Elvis da Silva – Stringhini Varejo Inteligente https://stringhini.com.br Wed, 15 Jan 2025 17:37:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://stringhini.com.br/wp-content/uploads/2024/07/favicon_str-150x150.png Elvis da Silva – Stringhini Varejo Inteligente https://stringhini.com.br 32 32 20 dicas para VENDER MENOS no varejo em 2025 https://stringhini.com.br/20-dicas-para-vender-menos-no-varejo-em-2025/ https://stringhini.com.br/20-dicas-para-vender-menos-no-varejo-em-2025/#respond Thu, 26 Dec 2024 20:51:24 +0000 http://www.stringhini.com.br/?p=54

 

Isso mesmo que você entendeu, não escrevemos errado. Esse artigo provocativo com dicas do especialista em varejo Caio Camargo busca levar o varejista a refletir sobre suas ações para os resultados de sua loja.

Confira a lista abaixo, veja se tem feito algumas dessas coisas e prepare-se para eliminar de vez esses hábitos da sua rotina! 🚫

1. NÃO inovar nos processos, no atendimento, na decoração, na postura, nas pessoas, na estratégia e nos métodos.

2. Focar apenas no preço e produto, por exemplo, sugerir os melhores produtos pelo menor preço sem olhar outros fatores.

3. Proibir tudo na loja. Não pode tocar, não aceitamos trocas, não temos WI-FI, não temos água ou banheiro, não aceitamos determinado meio de pagamento. Estilo “não insista!”

4. Deixar os vendedores parados na porta como estátuas e não ir buscar o consumidor fora da sua loja.

5. Orientar seus vendedores a continuar fazendo as mesmas perguntas de sempre aos clientes, do tipo: “Posso ajudar?”, “Precisando de alguma coisa?” ou “Diga freguesa!”

6. Manter uma placa de promoção de um produto por muito tempo. Pode também deixar a placa XX% DESCONTO na porta da sua loja por mais de dois anos, por exemplo.

7. NÃO se movimentar e surpreender, mudar, por exemplo, a posição de algumas coisas na loja, como prateleiras, vitrine, freezers e produtos pelo menos uma vez a cada vinte dias.

8. Manter poluição visual, lojas carregadas de cartazes e muitas informações que confundem o consumidor.

9. NÃO mudar as ofertas, pior, deixar a promoção sem hora para começar e terminar. Só mexer na loja nas datas comemorativas.

10. NÃO fazer parcerias com seus fornecedores para uma ação personalizada ou uma promoção exclusiva.

Mercado

11. NÃO analisar o funil de vendas e o fluxo dentro da loja.

12. NÃO usar cartão de fidelidade ou outra forma de relacionamento direto com o seu cliente.

13. NÃO fazer diferente da sua concorrência, apenas mais do mesmo. Ou pior, achar que está tudo muito bem, obrigado. As coisas sempre funcionaram assim, para que mudar?

14. NÃO encantar e oferecer mais do que o cliente espera.

15. NÃO conhecer os nomes dos seus melhores clientes, ou pelo menos tratá-los como único. Não fazer ações direcionadas, exclusivas e específicas com esses clientes dentro e fora da loja.

16. NÃO usar a internet a seu favor, como um CRM, por exemplo.

17. Abandonar ou esquecer os clientes antigos que já compraram, não fazer nem ao menos uma pesquisa de satisfação.

18. Fazer o cliente preencher longos cadastros na loja física ou virtual.

19. NÃO se importar com o que o cliente pensa do seu negócio, não enxergar através da perspectiva dele.

20. NÃO fazer Marketing Digital ou pensar em promover alguma experiência DIGITAL com seus clientes.

 

Poderíamos ficar aqui citando mais 10, 20, 30 situações que não ajudariam em nada a sua empresa, que são coisas que podem até detonar o varejo atualmente.

Aqui, decidimos procurar nos concentrar na expectativa do novo consumidor, na visão do que se espera de um varejo inteligente.

Se você é lojista, varejista de qualquer segmento, e continuar a fazer qualquer uma das coisas relacionadas aqui neste artigo, acredite, o seu 2025 pode ficar igual ou pior do que foi em 2024. E se esse ano não foi bom como você planejou, é hora de mudar a estratégia, né verdade?

