no seu mercado há anos. Todas sabem, em maior ou menor grau, o que precisa ser feito. Quais são as entregas, quais são os fatores críticos de sucesso. Mas, de forma impressionante, é incrível a quantidade de empresas que ainda não dominam a própria execução.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Como uma empresa pode passar décadas operando sem dominar aquilo que faz todos os dias? Execução não é apenas &#8220;fazer&#8221;. Execução é a capacidade de realizar atividades com consistência, qualidade, velocidade, adaptação e controle. É transformar a intenção estratégica em resultados concretos.</span></p>

<p style="font-size: 20px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 28px; margin-bottom: 6px;">O exército não espera a guerra começar</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Gosto de usar uma metáfora para demonstrar que a execução deve ser trabalhada desde sempre — e talvez até receber atenção antes mesmo da estratégia.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Pergunto às pessoas: o Brasil está em guerra com outros países?</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">A resposta, felizmente, é que não.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Deixo a pergunta pousar. E então faço a segunda: mas o exército está atirando hoje?</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">A resposta é sim. Há soldados atirando agora. Repetindo movimentos, simulando situações, treinando sob pressão. Porque o exército não pode esperar a estratégia de guerra para então começar a aprender a atirar. Quando a guerra chegar, já é tarde para aprender.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Nas empresas deveria ser igual. A prontidão para execução não pode surgir apenas quando nasce uma nova estratégia. Ela precisa existir antes. Precisa fazer parte da cultura da organização.</span></p>

<p style="font-size: 20px; font-weight: 700; color: #000000; margin-top: 28px; margin-bottom: 6px;">Conclusão</p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">A estratégia define direção, mas empresas não vencem porque sabem para onde ir — vencem porque conseguem transformar direção em realidade. Isto é execução.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">O problema da maioria das organizações não é falta de estratégia. É a falsa sensação de que sabem executar. Porque execução não começa depois. Execução começa quando a estratégia nasce ou, muitas vezes, antes dela.</span></p>

<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #000000;">Sabe como fazer uma boa estratégia? Comece a monitorar a sua execução hoje. Digo isto a alguns executivos e a resposta que recebo é: <em>&#8220;Deixa-me fechar a estratégia para eu definir o que vou monitorar.&#8221;</em> Bingo! Não tem execução!</span></p>								</div>
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