Dê a volta por cima nesse novo ano que se inicia. Conheça todos os produtos e serviços que o varejo inteligente possui e que podemos te oferecer!

Com a Stringhini você pode:
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Forte abraço.

João Stringhini

 


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Porque os consumidores preferem trocar dados por promoções? https://stringhini.com.br/consumidores-topam-trocar-dados/ https://stringhini.com.br/consumidores-topam-trocar-dados/#respond Wed, 09 Oct 2024 18:51:15 +0000 http://www.stringhini.com.br/?p=899

A conectividade do mundo atual gerou uma nova e importante moeda: os dados. Tudo o que os consumidores fazem – o que compram, como compram, porque compram – pode ficar gravado e ser analisado, gerando ótimas possibilidades de negócios. Há, porém, a questão da privacidade: os consumidores sabem que seus dados estão disponíveis? Mais do que isso: eles querem seus dados disponíveis?

Dados e pesquisas recentes mostram que, embora os consumidores valorizem os benefícios, eles prezam muito pelo espaço deles e não querem receber mensagens invasivas e indevidas. De acordo com a pesquisa feita pela “Voz do Consumidor” 90% dos entrevistados, disseram que a proteção dos seus dados é um fator importantíssimo e que estão preocupados como os dados são utilizados pelas empresas. Neste contexto, a qualidade da personalização se torna essencial, pois as empresas que se destacarem serão aquelas que respeitarem os limites dos consumidores e oferecerem experiências verdadeiramente relevantes.

Qualidade da personalização

É preciso oferecer ofertas verdadeiramente relevantes e descontos efetivos. Não basta coletar informações, é necessário processá-las e analisá-las com atenção. As ações devem ser muito bem planejadas e totalmente alinhadas às preferências do cliente, caso contrário gera-se mais ruído do que benefícios. Ofertas e comunicação personalizadas  são importantes para conquistar o consumidor. A qualidade da personalização cria uma experiência prazerosa com o consumidor, dessa forma, eles percebem que as promoções são importantes. 

Gerações

O comportamento das gerações Z, Y, X e Baby Boomer demonstra que estratégias que envolvem a coleta e o uso de dados do consumidor para a criação de ofertas personalizadas e programas de fidelidade não devem se restringir a faixas etárias, já que pessoas de todas as idades estão dispostas a participar. É preciso, no entanto, adequar as ações às peculiaridades de cada grupo e criar estratégias personalizadas para cada público. 

Valor Ofertado. 

Outros dos principais motivos que levam o consumidor a compartilhar os seus dados é a boa promoção ofertada. Os preços tendem a subir e quando o consumidor vê uma oferta, isso se torna atraente. Isto é importante, porque o consumidor percebe o valor que a marca está oferecendo, além disso muitos preferem trocar os seus dados e receberem a promoção por e-mail ou aplicativos de compra, pois facilita o processo e o consumidor já consegue ter em suas mãos as promoções que mais lhe agradam. 

Privacidade dos dados 

Não se esqueçam que é importante proteger os dados dos seus consumidores, uma vez que a lei LGPD tem como objetivo proteger a liberdade e privacidade dos dados. Por isso, é fundamental ter a conscientização sobre a utilização dos dados pessoais dos consumidores. Muitos dos consumidores mesmo compartilhando os seus dados se sentem desconfortáveis em saber como os dados dele são utilizados, mesmo que muitos aceitem compartilhar ainda não se sentem seguros. 

Aproveitem esta oportunidade que é ter os dados dos seus consumidores e utilizem com muita responsabilidade, o simples fato de poder criar uma oferta personalizada para cada público-alvo é importante e criar um relacionamento com o seu consumidor. No entanto,  apenas possuir dados não é suficiente. Utilize essas informações em ações que realmente façam a diferença na experiência do consumidor. Crie ofertas personalizadas vai além de apenas aumentar as vendas mostre como a marca se preocupa com o consumidor. Isso gera uma conexão e uma experiência prazerosa. 

As empresas que utilizarem esses dados de maneira responsável, transparente e ética não apenas se destacaram em um mercado cada vez mais competitivo, mas também fortalecerão sua reputação, assegurando que os consumidores sintam-se seguros e valorizados, promovendo uma lealdade que se traduz em sucesso a longo prazo.

 

João Stringhini
CEO – Stringhini Varejo Inteligente
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Desafios do Autoatendimento no Varejo https://stringhini.com.br/desafios-autoatendimento-varejo/ https://stringhini.com.br/desafios-autoatendimento-varejo/#respond Thu, 03 Oct 2024 20:10:19 +0000 http://www.stringhini.com.br/?p=828

Conhecer as tendências do mercado varejista ajuda a caminhar na direção certa. Nos últimos anos, o autoatendimento tornou-se uma das principais inovações no setor, oferecendo mais conveniência aos clientes e reduzindo custos operacionais para os lojistas. Em 2024, o autoatendimento continua a se expandir, tanto em grandes redes quanto em lojas menores que buscam se modernizar. No entanto, aqui no Brasil, muitos varejistas vêm enfrentando desafios no auto-checkout. Enquanto a adoção desse sistema cresce em popularidade, os obstáculos ligados à experiência do cliente e à segurança ainda geram debates sobre sua eficácia em diferentes formatos de loja. O auto-checkout trouxe um cenário em que os compradores realizam suas próprias compras, gerando mais rapidez.

O auto-checkout trouxe um cenário em que os compradores realizam suas próprias compras, gerando mais rapidez. No entanto, os principais desafios são:

Transferência de Responsabilidade

O auto-checkout passa a ser responsabilidade do consumidor, uma tarefa que antes era realizada por um funcionário.

Experiência do Cliente:

Muitos clientes se frustram com as enormes filas e a dificuldade de usar as máquinas. A máquina pode não escanear o código, não reconhecer o peso na balança ou o caixa pode travar, exigindo a intervenção de um responsável, o que gera frustração e impaciência no consumidor. A promessa do autoatendimento de ser uma opção rápida acaba não se cumprindo, levando a experiências negativas.

Menor Controle dos Itens Vendidos:

O autoatendimento contribui para o aumento de furtos e fraudes. A ausência de funcionários nas estações de autoatendimento deixa as lojas mais vulneráveis. Além disso, se um produto for escaneado de forma incorreta ou se o código de cadastro estiver errado, o cliente pode passar o item sem perceber, o que gera prejuízos para os lojistas.

Resistência dos Varejistas:

Muitos varejistas ainda não se sentem seguros para adotar as novas tecnologias no mercado, devido às preocupações com furtos, desconfiança e os custos de implementação. No entanto, não oferecer essa opção ou ignorar as novas tecnologias pode causar perdas, já que clientes com pressa não querem enfrentar filas em caixas tradicionais. Uma pesquisa realizada pela Gartner mostrou que 38% da geração Z prefere realizar compras por autoatendimento e não desejam interagir com funcionários.

Manutenção e Infraestrutura:

As máquinas de autoatendimento requerem manutenção constante e precisam estar sempre atualizadas para evitar atrasos ou experiências ruins para os clientes. É essencial que as máquinas estejam funcionando adequadamente e sem problemas técnicos.

Impacto nos Empregos:

A implementação do autoatendimento gera impacto na empregabilidade, pois reduz a necessidade de funcionários em operações básicas, como caixas de supermercado, eliminando funções que tradicionalmente empregam um grande número de trabalhadores.

Apesar dos desafios, o autoatendimento veio para ficar! Essa tecnologia representa uma tendência inevitável no varejo, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. A crescente digitalização dos processos de compra e a busca constante por eficiência fazem do autoatendimento uma ferramenta essencial para o futuro do setor. Inovar e acompanhar as preferências dos consumidores são fatores determinantes para o sucesso dos varejistas.

Os consumidores estão cada vez mais exigentes e valorizam soluções que lhes proporcionam mais autonomia e agilidade. A tecnologia tem contribuído e inovado, os varejistas que se adaptarem às demandas dos consumidores ganharão eficiência e alcançarão melhores resultados. Além disso, à medida que mais empresas integram soluções tecnológicas, será possível resolver boa parte dos desafios atuais, como as questões relacionadas à segurança e à experiência do cliente, tornando o autoatendimento uma prática eficiente e menos problemática. O varejo brasileiro ainda está caminhando para essa nova era, com os varejistas aprendendo e, aqueles que já implementaram, precisam garantir que a qualidade dos serviços seja excelente para os consumidores.

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5 tendências de tecnologia para 2025 https://stringhini.com.br/5-tendencias-tecnologia-2025/ https://stringhini.com.br/5-tendencias-tecnologia-2025/#respond Wed, 25 Sep 2024 20:10:53 +0000 http://www.stringhini.com.br/?p=249

Mudança importante vem acontecendo nos últimos anos e impactando o mundo todo. O veloz crescimento da tecnologia já transformou a maneira como as pessoas interagem, tanto em suas vidas pessoais quanto profissionais. Mas você já deve ter ouvido falar de tudo isso, certo? A intenção desse artigo é mostrar 5 (cinco) tendências de tecnologia para 2025.

1) Inteligência Artificial Generativa

 A grande evolução da Inteligência Artificial está cada dia mais integrada na nossa realidade,  e isso só irá aumentar. Hoje, com os avanços da IA,  já possuímos assistente artificial, geração de imagens por IA, chatbots, etc. Pois bem, estes são alguns exemplos de Inteligência Artificial Generativa, cuja tendência é crescer ainda mais e, provavelmente, outras tantas surgirão em 2025. Com a IA Generativa será possível aumentar a produtividade e otimizar processos, e com isso as pessoas tendem a focar onde é necessário o uso da capacidade humana. A IA Generativa se torna tendência porque aumenta a eficiência, melhora a criatividade e otimiza o tempo. 

2) Blockchain

Blockchain, nada mais é que uma tecnologia de banco de dados avançado, que tem a capacidade de armazenar dados em blocos interligados em cadeias. Vamos supor que você anota uma receita em um caderno que todo mundo tem acesso, porém ninguém pode apagar ou reescrever o que você inseriu. A diferença é que, cada página deste caderno de receita está armazenada por vários lugares ao redor do mundo e todos possuem cópias idênticas. Portanto, o Blockchain é uma grande aposta como tendência para os próximos anos, por causa da capacidade de garantir segurança e transparência. 

3) Computação Quântica

A Computação Quântica, será a próxima revolução tecnológica, pois promete revolucionar o poder de processamento ao lidar com problemas complexos que os computadores simples não conseguem resolver. Os investimentos no mercado para computação quântica devem atingir US $16,4 bilhões até o final de 2027. A expectativa é grande, uma vez que a computação quântica pode impactar profundamente áreas como farmacêutica, finanças e logística, podendo auxiliar na descoberta de novos medicamentos, análise de dados complexos e otimização de rotas,  entre outras coisas. 

4) Realidade Aumentada

Afinal, você conhece a realidade aumentada? É uma forma de misturar elementos digitais com o mundo real. Você observa a realidade  por meio de ambientes virtuais. A Meta anunciou, recentemente, que criou óculos de Realidade Aumentada, uma forma de ajudar as pessoas a se conectarem com assuntos e pessoas de forma natural e intuitiva.

Ao unir os o mundo físico com virtual, será possível melhorar a forma que interagimos com o mundo, informações e experiências, de uma forma  que antes não era possível. 

5) 5G

O 5G é a próxima geração de conectividade móvel, por enquanto no Brasil apenas 8 (oitos) estados possuem acesso ao 5G que fornece maior conectividade e interatividade. Quando falamos de 5G estamos falando do cenário da IOT (Internet of thing) que permite a comunicação instantânea entre todos os dispositivos, permitindo que cada vez mais dispositivos sejam integrados, conectados e automatizados, trazendo eficiência e inovações para consumidores e empresas.

Além disso, os benefícios que o 5G irá como: empresas que atuam na modalidade home office, irá ficar mais rápido e veloz a conectividade para as reuniões onlines, expansão de novas tecnologias e inovações, com o 5G será possível criar eventos imersivos de Realidade Aumentada ou um médico participar de uma cirurgia de qualquer lugar do mundo. Estes são apenas alguns dos demais benefícios que a tecnologia 5G irá nos proporcionar. 

Apesar de toda a tecnologia que temos atualmente, e todas aquelas que estarão disponíveis nos próximos tempos, o principal desafio à frente é adaptar o mindset  para esse novo mundo em transformação. É preciso estar atento à forma de aplicar no seu dia a dia toda esta tecnologia, sempre pensando em como utilizar na sua vida e no seu negócio, de forma a facilitar suas atividades, utilizar seu tempo estrategicamente e amplificar todos os seus resultados.

A chance de ter resultados exponenciais, e fazer muito mais, e melhor, no mesmo espaço de tempo que tudo era feito de forma manual,  gera muitas oportunidades para quem souber tirar proveito destas ferramentas. As oportunidades estão aí, cabe a cada um de nós fazer o melhor uso delas.

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Trade Marketing: Explorando Estratégias no Universo Comercial https://stringhini.com.br/trade-marketing-explorando-estrategias-no-universo-comercial/ Sun, 15 Sep 2024 14:36:16 +0000 https://blog.stringhini.com.br/?p=466

Trade marketing é área de conhecimento que diz respeito ao desenvolvimento de táticas e estratégias para explorar as oportunidades comerciais nos diversos canais de venda explorando o fato de que no PDV (ponto de venda, físico ou digital) encontram-se reunidos os produtos, o shopper e o dinheiro.

Há várias maneiras de encarar o trade marketing

1. Ação conjunta

O trade marketing é muitas vezes encarado como uma iniciativa colaborativa, onde fabricantes e varejistas unem forças para criar e executar atividades promocionais. Esta abordagem visa otimizar a exposição e o desempenho dos produtos nas prateleiras das lojas. Além disso, a cooperação estreita entre as partes interessadas pode incluir estratégias de precificação, promoções conjuntas, e até mesmo o design personalizado de displays para destacar produtos de forma mais eficaz.

2. Otimização do Canal de Distribuição:

Uma faceta crucial do trade marketing é a análise e aperfeiçoamento do canal de distribuição. Utilizando táticas como merchandising, exposição estratégica de produtos, promoções sazonais e negociações comerciais, os profissionais de trade marketing buscam ampliar a participação de mercado e a lucratividade nos diversos canais de venda disponíveis.

3. Marketing Direcionado ao Varejo:

Outra perspectiva do trade marketing concentra-se em estratégias e ações específicas para influenciar o comportamento dos varejistas.Além do mais, isso inclui a oferta de incentivos, programas de treinamento para a equipe de vendas no varejo, e estratégias de merchandising adaptadas para se alinhar com as metas e valores específicos de cada ponto de venda.

4. Ativação no Ponto de Venda (PDV):

O trade marketing é uma atividade de ativação realizada no ponto de venda. Aqui, fabricantes e varejistas colaboram de perto para criar experiências atraentes e persuasivas para os clientes. Além disso, envolve desde a disposição estratégica dos produtos até a implementação de eventos promocionais no PDV, tudo com o objetivo de estimular a compra imediata e aumentar a fidelidade à marca.

Conclusão:

Portanto, o trade marketing é a simples venda de produtos. É uma estratégica que exige colaboração e criatividade para otimizar a presença no mercado e influenciar positivamente as decisões de compra dos consumidores. Ao entender as diversas perspectivas abordadas pelo trade marketing, as empresas podem posicionar-se de maneira mais eficaz nos competitivos ambiente de mercado.

 

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As 5 barreiras para o Sucesso do Gerenciamento por Categorias https://stringhini.com.br/as-5-barreiras-para-o-sucesso-do-gerenciamento-por-categorias/ Wed, 06 Sep 2023 12:51:30 +0000 https://blog.stringhini.com.br/?p=436

A adoção do Gerenciamento por Categorias requer estratégia, conhecimento e habilidade de gestão. É ingênuo acreditar que o Gerenciamento por Categorias será incorporado no dia a dia da empresa com a promessa de aumento e qualificação dos resultados de vendas. Mesmo com benefícios, indiscutíveis ao redor do mundo, o Gerenciamento por Categorias enfrenta muitas barreiras em nosso ambiente empresarial. Assim, vamos explorar 05 fatores que dificultam a adoção e velocidade de implantação do Gerenciamento por Categorias e que podem estar presentes na sua empresa.

Cinco fatores que prejudicam a implantação do Gerenciamento por Categoria

1. Baixa Frequência de Monitoramento

2. Distância da Equipe de Operação

3. Ausência de Estratégia de Implantação

4. Uso Exclusivo de informações do ERP

5. Falta de Visão do Todo

Baixa frequência de monitoramento

Não é possível respeitar projetos de Gerenciamento por Categorias com frequência de monitoramento inferior a quinzenal. 

A frequência mensal de monitoramento, comum no mercado, é mera atividade de descargo de consciência: é feito, mas gera poucos resultados práticos. Com monitoramento mensal o executivo está apenas se convencendo, e aos demais, de fazer um bom trabalho, mas dificilmente parou para entender do que que se trata o verdadeiro monitoramento e as sérias implicações da sua execução ineficiente. 

De forma geral, a adoção da frequência mensal de monitoramento está alinhada com o nível médio dos nossos profissionais. Sem uma preparação adequada adotam “padrões de mercado” que são simples práticas que se auto confirmam e auto validam pela frequência de uso. Se todos fazem assim porque eu faria diferente? A maioria não se dá conta, mas apenas repetem o baixo padrão do mercado, comprometendo os resultados dos investimentos feitos no Gerenciamento por Categorias e do seu próprio trabalho.

A justificativa, muito usual, da baixa frequência de monitoramento por falta de recursos pode ser o primeiro sinal de alerta de um Gerenciamento por Categorias de baixa qualidade ou performance. O Gerenciamento por Categorias praticado é tão frágil que sequer gera resultados para cobrir os investimentos necessários para monitoramento. A inexistência de recursos para o monitoramento pode sinalizar diversas possibilidades: a metodologia do Gerenciamento por Categorias é ruim, o número de categorias trabalhadas é pequeno, o método e a tecnologia de monitoramento são antiquados etc. 

Benefícios do Monitoramento

Agora, para compreendermos a importância da frequência de monitoramento a primeira coisa que temos que fazer é nos perguntar sobre qual é a função do monitoramento nos processos de Gerenciamento por Categorias? Se não fizermos esta pergunta ou não soubermos respondê-la também jamais compreenderemos a importância da frequência de monitoramento.

É comum vermos a associação do monitoramento a questões de controle e cobrança. Esta concepção de monitoramento para controle e cobrança é antiquada e ultrapassada mantendo-se verdadeira apenas para executivos old fashion. A função do monitoramento está associada a fatores muito mais nobres do que cobrança e controle. Há dois fatores, muito simples e benéficos, que destaco:

Reconhecimento: o monitoramento nos dá a oportunidade de reconhecer as melhores práticas e desempenhos. Quantos bons profissionais realizam um ótimo trabalho no chão de loja e não conseguem compartilhar a qualidade e o empenho do seu trabalho para o sucesso da empresa. Sem o monitoramento perdemos os melhores profissionais, pois do que vale sua dedicação se não há o reconhecimento.

Aprendizagem e cultura de execução: as regras de execução registradas em manuais e sistemas são letra morta sem uso. Vejo no mercado inúmeras situações de investimentos da empresa no registro de padrões de execução, regras de negócio e modelos de comunicação voltados a direcionar as equipes de loja perdidos em manuais no fundo de uma gaveta. 

O monitoramento semanal dá vida a essas regras e as incorpora na cultura das equipes de loja. Obrigados a, semanalmente, registrar a execução de loja temos a lembrança semanal dos padrões e estaremos, naturalmente, treinando nossas equipes. Além de treinar, estaremos, ao menos uma vez por semana, com a exposição de loja dentro dos padrões da empresa.

Conclusão

A adoção de uma estratégia robusta de Gerenciamento por Categorias no varejo não é simplesmente uma opção, mas uma necessidade para quem deseja se destacar no mercado. Enquanto os benefícios são claros e amplamente reconhecidos globalmente, as barreiras para a implementação eficaz, especialmente no contexto empresarial brasileiro, são inegáveis. Neste cenário, a frequência adequada de monitoramento é fundamental, atuando tanto como ferramenta de supervisão como meio de reconhecimento e aprendizado contínuo. 

Assim, com a combinação certa de estratégia, frequência de monitoramento e envolvimento da equipe, o Gerenciamento por Categorias tem o potencial de transformar o envolvimento da equipe de loja, a experiência do cliente e os resultados de vendas.

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